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Abordaje selectvvo anterolateral para manejo defracturas de la región toracoluumbar (t12, l1, l2): descripción de una técnica quirúrgica por incisión mínima / Antrolateral sellective approach to managing fractures of the region thoracolumbar (t12, l1, l2): description of a technique for gash minimum quirúrgica / Abordagem sletivva anterolaeral para manejo de fraturas da região toracoloombar (t12, l1, l2): descrição de uma técnica cirúrgica por incisão mínima
MATTA, JAVIER; ARRIETA, VICTOR; GONZÁLEZ, MARIO; JAIMES, LEONARDO.
Afiliação
  • MATTA, JAVIER; Hospital Militar Central. Servicio de Ortopedia y Traumatología. Bogotá, D.C.. CO
  • ARRIETA, VICTOR; Hospital Militar Central. Servicio de Ortopedia y Traumatología. Bogotá, D.C.. CO
  • GONZÁLEZ, MARIO; Hospital Militar Central. Servicio de Ortopedia y Traumatología. Bogotá, D.C.. CO
  • JAIMES, LEONARDO; Hospital Militar Central. Servicio de Ortopedia y Traumatología. Bogotá, D.C.. CO
Rev. MED ; 21(1): 54-62, ene.-jun. 2013. ilus
Artigo em Espanhol | LILACS-Express | LILACS | ID: lil-700587
Biblioteca responsável: CO332
RESUMEN
La unión toracolumbar es el área más frecuentemente afectada por el trauma cerrado de columna vertebral. Anatómicamente es una zona transicional entre la columna torácica rígida y la lumbar móvil. Se presentan con mayor frecuencia en fracturas por acuñamiento o por estallido, con o sin déficit neurológico. El tratamiento se realiza por abordaje anterolateral en pacientes con acuñamientos inveterados, cifosis postraumática y estallidos con déficit parcial que ameriten descompresión. Se describe una técnica efectuada por ortopedistas-cirujanos de columna, realizada con incisión mínima mediante abordaje extrapleural, subdiafragmático, retroperitoneal, evitando la toracostomia, practicada en disección cadavérica y reporte preliminar de su aplicación en pacientes con trauma toracolumbar. Se practicó disección cadavérica de la técnica cuya incisión es de 10cm, inicia en el borde externo de los paravertebrales siguiendo la dirección de las costillas falsas. Para fracturas de T12 se expone T11 a L1, se resecan las costillas onceava y doceava, continuando con disección extrapleural subdiafragmática retroperitoneal. Para fracturas de L1 que requiere exposición vertebral T12 a L2, se resecan la costilla doceava y se continúa la disección descrita anteriormente. Para fracturas de L2 que requiere exposición vertebral de L1 a L3, no se realiza resección costal y se efectúa una disección retroperitoneal. Por el mismo abordaje se efectúa descompresión medular, reconstrucción con injertos óseos costales o de cresta ilíaca, interposición de cestas de titanio y fijación interna según el caso. Se realiza además un estudio descriptivo tipo serie de casos con pacientes intervenidos con este abordaje. Se expone la experiencia en disección cadavérica y reparos, posibles complicaciones La experiencia clínica comprende 21 pacientes intervenidos con fracturas por acuñamiento, cifosis postraumática, estallido con déficit neurológico parcial. La fijación interna la efectuamos mediante un sistema de barras y tornillos vertebrales realizando reducción de la fractura y deformidad asociada.
ABSTRACT
Thoracolumbar junction is the area more frequently affected by spine closed trauma. Anatomically, it is a transitional zone between the rigid thoracic spine and the mobile lumbar spine. Usually, wedge or burst fractures occur, with or without neurological deficit. It can be treated through anterolateral approach in patients with inveterated wedges, post-traumatic kyphosis and bursts with partial deficit justifying decompression. A technique performed by spine orthopedic surgeons is described, carried out with minimal incision through extrapleural, subdiaphragmatic, retroperitoneal approach, avoiding thoracostomy, practiced in cadaveric dissection and preliminary report of its application in thoracolumbar trauma patients. Cadaveric dissection was performed with the technique whose incision is 10 cm, starting in the external edge of paravertebral muscles, following the direction of the false ribs. For T12 fractures, T11 to L1 are exposed, eleventh and twelfth ribs are removed, continuing with extrapleural subdiaphragmatic retroperitoneal dissection. For L1 fractures requiring T12 to L2 vertebral exposition, twelfth rib is removed and the above described dissection is continued. For L2 fractures requiring L1 to L3 vertebral exposition no costal resection is done but a retroperitoneal dissection. Through the same approach, spinal decompression, reconstruction with costal bone or iliac crest grafts, interposition of titanium cages and internal fixation as appropriate are perfomed. Additionally, a case-series-type descriptive study is done with patients undergoing this approach. The experience with cadaveric dissection, repairs, and feasible complications is showed. The clinical experience includes 21 intervened patients with wedge fractures, post-traumatic kyphosis, and burst with partial neurological deficit. Internal fixation is done through a system using vertebral bars and screws performing reduction of fracture and associated deformity.
RESUMO
A união toracolombar é a área mais frequentemente afetada pelo trauma fechado de coluna vertebral. Anatomicamente é uma zona transicional entre a coluna torácica rígida e a lombar móvel. Apresentam-se com maior frequência em fraturas em forma de cunha ou por estalo, com ou sem déficit neurológico. O tratamento se realiza por abordagem anterolateral em pacientes com acunhamentos inveterados, cifose pós-traumática e estalos com déficit parcial que precisem descompressão. Descreve-se uma técnica efetuada por ortopedistas cirurgiões de coluna, realizada com incisão mínima mediante abordagem extrapleural, subdiafragmática, retroperitoneal, evitando a toracotomia, praticada em dissecação cadavérica e reporte preliminar da sua aplicação em pacientes com trauma toracolombar. Se praticou dissecação cadavérica da técnica cuja incisão é de 10 cm, inicia na borda externa dos para-vertebrais seguindo a direção das costelas falsas. Para fraturas de T12 se expõe T11 a L1, se ressecam as costelas décima primeira e décima segunda, continuando com dissecação extrapleural subdiafragmática retroperitoneal. Para fraturas de L1 que requeiram exposição vertebral T12 a L2, se resseca a costela décima primeira e se continua a dissecação descrita anteriormente. Para fraturas de L2 que requerem exposição vertebral de L1 a L3, não se realiza resseção costal e se efetua uma dissecação retroperitoneal. Pela mesma abordagem se efetua descompressão medular, reconstrução com enxertos ósseos costais ou de cresta ilíaca, interposição de cestas de titânio e fixação interna segundo o caso. Realiza-se ademais um estudo descritivo tipo série de casos com pacientes intervindos com esta abordagem. Expõe-se a experiência em dissecação cadavérica e reparos, possíveis complicações A experiência clínica compreende 21 pacientes intervindos com fraturas por acunhamento, cifose pós-traumática, estalo com déficit neurológico parcial. A fixação interna efetuamos-a mediante um sistema de barras e parafusos vertebrais realizando redução da fratura e deformidade associada.
Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados internacionais Base de dados: LILACS Idioma: Espanhol Revista: Rev. MED Assunto da revista: Medicina Ano de publicação: 2013 Tipo de documento: Artigo País de afiliação: Colômbia Instituição/País de afiliação: Hospital Militar Central/CO

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