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Fixação de enxerto cutâneo em malha de espessura total com sutura ou cola de fibrina / Fixation of full-thickness mesh skin using suture or fibrin glue
Amaral, M. S. P; Rahal, S. C; Dal-Pai, V; Barraviera, S. R. C. S; Lima, A. F. M; Crocci, A. J.
Afiliação
  • Amaral, M. S. P; UNOESTE. Faculdade de Medicina Veterinária. Presidente Prudente. BR
  • Rahal, S. C; UNESP. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. Botucatu. BR
  • Dal-Pai, V; UNOESTE. Faculdade de Medicina Veterinária. Presidente Prudente. BR
  • Barraviera, S. R. C. S; UNESP. Faculdade de Medicina. Botucatu. BR
  • Lima, A. F. M; UNESP. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia. Botucatu. BR
  • Crocci, A. J; UNESP. Instituto de Biociências. Botucatu. BR
Arq. bras. med. vet. zootec ; 56(3): 312-319, jun. 2004. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-364952
Biblioteca responsável: BR68.1
RESUMO
Avaliou-se a influência da cola de fibrina, derivada do veneno de serpente, na fixação e integração de enxerto de pele. Foram utilizados nove cães, sem raça definida, com peso médio de 15kg. Foi induzida ferida de 4I4cm de área, na face crânio-proximal dos antebraços direito e esquerdo. Um enxerto de espessura total foi colhido da região torácica e expandido por meio de expansor de pele. No membro direito o enxerto foi estabilizado no leito receptor por meio de pontos isolados simples; no esquerdo foi fixado pela aplicação de cola de fibrina e oito pontos de sutura. O sítio doador foi fechado empregando-se retalho cutâneo bipediculado. As bandagens do leito receptor foram oclusivas e não aderentes e aplicou-se pomada de neomicina com bacitracina. A troca de bandagens ocorreu diariamente até o sétimo dia de pós-operatório e, posteriormente, a cada três dias. A área de sobrevivência do enxerto foi obtida pela subtração das áreas não viáveis e total medidas com fotomicroscópio Nikon conectado a um sistema de análise de imagem KS-300 aos três, sete, 15 e 30 dias de pós-operatório. Para a avaliação microscópica, a área do enxerto foi colhida em três animais aos sete, 15 e 30 dias de pós-operatório. Não houve diferença entre momentos de avaliação e técnicas de fixação quanto à área de enxerto viável. Os enxertos fixados com cola apresentaram estágio de reparação mais avançado em todos os momentos. Concluiu-se que a cola de fibrina derivada do veneno de serpente tem moderado poder adesivo e, pela análise microscópica, favorece a integração do enxerto cutâneo em malha de espessura total.
Assuntos
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados internacionais Base de dados: LILACS Assunto principal: Venenos de Serpentes / Adesivo Tecidual de Fibrina / Técnicas de Sutura / Transplante de Pele / Cães Limite: Animais Idioma: Português Revista: Arq. bras. med. vet. zootec Assunto da revista: Medicina Veterinária Ano de publicação: 2004 Tipo de documento: Artigo / Documento de projeto País de afiliação: Brasil Instituição/País de afiliação: UNESP/BR / UNOESTE/BR

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