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Avaliação da recuperação do eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal após corticoterapia por meio do cortisol basal / Evaluation of hypothalamic-pituitary-adrenal axis recovery after corticotherapy by using basal cortisol secretion
Silva, Ivani N; Cunha, Cristiane F; Finch, Francisca L; Colosimo, Enrico A.
Afiliação
  • Silva, Ivani N; Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Departamento de Pediatria. Belo Horizonte. BR
  • Cunha, Cristiane F; Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Departamento de Pediatria. Belo Horizonte. BR
  • Finch, Francisca L; Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Departamento de Pediatria. Belo Horizonte. BR
  • Colosimo, Enrico A; Universidade Federal de Minas Gerais. Faculdade de Medicina. Hospital das Clínicas. Departamento de Pediatria. Belo Horizonte. BR
Arq. bras. endocrinol. metab ; 50(1): 118-124, fev. 2006. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-425468
Biblioteca responsável: BR1.1
RESUMO
A suspensão da corticoterapia é a causa mais comum de insuficiência supra-renal, e ainda persistem dúvidas quanto à melhor forma de avaliação da inibição e recuperação do eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal (HHA) provocada pelos glicocorticóides. O objetivo deste estudo foi avaliar a utilidade da dosagem do cortisol basal na avaliação desta insuficiência. Foram avaliadas 35 crianças (mediana da idade de 6,9 anos) submetidas ao tratamento preconizado pelo Grupo Brasileiro para o tratamento da Leucemia Linfocítica Aguda (LLA). O teste de estímulo com o hormônio liberador da corticotrofina (CRH ­ 1 mcg/kg) foi realizado antes da introdução da dexametasona (6 mg/m²/dia, por 28 dias), no 8° e no 28° dias do uso do glicocorticóide e 48 horas e um mês após sua retirada. Houve inibição da secreção do cortisol basal e da concentração máxima (após CRH) durante a corticoterapia e 48 horas após sua suspensão, em relação ao valor obtido antes do tratamento (p< 0,01 e p< 0,0001, respectivamente, para os três exames). Um mês após o término da corticoterapia, o valor do cortisol basal e a concentração máxima não apresentavam diferença significativa em relação ao aferido antes do tratamento. Observou-se correlação positiva e significativa entre as concentrações basais e máximas do cortisol em todos os testes realizados. Observou-se, ainda, que ao considerarmos o limite inferior de cortisol basal de 8,5 mcg/dl obtivemos 95 por cento de especificidade para o diagnóstico da insuficiência adrenal. Concluímos que o uso do cortisol basal é de utilidade como marcador da função supra-renal em crianças durante a suspensão do tratamento e após corticoterapia.
Assuntos
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados internacionais Base de dados: LILACS Assunto principal: Dexametasona / Hidrocortisona / Insuficiência Adrenal / Antineoplásicos Hormonais / Leucemia-Linfoma Linfoblástico de Células Precursoras Limite: Adolescente / Criança / Criança, pré-escolar / Feminino / Humanos / Lactente / Masculino Idioma: Português Revista: Arq. bras. endocrinol. metab Assunto da revista: Endocrinologia / Metabolismo Ano de publicação: 2006 Tipo de documento: Artigo País de afiliação: Brasil Instituição/País de afiliação: Universidade Federal de Minas Gerais/BR

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