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Proteínas de superfície bacteriana como apresentadoras de peptídeos heterólogos / Bacterial surface proteins as carriers of heterologous peptides
Säo Paulo; s.n; 1999. 81 p. ilus, tab.
Tese em Português | LILACS | ID: lil-272422
Biblioteca responsável: BR1.2
Localização: BR1.2; 5532
RESUMO
Neste trabalho, novas aplicações de sistemas de expressão de peptídeos heterólogos na superfície bacteriana são descritos, utilizando a proteína de membrana externa de Escherichia coli, LamB, e flagelina. Inserções de epitopos do antígeno imunodominante de Trypanosoma cruzi, JL8, em LamB permitiram o mapeameno da sequência AEKQKAAEATKVAE como o epitopo de célula B imunodominante em soros de pacientes chagásicos através de ensaios de ELISA, representando um método alternativo ao uso de peptídeos sintéticos. Em outra abordagem, a exposição de peptídeos na superfície de E. coli, inseridos em LamB, mostrou-se um sistema versátil para o estudo de interações proteína/receptor in vivo. Bactérias expressando peptídeos derivados da glicoproteína de superfície de T cruzi, gp82, envolvida na invasão da célula hospedeira pelo parasita, inseridos em LamB, foram capazes de aderir a células HeLa. As proteínas de fusão purificadas ligam-se 'as células HeLa e inibem infecção por T cruzi, confirmando a participação dessas sequências na interação parasita/hospedeiro. A expressão de proteínas na superfície bacteriana pode ser empregada no desenvolvimento de vacinas. Neste tipo de abordagem, a flagelina foi utilizada como carregadora de sequências não imunogênicas derivadas da toxina ST de E. coli, responsável por diarréia em crianças e viajantes, com o objetivo de se obter anticorpos neutralizantes. Linhagem atenuada de Salmonella expressando ST inserida na flagelina foi utilizada para apresentar a toxina ST para o sistema imune. Essas linhagens foram também utilizadas como carregadores do DNA para expressão das flagelinas híbridas por células eucarióticas. Bactérias expressando as flagelinas recombinantes induziram fraca ou nenhuma resposta imune contra a toxina ST, após imunização intraperitoneal ou oral, respectivamente. Contudo, imunizações intraperitoneais com as flagelinas híbridas purificadas induzem a produção de anticorpos capazes de neutralizar a atividade da toxina ST, indicando que fusões a flagelina tomam ST imunogênica
Assuntos
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Coleções: Bases de dados internacionais Contexto em Saúde: Doenças Neglicenciadas Tema em saúde: Doença de Chagas / Diarreia Base de dados: LILACS Assunto principal: Proteínas Recombinantes de Fusão / Flagelina Idioma: Português Ano de publicação: 1999 Tipo de documento: Tese

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