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Intubação orotraqueal e disfagia: comparação entre pacientes com e sem dano cerebral / Orotracheal intubation and dysphagia: comparison of patients with and without brain damage
Padovani, Aline Rodrigues; Moraes, Danielle Pedroni; Medeiros, Gisele Chagas de; Almeida, Tatiana Magalhães de; Andrade, Claudia Regina Furquim de.
Afiliação
  • Padovani, Aline Rodrigues; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital de Clínicas. São Paulo. BR
  • Moraes, Danielle Pedroni; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital de Clínicas. São Paulo. BR
  • Medeiros, Gisele Chagas de; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital de Clínicas. São Paulo. BR
  • Almeida, Tatiana Magalhães de; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Hospital de Clínicas. São Paulo. BR
  • Andrade, Claudia Regina Furquim de; Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Fisioterapia. São Paulo. BR
Einstein (Säo Paulo) ; 6(3): 343-349, 2008.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: lil-516939
Biblioteca responsável: BR500.1
RESUMO

Objetivos:

Comparar as habilidades de deglutição e alimentação entre pacientes extubados, com e sem dano cerebral.

Métodos:

Estudo etrospectivo, que incluiu 44 pacientes de 20 a 50 anos, submetidos à intubação orotraqueal (IOT) prolongada (> 48 horas). Foram analisados dois grupos, sendo o Grupo 1 composto por pacientes sem traumatismo crânio-encefálico (TCE) e o Grupo 2 de pacientes com TCE. Para a comparação, foram utilizadas duas escalas que caracterizaram as habilidades funcionais de deglutição e alimentação. Avaliou-se também o nível de alerta, consciência e colaboração dos pacientes. R

resultados:

Os grupos apresentaram-se equiparáveis quanto à idade, número e tempo de intubação e de extubação na data da avaliação. Em relação ao diagnóstico fonoaudiológico, o Grupo 1 apresentou maior porcentagem de deglutição funcional e disfagia leve, enquanto o Grupo 2 apresentou maior concentração das disfagias de grau moderado a grave e de grau grave. A média observada na Escala Funcional de Ingestão Oral na data da avaliação foi maior no Grupo 1. Além disso, o grupo de lesados cerebrais apresentou-se mais sonolento, menos contactuante e menos colaborativo na primeira avaliação. C

conclusões:

Neste estudo, os pacientes submetidos à IOT prolongada apresentaram disfagia em diferentes graus, porém os pacientes com dano cerebral tiveram maior freqüência e gravidade deste distúrbio. Desta forma, concluímos que a IOT não pode ser considerada como fator causador da disfagia isoladamente, principalmente nos pacientes neurológicos. Além disso, observou-se que alguns fatores cognitivos podem influenciar a possibilidade de ofertar dieta por via oral.
Assuntos
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados internacionais Base de dados: LILACS Assunto principal: Transtornos de Deglutição / Lesões Encefálicas Traumáticas / Intubação Intratraqueal Limite: Feminino / Humanos / Masculino Idioma: Inglês Revista: Einstein (Säo Paulo) Assunto da revista: Medicina Ano de publicação: 2008 Tipo de documento: Artigo País de afiliação: Brasil Instituição/País de afiliação: Universidade de São Paulo/BR

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