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Prova de trabalho de parto após uma cesárea anterior / The trial of labor after one cesarean section
Calderon, Iracema de Mattos Paranhos; Frade, Jacqueline Leite; Abbade, Joelcio Francisco; Diniz, Carolina Prado; Dalben, Ivete; Rudge, Marilza Vieira Cunha.
Afiliação
  • Calderon, Iracema de Mattos Paranhos; UNESP. Faculdade de Medicina. Departamento de Ginecologia e Obstetrícia. Botucatu. BR
  • Frade, Jacqueline Leite; UNESP. Faculdade de Medicina. Departamento de Ginecologia e Obstetrícia. Botucatu. BR
  • Abbade, Joelcio Francisco; UNESP. Faculdade de Medicina. Departamento de Ginecologia e Obstetrícia. Botucatu. BR
  • Diniz, Carolina Prado; UNESP. Faculdade de Medicina. Departamento de Ginecologia e Obstetrícia. Botucatu. BR
  • Dalben, Ivete; UNESP. Faculdade de Medicina. Departamento de Saúde Pública. Botucatu. BR
  • Rudge, Marilza Vieira Cunha; UNESP. Faculdade de Medicina. Departamento de Ginecologia e Obstetrícia. Botucatu. BR
Rev. bras. ginecol. obstet ; 24(3): 161-166, 2002. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-331519
Biblioteca responsável: BR26.1
RESUMO

Objetivo:

estudar a validade da prova de trabalho de parto (PTP) em gestantes com uma cesárea anterior.

Métodos:

estudo retrospectivo, tipo coorte, incluindo 438 gestantes com uma cesárea anterior ao parto em estudo e seus 450 recém-nascidos (RN), divididas em dois grupos - com e sem PTP. O tamanho amostral mínimo foi de 121 gestantes/grupo. Considerou-se variável independente a PTP e as dependentes relacionaram-se à ocorrência de parto vaginal e à freqüência de complicaçöes maternas e perinatais. Foram efetuadas análises uni e multivariada, respectivamente. A comparaçäo entre as freqüências ( por cento) foi analisada pelo teste do qui-quadrado (chi²) com significância de 5 por cento e regressäo logística com cálculo do odds ratio (OR) e do intervalo de confiança a 95 por cento (IC95 por cento).

Resultados:

a PTP associou-se a 59,2 por cento de partos vaginais. Foi menos indicada nas gestantes com mais de 40 anos (2,7 por cento vs 6,5 por cento) e nas portadoras de doenças associadas e complicaçöes da gravidez síndromes hipertensivas (7,0 por cento) e hemorragias de 3º trimestre (0,3 por cento). A PTP näo se relacionou às complicaçöes maternas e perinatais. As gestantes que tiveram o parto por cesárea, independente da PTP, apresentaram maior risco de complicaçöes puerperais (OR = 3,53; IC95 por cento = 1,57-7,93). A taxa de mortalidade perinatal foi dependente do peso do RN e das malformaçöes fetais e näo se relacionou à PTP. Ao contrário, as complicaçöes respiratórias foram mais freqüentes nos RN de mäes näo testadas quanto à PTP (OR = 1,92; IC95 por cento = 1,20-3,07).

Conclusöes:

os resultados comprovaram que a PTP em gestantes com uma cesárea anterior é estratégia segura - favoreceu o parto vaginal em 59,2 por cento dos casos e näo interferiu com a morbimortalidade materna e perinatal. Portanto, é recurso que deve ser estimulado
Assuntos
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados internacionais Base de dados: LILACS Assunto principal: Prova de Trabalho de Parto / Cesárea / Nascimento Vaginal Após Cesárea Limite: Adolescente / Adulto / Feminino / Humanos / Gravidez Idioma: Português Revista: Rev. bras. ginecol. obstet Assunto da revista: Ginecologia / Obstetrícia Ano de publicação: 2002 Tipo de documento: Artigo País de afiliação: Brasil Instituição/País de afiliação: UNESP/BR

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