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Avaliação do risco para parto prematuro espontâneo pelo comprimento do colo uterino no primeiro e segundo trimestres da gravidez / Risk assessment for spontaneous preterm delivery according to cervical length in the first and second trimesters of pregnancy
Carvalho, Mário Henrique Burlacchini de; Bittar, Roberto Eduardo; Gonzales, Midgley; Brizot, Maria de Lourdes; Zugaib, Marcelo.
Afiliação
  • Carvalho, Mário Henrique Burlacchini de; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Clínica Obstétrica. São Paulo. BR
  • Bittar, Roberto Eduardo; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Clínica Obstétrica. São Paulo. BR
  • Gonzales, Midgley; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Clínica Obstétrica. São Paulo. BR
  • Brizot, Maria de Lourdes; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Clínica Obstétrica. São Paulo. BR
  • Zugaib, Marcelo; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Clínica Obstétrica. São Paulo. BR
Rev. bras. ginecol. obstet ; 24(7): 463-468, ago. 2002. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-331554
Biblioteca responsável: BR26.1
RESUMO

Objetivos:

avaliar, no primeiro e segundo trimestres da gravidez, a correlação entre o comprimento do colo uterino e a ocorrência de parto prematuro espontâneo.

Métodos:

em 641 grávidas do pré-natal geral, a medida do comprimento do colo uterino foi realizada em dois momentos entre a 11ª e a 16ª e entre a 23ª e a 24ª semana da gravidez. A avaliação do colo uterino foi feita pela ultra-sonografia transvaginal, com a grávida em posição ginecológica e tendo realizado previamente esvaziamento da bexiga. O comprimento do colo uterino foi medido linearmente do seu orifício interno ao externo. A medida do comprimento do colo uterino foi correlacionada com a idade gestacional no momento do parto. Para comparação das médias do grupo de grávidas que tiveram parto prematuro e a termo utilizamos o teste t de Student. A sensibilidade, especificidade, taxa de falso-positivos, falso-negativos e acurácia para o parto prematuro foram calculadas para os comprimentos de colo menores ou iguais a 30 mm, 25 mm e 20 mm.

Resultados:

a medida do comprimento do colo uterino entre a 11ª e a 16ª semana de gestação não apresentou diferença significativa entre o grupo de parto prematuro e o grupo a termo (40,6 mm e 42,7 mm, respectivamente, p=0,2459). A diferença entre os grupos, no entanto, foi significativa quando o colo foi medido entre a 23ª e a 24ª semana de gravidez (37,3 mm para o grupo que evoluiu com parto prematuro e 26,7 mm para o grupo a termo, p=0,0001, teste t de Student).

Conclusões:

o comprimento do colo uterino entre a 11ª e a 16ª semana de gravidez não foi significativamente diferente entre as gestantes com parto prematuro ou a termo. No entanto, na 23ª e 24ª semana esta diferença foi significativa, podendo ser um método de predição da prematuridade
Assuntos
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados internacionais Base de dados: LILACS Assunto principal: Colo do Útero / Trabalho de Parto Prematuro Limite: Feminino / Humanos / Gravidez Idioma: Português Revista: Rev. bras. ginecol. obstet Assunto da revista: Ginecologia / Obstetrícia Ano de publicação: 2002 Tipo de documento: Artigo País de afiliação: Brasil Instituição/País de afiliação: Universidade de São Paulo/BR

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