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Ambiente alimentar urbano em São Paulo, Brasil: avaliação, desigualdades e associação com consumo alimentar / Urban food environments in São Paulo, Brazil evaluation, disparities, and associations with food consumption
São Paulo; s.n; 2013. 198 p.
Tese em Português | CidSaúde - Cidades saudáveis | ID: cid-66109
Biblioteca responsável: BR67.1
Localização: BR67.1; DR, 1145. 54719/2013. CM / BR67.1; DR, 1145, revisada. 54270/2013. CM
ABSTRACT
ssociações entre o nível de educação da vizinhança e o acesso a alimentos foram testadas com modelos de regressão multinível. Dados coletados em amostra de 1842 adultos residentes nos mesmos setores censitários acerca do consumo regular ( 5 vezes/semana) de frutas, hortaliças e bebidas açucaradas foram utilizados em modelos multinível de regressão logística com o intuito de estudar as associações entre características do micro- e macro-ambiente alimentar e o consumo de tais alimentos. Para cada participante, disponibilidade, variedade, qualidade, preço e promoção/propaganda de frutas, hortaliças e bebidas açucaradas foram medidos em todos os estabelecimentos de comercialização de alimentos no setor censitário de residência e em todos os estabelecimentos de comercialização de alimentos em um raio de 1,6 km da residência.

Resultados:

Os instrumentos foram considerados confiáveis, com coeficientes de kappa para as medidas intra e inter-avaliadores variando de 0,55 a 0,95. Eles também foram capazes de discriminar diferentes tipos de estabelecimentos. Supermercados e feiras-livres, mercados municipais e sacolões apresentaram maior disponibilidade de alimentos saudáveis do que pequenos mercados de bairro. Estabelecimentos de comercialização de alimentos localizados em bairros de maior nível socioeconômico apresentaram um maior número de opções saudáveis, quando comparados a estabelecimentos similares, mas localizados em áreas de menor nível de educação. Após ajustes para medidas individuais de sexo, idade, educação e renda, preços altos de bebidas açucaradas em regiões mais pobres da cidade foram associados a uma menor chance de consumi-las (OR=0,58;IC95 por cento=0,34;0,97); enquanto a associação foi inversa nos bairros mais ricos da cidade (OR=2,33;IC95por cento=1,12;4,84). Associações significativas entre a disponibilidade e consumo de frutas foram mostradas para três diferentes medidas disponibilidade de frutas próximo à residência; presença de pelo menos um estabelecimento que comercializasse frutas, mesmo que com baixa variedade; e residir em uma área no último quartil do índice de acesso a alimentos saudáveis HFSI. Associações entre medidas de acesso e consumo de hortaliças foram menos consistentes.

Conclusão:

Encontramos diferenças no acesso a alimentos saudáveis em São Paulo, favorecendo as regiões da cidade de níveis socioeconômicos médio e alto. Aspectos do ambiente alimentar foram associados ao consumo de frutas, hortaliças e bebidas açucaradas
Assuntos
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados temática Contexto em Saúde: Agenda de Saúde Sustentável para as Américas / ODS3 - Saúde e Bem-Estar Tema em saúde: Objetivo 11 Desigualdades e iniquidades na saúde / Meta 3.8 Atingir a cobertura universal de saúde Base de dados: CidSaúde - Cidades saudáveis Assunto principal: Área Urbana / Dieta / Ingestão de Alimentos / Habitação Limite: Humanos País/Região como assunto: América do Sul / Brasil Idioma: Português Ano de publicação: 2013 Tipo de documento: Áudio / Tese
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados temática Contexto em Saúde: Agenda de Saúde Sustentável para as Américas / ODS3 - Saúde e Bem-Estar Tema em saúde: Objetivo 11 Desigualdades e iniquidades na saúde / Meta 3.8 Atingir a cobertura universal de saúde Base de dados: CidSaúde - Cidades saudáveis Assunto principal: Área Urbana / Dieta / Ingestão de Alimentos / Habitação Limite: Humanos País/Região como assunto: América do Sul / Brasil Idioma: Português Ano de publicação: 2013 Tipo de documento: Áudio / Tese
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