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Avaliação perceptivo-auditiva e fatores associados à alteração vocal em professores / Auditory vocal analysis and factors associated with voice disorders among teachers
Ceballos, Albanita Gomes da Costa de; Carvalho, Fernando Martins; Araújo, Tânia Maria de; Reis, Eduardo José Farias Borges dos.
Afiliação
  • Ceballos, Albanita Gomes da Costa de; Universidade Federal de Pernambuco. Departamento de Medicina Social. Recife. Brasil
  • Carvalho, Fernando Martins; Universidade Federal da Bahia. Departamento de Medicina Preventiva. Salvador. Brasil
  • Araújo, Tânia Maria de; Universidade Estadual de Feira de Santana. Núcleo de Epidemiologia. Feira de Santana. Brasil
  • Reis, Eduardo José Farias Borges dos; Universidade Federal da Bahia. Departamento de Medicina Preventiva. Salvador. Brasil
Rev. bras. epidemiol ; 14(2): 285-295, jun. 2011. tab
Artigo em Português | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-64384
Biblioteca responsável: BR1.1
Localização: BR67.1
ABSTRACT
O professor é um profissional que exige muito de sua voz e, consequentemente, apresenta elevado risco de desenvolver alteração vocal durante o exercício do seu trabalho.

OBJETIVO:

Identificar fatores associados à alteração vocal em professores.

MÉTODO:

Estudo exploratório do tipo corte transversal que investigou 476 professores do ensino fundamental e médio de escolas municipais da cidade de Salvador, BA. Os professores responderam a um questionário e foram submetidos à avaliação fonoaudiológica perceptivo-auditiva da voz. Para diagnóstico de alteração vocal utilizou-se a escala GRBAS.

RESULTADOS:

A população do estudo foi composta por 82,8 por cento de mulheres. Os professores do estudo tinham média de idade igual a 40,7 anos, escolaridade superior (88,4 por cento), jornada de trabalho média de 38 horas semanais, média de 11,5 anos de atuação profissional e renda média mensal de R$ 1.817,18. A prevalência de alteração vocal foi de 53,6 por cento (255 professores). A análise bivariada evidenciou associações estatisticamente significantes entre alteração vocal e idade maior que 40 anos (RP = 1,83; IC 95 por cento; 1,27-2,64), histórico familiar de disfonia (RP = 1,72; IC 95 por cento; 1,06-2,80), carga horária semanal maior que 20 horas (RP = 1,66; IC 95 por cento; 1,09-2,52) e presença de de giz na sala de aula (RP = 1,70; IC 95 por cento; 1,14-2,53).

CONCLUSÃO:

O estudo realizado concluiu que os professores com 40 ou mais anos de idade, com histórico familiar de disfonia, com carga horária semanal maior que 20 horas e que lecionam em salas de aula com de giz têm maior chance de ter alteração vocal do que os demais.(AU)
Assuntos
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados temática Base de dados: CidSaúde - Cidades saudáveis Assunto principal: Ensino / Distúrbios da Voz / Saúde do Trabalhador / Educação / Docentes / Disfonia Tipo de estudo: Estudo observacional / Estudo de prevalência Idioma: Português Revista: Rev. bras. epidemiol Ano de publicação: 2011 Tipo de documento: Artigo / Documento de projeto Instituição/País de afiliação: Universidade Estadual de Feira de Santana/Brasil / Universidade Federal da Bahia/Brasil / Universidade Federal de Pernambuco/Brasil
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados temática Base de dados: CidSaúde - Cidades saudáveis Assunto principal: Ensino / Distúrbios da Voz / Saúde do Trabalhador / Educação / Docentes / Disfonia Tipo de estudo: Estudo observacional / Estudo de prevalência Idioma: Português Revista: Rev. bras. epidemiol Ano de publicação: 2011 Tipo de documento: Artigo / Documento de projeto Instituição/País de afiliação: Universidade Estadual de Feira de Santana/Brasil / Universidade Federal da Bahia/Brasil / Universidade Federal de Pernambuco/Brasil
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