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Achados neurológicos em crianças internadas no Hospital de Clínicas de Porto Alegre por meningococcemia: estudo de 34 casos / Neurologic findings in interned children from Hospital de Clínicas de Porto Alegre by meningococemia: a study of 34 cases
Castilhos, Kelli Ferreira; Santos, Luciane Oliveira dos; Silva, Alexandre Rodrigues da; Ohlweiler, Lygia; Rotta, Newra Tellechea.
Afiliação
  • Castilhos, Kelli Ferreira; Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Serviço de Pediatria. Unidade de Neurologia Infantil. Porto Alegre. BR
  • Santos, Luciane Oliveira dos; Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Serviço de Pediatria. Unidade de Neurologia Infantil. Porto Alegre. BR
  • Silva, Alexandre Rodrigues da; Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Serviço de Pediatria. Unidade de Neurologia Infantil. Porto Alegre. BR
  • Ohlweiler, Lygia; Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Serviço de Pediatria. Unidade de Neurologia Infantil. Porto Alegre. BR
  • Rotta, Newra Tellechea; Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Serviço de Pediatria. Unidade de Neurologia Infantil. Porto Alegre. BR
Rev. AMRIGS ; 47(1): 54-56, jan.-mar. 2003. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-360253
Biblioteca responsável: BR18.1
RESUMO
O objetivo deste trabalho é relatar os principais sintomas neurológicos ocorridos no momento da admissão no hospital, bem como nas sequelas neurológicas durante o seguimento ambulatorial, correlacionando com dados demigráficos, radiológicos e eletrencefalográficos em crianças que tiveram diagnóstico clínico de meningococcemia. Os pacientes foram acompanhados no Ambulatório de Neurologia Infantil do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Resulatados Foram revisados os registros médicos de 34 crianças entre janeiro de 1997 e junho de 2000. Em 11 casos foi isolado "Neisseria meningitis" nos exames culturais, sendo em 3 deles do sorotipo B. Vinte e três pacientes apresentaram sintomas neurológicos (68 por cento dos casos). Ocorreram 3 óbitos; nenhum paciente com sintomas neurológicos foi a óbito (P=0,04). No seguimento ambulatorial encontraram-se alterações neurológicas (um caso de hiperatividade, um de convulsôes e um de lesão auditiva neurosensorial)em pacientes que não tiveram sintomas neurológicos.

Conclusões:

a menor mortalidade e o melhor prognóstico neurológico visto durante o seguimento ambulatorial reforçam a idéia de que a localização da meningococcemia é fator de melhor prognóstico, não só quanto à mortalidade como também quanto à morbidade. Estudos prospectivos com maior número de pacientes são necessários para validar esta observação. Aliada às estratégias de imunização, a busca de fatores de pior prognóstico abre margem para uma melhor compreensão da fisiopatologia dessa doença, bem como para investigação mais pormenorizada e tratamento adequado capaz de evitar intercorrências neurológicas a curto prazo e sequelas tardias.
Assuntos
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Coleções: Bases de dados internacionais Contexto em Saúde: ODS3 - Saúde e Bem-Estar Tema em saúde: Meta 3.2: Reduzir as mortes de recém nascidos e crianças com menos de 5 anos Base de dados: LILACS Assunto principal: Infecções Meningocócicas / Doenças do Sistema Nervoso Tipo de estudo: Relato de casos Idioma: Português Revista: Rev. AMRIGS Assunto da revista: Medicina Ano de publicação: 2003 Tipo de documento: Artigo País de afiliação: Brasil Instituição/País de afiliação: Hospital de Clínicas de Porto Alegre/BR

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