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Ventilação mecânica no Brasil: aspectos epidemiológicos / Mechanical ventilation in Brazil: epidemiological aspects
Damasceno, Moyzes Pinto Coelho Duarte; David, Cid Marcos Nascimento; Souza, Paulo Cesar S. P; Chiavone, Paulo Antônio; Cardoso, Lucienne Tibery Queiroz; Amaral, José Luis Gomes; Tasanato, Edys; Silva, Nilton Brandão da; Luiz, Ronir Raggio.
Afiliação
  • Damasceno, Moyzes Pinto Coelho Duarte; Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. BR
  • David, Cid Marcos Nascimento; Universidade Federal do Rio de Janeiro. Hospital Universitário Clementino Fraga Filho. Rio de Janeiro. BR
  • Souza, Paulo Cesar S. P; Hospital de Clínicas de Niterói. Niterói. BR
  • Chiavone, Paulo Antônio; Hospital da Santa Casa de São Paulo. BR
  • Cardoso, Lucienne Tibery Queiroz; Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná. Londrina. BR
  • Amaral, José Luis Gomes; Hospital São Paulo. São Paulo. BR
  • Tasanato, Edys; Hospital da Santa Casa de Campo Grande. BR
  • Silva, Nilton Brandão da; Hospital Moinho de Vento. Porto Alegre. BR
  • Luiz, Ronir Raggio; Universidade Federal do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro. BR
Rev. bras. ter. intensiva ; 18(3): 219-228, jul.-set. 2006. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-481510
Biblioteca responsável: BR13.3
RESUMO
JUSTIFICATIVA E

OBJETIVOS:

Existem poucos estudos epidemiológicos em ventilação mecânica. O objetivo deste estudo foi demonstrar como a ventilação mecânica vem sendo realizada nas UTI brasileiras.

MÉTODO:

O estudo foi realizado com prevalência de um dia em 40 UTI, com 390 pacientes internados, sendo 217 em ventilação mecânica. Os resultados medidos foram a caracterização dos pacientes ventilados, sua distribuição pelo Brasil, as causas da ventilação mecânica, os principais modos ventilatórios usados, os parâmetros ventilatórios mais importantes e a fase de desmame da ventilação mecânica.

RESULTADOS:

As medianas da idade dos pacientes ventilados, do escore APACHE II, e do tempo de ventilação mecânica foram, respectivamente, de 66 anos, 20 pontos e 11 dias. A ventilação mecânica foi determinada pela insuficiência respiratória aguda (IRA) em 71 por cento dos pacientes, o coma em 21,2 por cento, a doença pulmonar obstrutiva crônica em 5,5 por cento e a doença neuromuscular em 2,3 por cento. A ventilação controlada a volume (VCV) (30 por cento), a ventilação com pressão de suporte (PSV) (29,5 por cento) e a ventilação controlada à pressão (PCV) (18 por cento) foram as mais utilizadas, sendo que no desmame predominou a PSV (63,5 por cento). A mediana do volume corrente foi maior nos pacientes em VCV (8 mL/kg). As medianas de pressão inspiratória máxima (30 cmH2O) e de pressão positiva no fim da expiração (PEEP) (8 cmH2O) foram maiores nos pacientes em PCV.

CONCLUSÕES:

O predomínio de pacientes ventilados nas UTI foi indicado pela sua maior gravidade clínica e pelo maior tempo de internação. A IRA foi a principal indicação de ventilação mecânica. VCV e PSV ventilaram mais pacientes, sendo a PSV na fase de desmame ventilatório.
ABSTRACT
BACKGROUND AND

OBJECTIVES:

There are few epidemiological studies in mechanical ventilation, and the aim of the study is to show how this procedure is being used in Brazil.

METHODS:

A 1-day point prevalence study was performed in 40 ICUs, with 390 patients; 217 of these patients were in mechanical ventilation. The results evaluated were the characteristics of ventilated patients, their distribution in Brazil, the mechanical ventilation's causes, the main ventilatory modes, the more important ventilators settings, and the weaning stage of mechanical ventilation.

RESULTS:

The median age of the ventilated patients was 66 years old. The median APACHE II was 20, while the median time of mechanical ventilation was 11 days. Acute respiratory failure occurred in 71 percent of the patients, coma in 21.2 percent, acute exacerbation of chronic respiratory failure in 5.5 percent, and the neuromuscular disease in 2.3 percent. The volume-controlled ventilation (VCV) (30 percent), the pressure support ventilation (PSV) (29.5 percent), and the pressure-controlled ventilation (PCV) (18 percent) were the ventilatory modes most used; the PSV had been the main mode in weaning (63.5 percent). The median of tidal volume (8 mL/kg) was higher in VCV. The median of maximal inspiratory pression (30 cmH2O) and the median of positive end-expiration pressure (PEEP) (8 cmH2O) were higher in PCV.

CONCLUSIONS:

The predominance of ventilated patients in ICUs was marked by clinical severity of them, and a longer hospital stay time; acute respiratory failure was the principal mechanical ventilation cause; VCV and PSV ventilated more patients, with PSV being more used in weaning patients.
Assuntos
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados internacionais Base de dados: LILACS Assunto principal: Respiração Artificial / Epidemiologia Limite: Feminino / Humanos / Masculino País/Região como assunto: América do Sul / Brasil Idioma: Português Revista: Rev. bras. ter. intensiva Assunto da revista: Terapia Intensiva Ano de publicação: 2006 Tipo de documento: Artigo País de afiliação: Brasil Instituição/País de afiliação: Hospital Moinho de Vento/BR / Hospital São Paulo/BR / Hospital Universitário Regional do Norte do Paraná/BR / Hospital da Santa Casa de Campo Grande/BR / Hospital da Santa Casa de São Paulo/BR / Hospital de Clínicas de Niterói/BR / Universidade Federal do Rio de Janeiro/BR

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