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1.
Arch. latinoam. nutr ; 74(1): 22-32, mar. 2024. tab, graf
Artigo em Espanhol | LILACS, LIVECS | ID: biblio-1555082

RESUMO

Introducción: La presencia de sobrepeso y obesidad aumentan la morbimortalidad de la población latinoamericana. La deficiencia de micronutrientes como el calcio y la vitamina D se han relacionado con un aumento del riesgo de obesidad. Objetivo: Determinar la relación entre la ingesta de vitamina D y de calcio con los factores de riesgo para obesidad en la población urbana costarricense incluidas en el Estudio ELANS. Materiales y métodos: Se incluyeron 798 participantes costarricenses del Estudio ELANS. Se determinó la distribución del consumo de calcio y vitamina D según las características socioeconómicas, la actividad física y los datos antropométricos. Se compararon los grupos con las pruebas U de Mann ­ Whitney y Kruskal-Wallis. Se realizaron modelos de regresión lineal y logística. Resultados: El consumo de calcio y vitamina D fue inadecuado en más del 98% de los participantes. Las mujeres, las personas con menor nivel socioeconómico, baja actividad física, de menor edad, con exceso de peso y obesidad abdominal presentaron un consumo menor de calcio y de vitamina D. El consumo de calcio y vitamina D es mayor en los grupos que tienen un menor IMC (p= 0,023 para calcio y p= 0,252 para vitamina D). Las personas con menor circunferencia de la cintura tuvieron más consumo de calcio y vitamina D (p= 0,002 para calcio y p= 0,008 para vitamina D). No hubo asociación del consumo en los modelos de regresión. Conclusiones: El consumo de calcio y vitamina D es deficiente en la población urbana costarricense y, presentó una relación inversa con el IMC(AU)


ntroduction: The presence of overweight and obesity increase the morbimortality of people in Latin America. Micronutrient deficiencies, such as calcium and vitamin D, are associated with an increased risk of obesity. Objective: To determine the relationship between vitamin D and calcium intake with risk factors for obesity in the Costa Rican urban population included in the ELANS Study. Materials and methods: For this analysis we used the 798 Costa Rican participants of the study (ELANS). The distribution of calcium and vitamin D intake was determined according to socioeconomic status, physical activity, and anthropometric measures. The Mann ­ Whitney and Kruskal-Wallis U tests were used, as well as linear and logistic regression models were performed. Results: Calcium and vitamin D intake was inadequate in more than 98% of the participants. Women, individuals with a lower socioeconomic level, low physical activity, younger age and those with excess weight and abdominal obesity presented lower consumptionofcalciumandvitamin D. Theconsumption of calcium and vitamin D was greater in the groups that have a lower BMI (p= 0.023 for calcium and p= 0.252 for vitamin D). The smaller the waist circumference, the greater the consumption of calcium and vitamin D (p= 0.002 for calcium and p= 0.008 for vitamin D). No association of the consumption of calcium and vitamin D was found in the regression models. Conclusions: Consumption of calcium and vitamin D is deficient in the Costa Rican urban population, and more prevalent among those with higher BMI. Arch Latinoam Nutr 2024(AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Vitamina D , Cálcio , Fatores de Risco , Sobrepeso , Comportamento Alimentar , Obesidade , Classe Social , Exercício Físico , Índice de Massa Corporal , Ingestão de Alimentos , Doenças não Transmissíveis
2.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1525939

RESUMO

OBJECTIVES: To evaluate the frequency of hypovitaminosis D among older adults and its association with the level of functionality. METHODS: This cross-sectional observational study of older adults residing in a non-profit long-term care facility assessed functionality with the Katz Index of Independence in Activities of Daily Living. Vitamin D levels were classified as: deficient (< 20 ng/mL), insufficient (21-29 ng/mL), or normal (≥ 30 ng/mL). We used the chi-square test and Student's t-test to compare dichotomous and continuous variables, respectively. Analysis of variance with Tukey's post hoc test was used to assess differences between groups. RESULTS: The sample consisted of 63 individuals whose mean age was 81 (61-113) years: 36 (55.4%) women and 27 (44.6%) men. The mean vitamin D level was 18.6 ng/mL, being < 30 ng/mL in 84.1%. The level was normal in 10 (15.9%), insufficient in 17 (27%), and deficient in 36 (57.1%). Vitamin D deficiency was present in 76.5% of those with total functional dependence (Katz = 5-6). CONCLUSIONS: We observed a high frequency of hypovitaminosis D, especially vitamin D deficiency, which was very common among those with significant functional dependence.


OBJETIVOS: Avaliar a frequência de hipovitaminose D em idosos de uma instituição filantrópica de longa permanência e sua associação com grau de funcionalidade. METODOLOGIA: Estudo transversal, observacional e analítico de idosos de uma instituição filantrópica de longa permanência. A funcionalidade foi avaliada pela Escala de Katz. Os níveis de vitamina D foram classificados em: deficiência (valores menores que 20 ng/mL); insuficiência (valores entre 21 - 29 ng/mL) e normais (valores igual ou superior a 30 ng/mL). Empregamos teste qui-quadrado e t de student, para compararmos variáveis dicotômicas e contínuas, respectivamente; e análise de variância (ANOVA) com teste post hoc de Tukey, para avaliarmos as diferenças entre os grupos. RESULTADOS: Sessenta e três indivíduos foram analisados com média de idade de 81 anos (61 - 113), sendo 36 (55,4%) mulheres e 27 (44,6%) homens. A média de vitamina D foi 18,6 ng/mL, 84,1% com níveis menores que 30 ng/mL; dez apresentaram níveis normais (15,9%), 17 com insuficiência (27%) e 36 com deficiência (57,1%); ainda, 76,5% dos portadores de dependência funcional total (Katz = 5 - 6) apresentam deficiência de vitamina D. CONCLUSÕES: Observamos uma alta frequência de hipovitaminose D, especialmente deficiência, muito frequentes naqueles com dependência funcional importante


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Deficiência de Vitamina D/diagnóstico , 24,25-Di-Hidroxivitamina D 3/sangue , Avaliação Geriátrica , Saúde do Idoso Institucionalizado , Estudos Transversais
3.
ABCS health sci ; 47: e022222, 06 abr. 2022. ilus, tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1398276

RESUMO

INTRODUCTION: Optimal serum levels of vitamin D are of great importance, especially in populations with comorbidities such as Diabetes Mellitus (DM). OBJECTIVE: The study evaluated the relationship between hypovitaminosis D and glycemic control in older adults with type 2 DM. METHODS: Cross-sectional and prospective study, part of the EELO project (Study on Aging and Longevity), conducted in Southern Brazil. Glycated hemoglobin (diabetes ≥6.5%) and serum levels of vitamin D (25(OH)D) were evaluated. Hypovitaminosis D was determined using cutoff points <20 and <30 ng/mL). Multivariate logistic regression was used to assess the risk of having uncontrolled DM. RESULTS: Of the 120 older adults included in the study, aged between 60 and 87 years, 74.2% were women, 66.7% used hypoglycemic medications and 75.8% exhibited uncontrolled diabetes. An inverse correlation was observed between the levels of 25(OH) D and glycated hemoglobin (rS=-0.19, p=0.037), suggesting that low levels of vitamin D are associated with poor glycemic control in diabetic individuals. The prevalence of hypovitaminosis D when using the cutoff points of <20 and <30 ng/mL were 34.2% and 75.0%, respectively. The odds ratio (OR) analysis showed that individuals with 25(OH)D<20ng/mL have almost 4 times more risk of having uncontrolled DM (OR:3.94; CI95%:1.25-12.46, p=0.02) when compared to the older adults with sufficient levels of vitamin D. CONCLUSION: The results indicate that the optimal serum levels currently recommended for 25(OH)D should preferably be 30 ng/mL or higher to contribute to better glycemic control in older adults with type 2 DM.


INTRODUÇÃO: Os níveis séricos ideais de vitamina D são de grande importância, especialmente na população com comorbidades como o Diabetes Mellitus (DM). OBJETIVO: O estudo avaliou a relação entre hipovitaminose D e controle glicêmico em idosos com DM tipo 2. MÉTODOS: Estudo transversal e prospectivo, parte do projeto EELO (Estudo sobre Envelhecimento e Longevidade), no Sul do Brasil. A hemoglobina glicada (diabetes ≥6,5%) e os níveis séricos de vitamina D (25(OH)D) foram avaliados. Hipovitaminose D foi determinada usando ponto de corte <20 e <30 ng/mL. Regressão logística multivariada foi utilizada para avaliar o risco de ter DM descompensado. RESULTADOS: Dos 120 idosos incluídos no estudo, idade entre 60 a 87 anos, 74,2% eram mulheres, 66,7% faziam uso de medicamentos hipoglicemiantes e 75,8% apresentavam diabetes descompensada. Uma correlação inversa foi observada entre os níveis de 25(OH)D e hemoglobina glicada (rS=-0,19; p=0.037), sugerindo que baixos níveis de vitamina D está associado a um pior controle glicêmico em diabéticos. A prevalência de hipovitaminose D quando se utiliza ponto de corte <20 e <30 ng/mL foi de 34,2% e 75,0%, respectivamente. A análise Odds ratio (OR) mostrou que indivíduos com 25(OH)D<20 ng/mL tem quase 4 vezes mais risco de ter DM descompensado (OR:3,94; IC95%:1,25­12,46; p=0,02) quando comparado aos idosos com níveis suficientes de vitamina D. CONCLUSÃO: Os resultados indicam que os níveis sérios ideais atualmente recomendados para 25(OH)D maior ou igual a 30 ng/ml contribuem para o melhor controle glicêmico na população idosa com DM tipo 2.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Idoso , Deficiência de Vitamina D , 25-Hidroxivitamina D 2/deficiência , Diabetes Mellitus Tipo 2 , Controle Glicêmico , Hemoglobinas Glicadas , Saúde do Idoso , Estudos Transversais , Estudos Prospectivos
4.
Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 27(2): 653-663, Fev. 2022. tab
Artigo em Inglês, Português | LILACS | ID: biblio-1356077

RESUMO

Resumo O objetivo deste artigo é analisar a insuficiência de vitamina D e fatores associados em idosos assistidos na atenção primária à saúde. Trata-se de um estudo transversal que avaliou 533 idosos (≥ 60 anos) em três cidades do estado de São Paulo, Brasil. Foi avaliada a 25-hidroxivitamina D (25 OH D) sérica por quimioluminescência. Os fatores avaliados foram condições sociodemográficas (sexo, faixa etária, etnia, escolaridade, renda, estado civil), de saúde (doenças referidas), composição corporal (IMC, circunferência da cintura), estilo de vida (atividade física e tabagismo) e exposição solar (finalidade, duração, frequência e horário de exposição, partes expostas, uso de protetor solar, tipo de pele). A prevalência de insuficiência foi de 64,5%, com associação para sexo feminino, etnia não brancos/não declarados, baixo peso, circunferência da cintura elevada (risco para DCV) e inatividade física. Houve associação negativa para exposição solar habitual de mãos, braços e pernas, durante atividade de lazer, deslocamentos diários e atividade física e entre as 9h e 15h. Os achados mostram a relevância de fatores como sexo, etnia, composição corporal, atividade física e hábitos de exposição solar na alta prevalência de níveis inadequados de vitamina D em idosos.


Abstract This article aims to analyze vitamin D insufficiency and factors associated among older adults using primary health care services. This is a cross-sectional study that evaluated 533 older adults individuals (≥ 60 years old) in three cities in the state of São Paulo, Brazil. Serum level of 25-hydroxyvitamin D (25-OHD) was evaluated by chemiluminescence. The factors evaluated were sociodemographic information (sex, age group, ethnicity, education, income, marital status), health conditions (reported diseases), body composition (BMI, waist circumference), lifestyle (physical activity and smoking), and sun exposure (purpose, duration, frequency, time of exposure, exposed body parts, use of sunscreen, skin type). The prevalence of vitamin D insufficiency was 64.5%, presenting association with female participants, non-white/unreported ethnicity, low weight, high waist circumference (risk for CVD - cardiovascular disease), and physical inactivity. Negative association was observed with habitual sun exposure of hands, arms and legs, during leisure activities, daily commuting and physical activity, and between 9 am and 3 pm. The findings show the relevance of factors such as sex, ethnicity, body composition, physical activity, and sun exposure habits in the high prevalence of inadequate levels of vitamin D among older adults.


Assuntos
Humanos , Feminino , Idoso , Deficiência de Vitamina D/epidemiologia , Atenção Primária à Saúde , Vitamina D , Brasil/epidemiologia , Estudos Transversais , Pessoa de Meia-Idade
5.
Rev. Col. Bras. Cir ; 49: e20223054, 2022. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1365396

RESUMO

ABSTRACT Objective: to evaluate the relationship between 25(OH)D3 levels and fatal outcome in patients over 60 years of age undergoing surgical repair of hip fractures. Methods: prospective cohort of patients undergoing surgical repair of hip fractures. At admission, 25(OH)D3 levels were measured, among other parameters. Patients were followed for at least 1 year, and incident mortality was recorded. Results: 209 patients were included in the study, with a mean age of 79.5 ± 7.6 years among survivors and 80.7 ± 8.2 years among those who died in the first postoperative year (p=0.346). The 25(OH)D3 levels of survivors were significantly higher than those of patients who died (p=0.003). After adjusting for confounding variables, 25(OH)D3 levels below 12.5ng/mL were significant risk factors regardless of mortality (adjusted OR: 7.6; 95% CI: 2.35 to 24.56). Conclusions: our data show that serum 25(OH)D3 levels below 12.5ng/mL significantly and independently increased the risk of mortality in the first year after surgical repair of low-energy hip fracture in patients over 60 years of age in the geographic region where this study was conducted. Low albumin also showed a significant association with mortality in these patients. All other factors had no significant associations.


RESUMO Objetivo: avaliar a relação entre os níveis de 25(OH)D3 e o desfecho fatal em pacientes acima de 60 anos submetidos a correção cirúrgica de fratura de quadril. Métodos: coorte prospectiva de pacientes submetidos a correção cirúrgica de fraturas de quadril. À admissão, foram medidos os níveis de 25(OH)D3, entre outros parâmetros. Os pacientes foram acompanhados por, pelo menos, um ano e a mortalidade foi registrada. Resultados: foram incluídos 209 pacientes no estudo, com média de idade de 79,5 ± 7,6 anos entre os sobreviventes e 80,7 ± 8,2 anos entre os que morreram no primeiro ano de pós-operatório (p=0,346). Os níveis de 25(OH)D3 dos sobreviventes foram significativamente maiores do que os dos pacientes que morreram (p=0,003). Após o ajuste para variáveis de confusão, níveis de 25(OH)D3 abaixo de 12,5ng/mL foram fator de risco significativo, independentemente da mortalidade (OR ajustado 7,6; IC 95% 2,35 24,56). Conclusões: níveis séricos de 25(OH)D3 abaixo de 12,5ng/mL aumentaram significativa e independentemente o risco de morte no primeiro ano após o reparo cirúrgico de fratura de quadril de baixa energia em pacientes com mais de 60 anos de idade na região geográfica onde este estudo foi realizado. A albumina baixa também teve associação significativa com a mortalidade nesses pacientes. Todos os outros fatores não tiveram associações significativas.


Assuntos
Humanos , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Deficiência de Vitamina D/complicações , Fraturas do Quadril/cirurgia , Vitamina D , Estudos Prospectivos , Fatores de Risco , Estudos de Coortes , Pessoa de Meia-Idade
6.
Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 26(8): 3221-3244, ago. 2021. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1285943

RESUMO

Abstract Low bone health is associated with vitamin D deficiency in older individuals; however, this association is not well established in adults. The aim of the study was to analyze the association between serum concentrations of 25-hydroxyvitamin D and bone health in adults by systematic review and meta-analysis. The search was carried out in the LILACS, PubMed, Scopus, Web of Science, ScienceDirect databases from March 2017 to October 2018 with adult individuals (20-59 years). Bone health was evaluation performed through dual X-ray absorptiometry and serum concentrations of 25(OH)D. The random effect model was used to analyze data from bone mineral content and bone mineral. Random effects models were used and the sources of heterogeneity were explored by means of meta-regression. Thirty-five articles were selected. There was positive correlation between vitamin D and bone health in most of the evaluated sites. Correlation was observed in the analysis of subgroups for lumbar spine among men. When stratified, the studies presented high heterogeneity, which was explained by the sample size, mean serum vitamin D levels and risk of bias. Vitamin D is positively correlated to bone health in adult individuals.


Resumo A baixa saúde óssea está associada à deficiência de vitamina D em indivíduos mais velhos; no entanto, isso não está bem estabelecido em adultos. O estudo objetivou-se analisar a associação entre concentrações séricas de 25-hidroxivitamina D e baixa saúde óssea em adultos por revisão sistemática e metanálise. A pesquisa foi realizada nas bases LILACS, PubMed, Scopus, Web of Science, ScienceDirect de março de 2017 a outubro de 2018 com indivíduos adultos (20-59 anos). A avaliação da saúde óssea foi realizada através da absorciometria dupla de raios X e concentrações séricas de 25(OH)D. O modelo de efeito aleatório foi utilizado para analisar dados do conteúdo mineral ósseo e densidade mineral óssea. Modelos de efeitos aleatórios foram utilizados e a heterogeneidade foi explorada por meio de meta-regressão. Trinta e cinco artigos foram selecionados. Houve correlação positiva entre a vitamina D e a saúde óssea na maioria dos locais avaliados. Observou-se correlação na análise de subgrupos da coluna lombar entre homens. Quando estratificados, os estudos apresentaram alta heterogeneidade, explicada pelo tamanho da amostra, pelos níveis séricos médios da vitamina e pelo risco de viés. A vitamina D está positivamente correlacionada com a saúde óssea em indivíduos adultos.


Assuntos
Humanos , Masculino , Adulto , Idoso , Deficiência de Vitamina D/epidemiologia , Densidade Óssea , Vitamina D , Vitaminas , Absorciometria de Fóton
7.
Ciênc. cuid. saúde ; 20: e50127, 2021. graf
Artigo em Português | LILACS, BDENF - Enfermagem | ID: biblio-1339643

RESUMO

RESUMO Objetivo: analisar os estudos científicos desenvolvidos sobre a deficiência de vitamina D e a mortalidade por causa cardiovascular nas pessoas com doença renal crônica. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura a partir das bases de dados LILACS, Pub Med, Medline e na biblioteca eletrônica SciELO, utilizando os descritores deficiência de vitamina D, mortalidade cardiovascular e doença renal crônica, sendo selecionados 14 artigos para análise. Resultados: A partir da análise dos artigos selecionados, foi possível identificar que a deficiência de vitamina D e a mortalidade cardiovascular são condições muito frequentes em renais crônicos e, por isso, discutem-se hipóteses de que a correção desta deficiência pode exercer efeitos benéficos sobre a doença e mortalidade cardiovascular nessa população. Conclusão: Há uma intrínseca relação entre a carência de vitamina D e a mortalidade cardiovascular. Entretanto, ainda é discutível se a suplementação de vitamina D reduz a mortalidade cardiovascular nos doentes renais crônicos. Tal hipótese precisa ser testada em ensaios clínicos, ensejando a necessidade de se desenvolver mais pesquisas sobre o tema.


RESUMEN Objetivo: analizar los estudios científicos desarrollados sobre la deficiencia de vitamina D y la mortalidad por causa cardiovascular en las personas con enfermedad renal crónica. Método: se trata de una revisión integradora de la literatura a partir de las bases de datos LILACS, PubMed, Medline yen la biblioteca electrónica SciELO, utilizando los descriptores deficiencia de vitamina D; mortalidad cardiovascular y enfermedad renal crónica, siendo seleccionados 14 artículos para el análisis. Resultados: a partir del análisis de los artículos seleccionados, fue posible identificar que la deficiencia de vitamina D y la mortalidad cardiovascular son condiciones muy frecuentes en enfermos renales crónicos y, por ello, se discuten hipótesis de que la corrección de esta deficiencia puede ejercer efectos benéficos sobre la enfermedad y mortalidad cardiovascular en esta población. Conclusión: hay una intrínseca relación entre la carencia de vitamina D y la mortalidad cardiovascular. Sin embargo, aúnes discutible si la suplementación de vitamina D reduce la mortalidad cardiovascular en los enfermos renales crónicos. Tal hipótesis necesita ser probada en ensayos clínicos, fomentando la necesidad de desarrollarse más investigaciones sobre el tema.


ABSTRACT Objective: To analyze scientific studies that have addressed vitamin D deficiency and cardiovascular mortality in people with chronic kidney disease. Method: This is an integrative literature review conducted through the LILACS, PubMed and Medline databases, and through the SciELO electronic library, using the 'vitamin D deficiency', 'cardiovascular mortality' and 'chronic kidney disease' descriptors, with 14 articles being selected for analysis. Results: By analyzing the selected articles, it was possible to identify that vitamin D deficiency and cardiovascular mortality are very common conditions in chronic renal patients and, for this reason, there are hypotheses that correcting this deficiency may have beneficial effects on the disease and cardiovascular mortality in this population. Conclusion: There is an intrinsic relationship between vitamin D deficiency and cardiovascular mortality. However, it is still debatable whether vitamin D supplementation reduces cardiovascular mortality in chronic renal patients. Such hypothesis needs to be tested in clinical trials, which gives cause for the need to develop further research on the theme.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Deficiência de Vitamina D , Mortalidade , Insuficiência Renal Crônica , Pacientes , Vitamina D , Vasos Sanguíneos , Doença Crônica , Morte
8.
Evid. actual. práct. ambul ; 24(2): e002135, 2021.
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1254959

RESUMO

La Vitamina D es un micronutriente esencial que obtenemos a partir de la síntesis dérmica tras la radiación solar ultravioleta. Diferentes estudios han evidenciado que la vitamina D tiene diversos efectos a nivel del sistema inmune, y cumple un rol esencial en la respuesta ante infecciones virales respiratorias. A partir de un caso clínico real, en contexto de la actual pandemia de COVID-19, revisamos la evidencia disponible y encontramos que no existen pruebas que respaldan la suplementación con vitamina D para prevenir la infección o los desenlaces adversos de esta enfermedad. (AU)


Vitamin D is an essential micronutrient that we obtain from dermal synthesis following solar ultraviolet radiation. Different studies have shown that vitamin D has various effects on the immune system and plays an essential role in the response to respiratory viral infections. Based on a real clinical case, in the context of the current COVID-19 pandemic, we reviewed the available evidence and found that there is no proof to support vitamin D supplementation to prevent the infection or the adverse outcomes of this disease. (AU)


Assuntos
Humanos , Feminino , Idoso , Vitamina D , COVID-19 , Atenção Primária à Saúde , Deficiência de Vitamina D , Suplementos Nutricionais , Pandemias , Revisões Sistemáticas como Assunto , SARS-CoV-2
9.
Gac. méd. Méx ; 156(6): 519-525, nov.-dic. 2020. tab
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1249961

RESUMO

Resumen Introducción: La relación entre 25-OH-vitamina D y el sistema inmune en pacientes con enfermedad renal crónica es objeto de atención. Objetivos: Evaluar la prevalencia de la deficiencia de vitamina D en pacientes en hemodiálisis e investigar la asociación entre la vitamina D y proteína C reactiva ultrasensible (PCRus), índice neutrófilo/linfocito (INL) e índice plaqueta/linfocito (IPL). Método: Estudio transversal de 80 pacientes en hemodiálisis, divididos en dos grupos: un nivel sérico de 25-OH-vitamina D < 20 ng/mL se consideró como deficiencia de vitamina D y ≥ 20 ng/mL, como normal. Con el análisis de correlación de Spearman se definió la relación entre los parámetros. Resultados: 40 % de los pacientes presentó deficiencia de vitamina D. Hubo diferencias significativas entre los grupos en PCRus (p = 0.047), INL (p = 0.039), IPL (p = 0.042) y tratamiento con análogos de vitamina D (p = 0.022). La vitamina D tuvo una correlación negativa significativa con PCRus (p = 0.026), INL (p = 0.013) e IPL (p = 0.022). Conclusiones: La deficiencia de vitamina D fue de 40 %. Los niveles de PCRus, INL e IPL fueron significativamente más altos ante deficiencia de vitamina D. Se encontró correlación inversa significativa entre vitamina D y PCRus, INL e IPL.


Abstract Introduction: The relationship between 25-OH-vitamin D and the immune system in patients with chronic kidney disease is a subject of attention. Objectives: To assess the prevalence of vitamin D deficiency in patients on hemodialysis and to investigate the association between vitamin D, ultra-sensitive C-reactive protein (US-CRP), neutrophil-to-lymphocyte ratio (NLR) and platelet-to-lymphocyte ratio (PLR). Method: Cross-sectional study of 80 patients on hemodialysis, divided into two groups: a serum 25-OH-vitamin D level < 20 ng/mL was considered to be vitamin D deficiency and a serum level ≥ 20 ng/mL was regarded as normal. The relationship between the parameters was defined with Spearman's correlation analysis. Results: 40 % of the patients had vitamin D deficiency. There were significant differences between groups in US-CRP (p = 0.047), NLR (p = 0.039), PLR (p = 0.042) and treatment with vitamin D analogues (p = 0.022). Vitamin D had a significant negative correlation with US-CRP (p = 0.026), NLR (p = 0.013) and PLR (p = 0.022). Conclusions: The prevalence of vitamin D deficiency was 40 %. The values of US-CRP, NLR and PLR were significantly higher in the presence of vitamin D deficiency. A significant inverse correlation was found between vitamin D levels and US-CRP, NLR and PLR.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Idoso , Vitamina D/sangue , Deficiência de Vitamina D/sangue , Deficiência de Vitamina D/epidemiologia , Diálise Renal , Mediadores da Inflamação/sangue , Insuficiência Renal Crônica/sangue , Plaquetas/citologia , Proteína C-Reativa/análise , Linfócitos/citologia , Biomarcadores/sangue , Prevalência , Estudos Transversais , Insuficiência Renal Crônica/terapia , Neutrófilos/citologia
10.
J. bras. nefrol ; 42(4): 420-428, Oct.-Dec. 2020. tab
Artigo em Inglês, Português | LILACS | ID: biblio-1154631

RESUMO

Abstract Introduction: The progressive decline in 25-hydroxyvitamin D [25(OH)D] in chronic kidney disease (CKD) limits the kidney ability of synthesizing the vitamin. Vitamin D deficiency as defined by KDIGO (25(OH)D <20 ng/mL) is prevalent in CKD patients and associated to oxidative stress (OS). We studied a possible association between vitamin D deficiency and OS in pre-dialysis patients. Methods: A cross-sectional study with 206 CKD patients was carried out. Laboratory tests for 25(OH)D, 1,25(OH)2D, inflammatory markers, and OS were added to routine tests including creatinine, albumin, calcium, phosphorus, alkaline phosphatase, iPTH, glucose, hemoglobin, uric acid, total cholesterol, LDL, HDL, and triglycerides. Results: Vitamin D deficiency was present in 55 CKD patients and normal vitamin D levels were seen in 149 patients. There was a significant association between vitamin D and estimated glomerular filtration rate (eGRF). Homocysteine levels were best predicted by eGRF, sex, and age; high sensitivity C-reactive protein (hsCRP) by staging and BMI; nitric oxide metabolites (NOx) were increased in late disease; leptin was influenced by BMI and higher in women than man; and adiponectin levels were higher in women. Conclusions: OS biomarkers were not correlated with vitamin D deficiency but increased NOx were seen in stages 4-5 CKD patients. Even though a relatively large number of CKD patients was included and a broad number of OS and inflammatory biomarkers were used in this studied we failed to find an association between vitamin D levels and eGRF. More studies are needed to evaluate the influence of vitamin D status in OS in pre-dialysis CKD patients.


Resumo Introdução: A queda da 25-hidroxivitamina D [25 (OH) D] na doença renal crônica (DRC) limita a capacidade renal de sintetizar a vitamina. A deficiência de vitamina D, (25(OH)D<20 ng/mL), é prevalente em pacientes com DRC e associada ao estresse oxidativo (EO). Avaliamos possível associação entre a deficiência de vitamina D e EO em pacientes pré-dialíticos. Métodos: estudo transversal com 206 pacientes com DRC. Exames para 25(OH)D, 1,25(OH)2D, marcadores inflamatórios e EO foram adicionados àqueles de rotina, incluindo creatinina, albumina, cálcio, fósforo, fosfatase alcalina, iPTH, glicose, hemoglobina, ácido úrico, colesterol total , LDL, HDL e triglicerídeos. Resultados: 55 pacientes com DRC tinham deficiência de vitamina D e os 149 tinham níveis normais da vitamina. Houve uma associação significativa entre a vitamina D e a taxa estimada de filtração glomerular (TFGe). Os níveis de homocisteína foram melhor previstos pela TFGe, gênero e idade; proteína C reativa de alta sensibilidade (hsCRP) por estadiamento e IMC; os metabólitos de óxido nítrico (NOx) aumentaram na doença tardia; a leptina foi influenciada pelo IMC, e mais alta em mulheres, assim como os níveis de adiponectina. Conclusões: biomarcadores do EO não correlacionaram com a deficiência de vitamina D, mas houve aumento de NOx nos estágios 4-5 da DRC. Apesar dos grandes números de pacientes com DRC, de biomarcadores inflamatórios e EO usados neste estudo, não houve associação entre os níveis de vitamina D e a TFGe. Mais estudos são necessários para avaliar a influência do status da vitamina D no EO em pacientes com DRC em pré-diálise.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Deficiência de Vitamina D/complicações , Insuficiência Renal Crônica/complicações , Vitamina D , Estudos Transversais , Estresse Oxidativo , Diálise
11.
Arq. gastroenterol ; 57(4): 409-415, Oct.-Dec. 2020. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1142333

RESUMO

ABSTRACT BACKGROUND: Vitamin D is an essential fat-soluble steroid hormone and vitamin D deficiency is a global public health problem especially among children and adolescents. Factors such as the low intake of vitamin D-rich food sources, poor absorption and less exposure to the sun influence this outcome. Vitamin D has an anti-inflammatory effect in the body by promoting regulatory T cell differentiation as well as recovering T helper 17 cell response and secretion of anti-inflammatory cytokines. Eosinophilic esophagitis (EoE) is a chronic disease, histologically characterized by predominantly eosinophilic inflammation. The most common therapeutic approaches are allergen-eliminating diets, such as excluding cow's milk, egg, soy, wheat, peanuts and seafood, or more specific dietary restrictions. OBJECTIVE: To verify the serum levels of vitamin D in children and adolescents with eosinophilic esophagitis on a restricted food diet and to analyze their association with nutritional status, consumption of different food sources, exposure to the sun and skin color. METHODS: Case-control study conducted in the city of Campinas-SP, Brazil, in which included patients were aged 2 to 18 years old, and those diagnosed with eosinophilic esophagitis was referred to as the case group (n=15), meanwhile a control group (n=17) was also formed. Epidemiological data, nutritional status, data on vitamin D intake (24-hour recall - performed only by EoE patients - and self-reported intake of vitamin D food sources: milk and dairy products, canned tuna and sardines, Bull's liver, chicken eggs - applied in both groups), and daily time of sun exposure (≥30 min or ≤30 min) were recorded. The samples were collected for serum levels of 25-hydroxy-vitamin D, where sufficiency levels >30 ng/mL were considered, insufficiency 21 to 30 ng/mL, deficiency <20 ng/mL. RESULTS: There was a higher frequency of vitamin D insufficiency/ deficiency in the Eosinophilic Esophagitis group (P=0.035), even with longer sun exposure (P= 0.035). Skin color was not associated with lower levels of vitamin D in both groups studied. No difference was found in nutritional status between the groups. CONCLUSION: The present study demonstrated a higher frequency of inadequate/ deficient levels of vitamin D in children and adolescents with EoE on a restricted diet. When necessary, serum levels should be investigated and correct exposure to the sun should be encouraged, with special attention to the recommended guidelines, time spent in the sun and the appropriate clothing for correct absorption. Since exposure for more than 30 minutes in the sun does not appear to have provided a protective effect in the EoE group, even in a region with high levels of solar radiation. There was a significant difference only in the consumption of cow's milk between the case and control groups, demonstrating the low adherence to the restriction diet by the case group. No association was found between serum 25 hydroxyvitamin D levels and nutritional status. Moreover, no association regarding the adequate or inadequate status of 25 hydroxyvitamin D and the consumption vitamin D-rich foods was identified. Multicentered studies with a larger number of cases should be performed to assess serum 25 hydroxyvitamin D levels and associated factors in pediatric patients with EoE.


RESUMO CONTEXTO: A vitamina D é um hormônio esteroide solúvel em gordura essencial e sua deficiência é um problema global de saúde pública, especialmente entre crianças e adolescentes. Fatores como baixa ingestão de fontes alimentares ricas em vitamina D, baixa absorção e menor exposição ao sol influenciam esse resultado. A vitamina D tem um efeito anti-inflamatório no organismo, promovendo a diferenciação regulatória das células T e recuperando a resposta das células T auxiliares 17 e a secreção de citocinas anti-inflamatórias. A esofagite eosinofílica (EoE) é uma doença crônica, caracterizada histologicamente por inflamação predominantemente eosinofílica. As abordagens terapêuticas mais comuns são as dietas eliminadoras de alérgenos, como a exclusão de leite de vaca, ovo, soja, trigo, amendoim e frutos do mar ou restrições alimentares mais específicas. OBJETIVO: Verificar os níveis séricos de vitamina D em crianças e adolescentes com EoE em dieta restrita e, analisar sua associação com estado nutricional, consumo de fonte alimentar, exposição ao sol e cor da pele. MÉTODOS: Estudo caso-controle realizado na cidade de Campinas-SP, Brasil, no qual foram incluídos pacientes com idades entre 2 e 18 anos; aqueles com diagnóstico de EoE foram referidos como grupo de casos (n=15); um grupo controle (n=17) também foi formado. Dados epidemiológicos, estado nutricional, dados sobre a ingestão de vitamina D (recordatório de 24 horas - realizado apenas por pacientes com EoE e ingestão autorreferida de fontes alimentares de vitamina D: leite e derivados, atum e sardinha enlatada, fígado de boi, ovos de galinha - aplicados em ambos os grupos) e o tempo diário de exposição ao sol (≥30 min ou ≤30 min) foi registrado. As amostras foram coletadas para níveis séricos de 25-hidroxi-vitamina D, onde foram considerados níveis de suficiência >30 ng/mL, insuficiência 21 a 30 ng/mL, deficiência <20 ng/mL. RESULTADOS: Houve maior frequência de insuficiência / deficiência de vitamina D no grupo EoE (P=0,035), mesmo com maior exposição ao sol (P=0,035). A cor da pele não foi associada a níveis mais baixos de vitamina D nos dois grupos estudados. Não foi encontrada diferença no estado nutricional entre os grupos. CONCLUSÃO: O presente estudo demonstrou maior frequência de níveis inadequados / deficientes de vitamina D em crianças e adolescentes com EEo em dieta restrita. Quando necessário, os níveis séricos devem ser investigados e a exposição correta ao sol deve ser incentivada, com atenção especial às diretrizes recomendadas, tempo gasto ao sol e roupas adequadas para a absorção correta. Já a exposição por mais de 30 minutos ao sol não parece ter proporcionado um efeito protetor no grupo EoE, mesmo em uma região com altos níveis de radiação solar. Houve diferença significativa apenas no consumo de leite de vaca entre os grupos caso e controle, demonstrando a baixa adesão à dieta de restrição pelo grupo caso. Não foi encontrada associação entre os níveis séricos de hidroxivitamina D 25 e o estado nutricional. Além disso, não foi identificada associação quanto ao status adequado ou inadequado da 25 hidroxivitamina D e ao consumo de alimentos ricos em vitamina D. Estudos multicêntricos com número maior de casos devem ser realizados para avaliar os níveis séricos de hidroxivitamina D 25 e fatores associados em pacientes pediátricos com EEo.


Assuntos
Humanos , Animais , Masculino , Pré-Escolar , Criança , Adolescente , Bovinos , Esofagite Eosinofílica , Vitamina D , Deficiência de Vitamina D , Brasil , Estudos de Casos e Controles , Hipersensibilidade a Ovo
12.
J. bras. nefrol ; 42(2): 238-244, Apr.-June 2020. graf
Artigo em Inglês, Português | LILACS | ID: biblio-1134823

RESUMO

Abstract Fortification of food products with vitamin D was central to the eradication of rickets in the early parts of the 20th century in the United States. In the subsequent almost 100 years since, accumulating evidence has linked vitamin D deficiency to a variety of outcomes, and this has paralleled greater public interest and awareness of the health benefits of vitamin D. Supplements containing vitamin D are now widely available in both industrialized and developing countries, and many are in the form of unregulated formulations sold to the public with little guidance for safe administration. Together, this has contributed to a transition whereby a dramatic global increase in cases of vitamin D toxicity has been reported. Clinicians are now faced with the challenge of managing this condition that can present on a spectrum from asymptomatic to acute life-threatening complications. This article considers contemporary data on vitamin D toxicity, and diagnostic and management strategies relevant to clinical practice.


Resumo A suplementação de produtos alimentares com vitamina D foi fundamental para a erradicação do raquitismo no início do século XX nos Estados Unidos. Nos quase 100 anos subsequentes, o acúmulo de evidências vinculou a deficiência de vitamina D a uma variedade de desfechos, e isso tem levantado grande interesse público e conscientização dos benefícios à saúde da vitamina D. Os suplementos que contêm vitamina D estão agora amplamente disponíveis tanto nos países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento, e muitos estão na forma de formulações não regulamentadas, vendidas ao público com poucas orientações para uma administração segura. Juntos, isso contribuiu para uma transição na qual um aumento global dramático nos casos de toxicidade da vitamina D tem sido relatado. Médicos agora enfrentam o desafio de tratar essa condição que pode apresentar um espectro de complicações assintomáticas a agudas, com risco de vida. Este artigo considera dados atualizados sobre a toxicidade da vitamina D e estratégias de diagnóstico e manejo relevantes para a prática clínica.


Assuntos
Humanos , Masculino , Idoso , Raquitismo/prevenção & controle , Vitamina D/toxicidade , Suplementos Nutricionais/toxicidade , Injúria Renal Aguda/induzido quimicamente , Raquitismo/epidemiologia , Deficiência de Vitamina D/complicações , Deficiência de Vitamina D/tratamento farmacológico , Resultado do Tratamento , Suplementos Nutricionais/provisão & distribuição , Suspensão de Tratamento , Injúria Renal Aguda/terapia , Hipercalcemia/complicações , Hipercalcemia/diagnóstico , Hipercalcemia/induzido quimicamente , Hipercalcemia/terapia
13.
J. bras. nefrol ; 42(1): 94-98, Jan.-Mar. 2020. tab, graf
Artigo em Inglês, Português | LILACS | ID: biblio-1098331

RESUMO

Abstract Background: Current guidelines recommend assessment of 25-vitamin D status in patients with chronic kidney disease (CKD). Although significant differences among assays have been described, the impact of CKD on this variability has never been tested. Methods: We tested the variability between two 25-vitamin D assays in patients with CKD (eGFR < 60 mL/min/1.73m2) who had consecutive 25-vitamin D measurements in 2015 (Assay 1 - Diasorin LIASON 25 TOTAL - D assay®) and 2016 (Assay 2 - Beckman Coulter Unicel Xl 800®). The cohort consisted of 791 adult patients (122 with normal renal function and 669 with CKD - 33, 30, and 37% in stages 3, 4, and 5 on dialysis, respectively). Results: Levels of 25-vitamin D were lower and the prevalence of hypovitaminosis D using assay 1 was higher than using assay 2 in patients with CKD, regardless of similar levels of calcium, phosphate, and parathyroid hormone. As kidney function decreased, the percentage of disagreement between the assays increased. Conclusion: There is a noteworthy variability between assays in patients with CKD such that the diagnosis of hypovitaminosis D is modified. The mechanism behind this result is still unclear and might be due to a possible interference in the analytical process. However, the clinical significance is unquestionable, as the supplementation of vitamin D can be erroneously prescribed to these patients.


Resumo Antecedentes: As diretrizes atuais recomendam a avaliação do estado da 25-hidroxivitamina D em pacientes com doença renal crônica (DRC). Embora significativas diferenças entre os ensaios tenham sido descritas, o impacto da nesta variabilidade DRC nunca foi testado. Métodos: Testamos a variabilidade entre dois ensaios de 25-hidroxivitamina D em pacientes com DRC (TFGe < 60 mL/min/1,73 m2) que realizaram medidas consecutivas de 25-hidroxivitamina D em 2015 (Ensaio 1 - Diasorin LIASON 25 TOTAL - D assay® ) e 2016 (Ensaio 2 - Beckman Coulter Unicel Xl 800®). A coorte consistiu de 791 pacientes adultos (122 com função renal normal e 669 com DRC - 33, 30 e 37% nos estágios 3, 4 e 5 em diálise, respectivamente). Resultados: Os níveis de 25-hidroxivitamina D foram menores e a prevalência de hipovitaminose D foi maior utilizando o ensaio 1 do que com o ensaio 2 em pacientes com DRC, independentemente dos níveis similares de cálcio, fosfato e paratormônio. Quando a função renal diminuiu, a porcentagem de discordância entre os ensaios aumentou. Conclusão: Existe uma notável variabilidade entre os ensaios em pacientes com DRC, de modo a modificar o diagnóstico de hipovitaminose D. O mecanismo por trás desse resultado ainda não está claro e pode ser devido a uma possível interferência no processo analítico. Entretanto, o significado clínico é inquestionável, pois a suplementação de vitamina D pode ser erroneamente prescrita a esses pacientes.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Vitamina D/análogos & derivados , Deficiência de Vitamina D/sangue , Deficiência de Vitamina D/epidemiologia , Falência Renal Crônica/sangue , Falência Renal Crônica/epidemiologia , Hormônio Paratireóideo/sangue , Fosfatos/sangue , Vitamina D/sangue , Comorbidade , Cálcio/sangue , Prevalência , Estudos Retrospectivos , Diálise Renal , Taxa de Filtração Glomerular
14.
Rev. bras. cir. cardiovasc ; 35(2): 191-197, 2020. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1101478

RESUMO

Abstract Introduction: Atrial fibrillation (AF) is the most common chronic arrhythmia in the elderly population. In symptomatic patients, restoration and maintenance of sinus rhythm improve quality of life. Unfortunately, AF recurrence still occurs in a considerable number of patients after cardioversion (CV). In this study, we aimed to evaluate the association between vitamin D (VitD) and AF recurrence after electrical or medical CV. Method: A total of 51 patients who underwent CV for symptomatic AF were included in the study. AF recurrence was defined as an AF pattern in 12-lead electrocardiography (ECG) recording after CV within 6 months or ECG Holter recording of AF lasting more than 30 seconds at 6-month follow-up. Results: Mean vitD level was 21.4 ng/ml in our study population. VitD level was lower in the AF recurrence group than in the non-recurrence group (18 ng/ml vs. 26.3 ng/ml, respectively; P=0.001). Additionally, left atrial diameter was larger in the AF recurrence group compared to the non-recurrence group (4.4 vs. 4.1, P=0.025). Patients with AF recurrence were older than patients without AF recurrence, and, although the prevalence of hypertension is higher in the AF recurrence group, there was no statistically significant difference (P=0.107, P=0.867). Conclusion: In our study, there is a strong association between vitD level and AF recurrence after CV. VitD deficiency might be a predictor of high risk of AF recurrence after CV and vitD supplementation during the follow-up might help the maintenance of sinus rhythm.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Fibrilação Atrial , Cardioversão Elétrica , Qualidade de Vida , Recidiva , Vitamina D , Resultado do Tratamento , Eletrocardiografia
15.
Rev. méd. Chile ; 147(11): 1415-1422, nov. 2019. tab, graf
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1094171

RESUMO

Background Sun exposure is the main source of 25-hydroxy-vitamin D. Since anesthesiologists work inside operating rooms, they are identified as a deficiency risk group. As medical activity in general occurs indoors, added to the work excess and sedentary lifestyle, physicians in general have low sun exposure. Aim To investigate the determinants of vitamin D levels in physicians. Material and Methods Anesthesiologists and physicians not working in operating rooms were included. A survey that comprised working hours, diet, skin color, sunscreen use and outdoor activities was also applied. Measurements of vitamin D and parathormone levels in blood were performed. Results We analyzed samples from 81 volunteers. Median vitamin D values of the whole sample were in the range of insufficiency (25.3 [interquartile range 12.4] ng/ml). Multiple linear regression analysis detected no differences between anesthesiologists and non-anesthesiologists. A higher body mass index was a risk factor for vitamin D deficiency, (p = 0.025). The only protective factor was the intake of a vitamin D supplement (p < 0.01). Conclusions Anesthesiologists and other specialists were both at risk for vitamin D deficiency. Obesity was a risk factor and the use of a vitamin D supplement was the only protective factor.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Hormônio Paratireóideo/sangue , Vitamina D/análogos & derivados , Vitamina D/sangue , Deficiência de Vitamina D/diagnóstico , Suplementos Nutricionais , Anestesiologistas/estatística & dados numéricos , Vitamina D/administração & dosagem , Deficiência de Vitamina D/sangue , Índice de Massa Corporal , Estudos Transversais , Fatores de Risco
16.
Medicina (B.Aires) ; 79(5): 345-348, oct. 2019. tab
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: biblio-1056729

RESUMO

La hipovitaminosis D es frecuente en el mundo. Según estudios realizados entre 1987 y 2015, en Argentina la prevalencia fue > 40%. En personas con infección por HIV variaría entre 20 y 90%, pero en nuestro medio no se conoce con precisión. Nuestro objetivo fue determinar la prevalencia de hipovitaminosis D en una cohorte de adultos con infección por HIV asistidos en forma ambulatoria en la ciudad de Buenos Aires. Se analizaron retrospectivamente las historias clínicas de 814 sujetos mayores de 18 años HIV positivos con al menos una determinación de vitamina D. La mediana de edad fue 44 años (rango intercuartílico 21-80), 746 (91.6%) eran hombres y 813 (99.9%) recibían tratamiento antirretroviral. Se realizó análisis uni y multivariado para determinar asociación entre hipovitaminosis D y valores de CD4, carga viral para HIV y terapia antirretroviral. La prevalencia de hipovitaminosis D fue 79.7% (insuficiencia 34.2%, deficiencia 45.5%). No se encontró asociación con el uso de efavirenz o inhibidores de la proteasa (p = 0.86 en ambos casos), con el recuento de linfocitos CD4, ni con la carga viral plasmática (p = 0.81 y 0.74, respectivamente). El presente estudio muestra que, en nuestro medio, la hipovitaminosis D es muy frecuente en personas con infección por HIV. Aun cuando no revela evidencia de relación con carga viral para HIV, estado inmune, ni tratamiento antirretroviral, es necesaria la búsqueda sistemática de hipovitaminosis D en esta población, en vista de la alta frecuencia de osteopenia y osteoporosis y el mayor riesgo de fracturas descripto en personas HIV positivas.


Hypovitaminosis D is frequent worldwide. In Argentina, according to studies conducted between 1987 and 2015, prevalence was > 40% in the general population. In people living with HIV it may vary between 20 and 90%, but the prevalence in our environment is not known. Our objective was to determine the prevalence of hypovitaminosis D in a cohort of adults with HIV infection in the city of Buenos Aires. We analyzed retrospectively medical records of 814 HIV positive subjects older than 18 years with at least one determination of vitamin D. The median age was 44 years (interquartile range 21-80), 746 (91.6%) were men, and 813 (99.9%) were on antiretroviral treatment. Univariate and multivariate analyses were performed to determine the association of hypovitaminosis D with CD4 values, viral load for HIV, and antiretroviral therapy. The present study shows that, in our environment, hypovitaminosis D is very common in people with HIV infection. Although it does not reveal evidence of a relationship with viral load for HIV, immune status, or antiretroviral treatment, the systematic search for hypovitaminosis D is mandatory in this population, taking into account its high frequency and the increased risk of osteopenia, osteoporosis and fractures, as described in people with HIV.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Adulto Jovem , Deficiência de Vitamina D/epidemiologia , Infecções por HIV/epidemiologia , Instituições de Assistência Ambulatorial/estatística & dados numéricos , Argentina/epidemiologia , Deficiência de Vitamina D/etiologia , Infecções por HIV/tratamento farmacológico , Prevalência , Estudos Retrospectivos , Contagem de Linfócito CD4 , Antirreumáticos/uso terapêutico , Carga Viral , Ciclopropanos , Benzoxazinas/uso terapêutico , Alcinos
17.
Rev. Kairós ; 22(3): 227-240, set. 2019. tab
Artigo em Português | LILACS, Index Psicologia - Periódicos | ID: biblio-1392788

RESUMO

Analisar os fatores associados à ocorrência de quedas em idosos residentes em comunidade. Trata-se de um estudo epidemiológico, transversal, de base populacional. Obtiveram-se informações sociodemográficas, nível de atividade física, funcionalidade, quedas, índice de massa corporal e concentração de vitamina D. Participaram do estudo 289 idosos, tendo a hipovitaminose D associada à ocorrência de quedas. Os achados servem de subsídios para o planejamento de ações, as quais possibilitem melhores condições de saúde à população idosa.


To analyze the factors associated with the occurrence of falls in elderly residents of the community. This is an epidemiological, cross-sectional, population-based study. Socio-demographic information, level of physical activity, functionality, falls, body mass index and vitamin D concentration were obtained. 289 elderly people participated in the study, with hypovitaminosis D associated with falls. The findings serve as subsidies for planning actions that enable better health conditions for the elderly population.


Analizar los factores asociados con la ocurrencia de caídas en residentes de la comunidad de ancianos. Este es un estudio epidemiológico, transversal, basado en la población. Se obtuvieron información sociodemográfica, nivel de actividad física, funcionalidad, caídas, índice de masa corporal y concentración de vitamina D. 289 personas mayores participaron en el estudio, con hipovitaminosis D asociada con la aparición de caídas. Los resultados sirven como subsidios para planificar acciones que permitan mejores condiciones de salud para la población de edad avanzada.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Deficiência de Vitamina D/complicações , Acidentes por Quedas , Saúde do Idoso , Estudos Transversais , Fatores de Risco
18.
Rev. bras. ortop ; 54(4): 382-386, July-Aug. 2019. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1042431

RESUMO

Abstract Objective This study aims to evaluate the laboratory results profile of elderly patients with proximal femoral fractures and to verify the relationship between these data, fracture outcome and death. Methods Cross-sectional study of patients admitted to the orthopedic emergency service of a referral hospital between February and April 2017 with proximal femoral fracture by low energy mechanism and submitted to laboratorial and imaging tests. Patients with suspected or confirmed pathological fracture were excluded fromthe study. Results Sixty-six individuals were evaluated, 44 of whom were women, all over 60 years old. Transtrochanteric fractures had the highest incidence in the study (36). Alterations of parathyroid hormone and albumin levels were significant for death (p ≤ 0.05). Length of hospital stay was not a significant factor for death. Conclusions Laboratory abnormalities were not related to the outcome of death. Albumin may be related to the risk of death. No laboratory result was pointed out as a facilitator in the generation of proximal femoral fractures. More studies are needed to better understand the laboratory influence on fractures and their consequences.


Resumo Objetivo Avaliar o perfil laboratorial de idosos com fratura de fêmur proximal e verificar a relação dos dados com o desfecho da própria fratura e como desfecho óbito. Métodos Estudo transversal de pacientes admitidos na emergência ortopédica de um hospital referência, entre os meses de fevereiro e abril de 2017, com fratura de fêmur proximal, por mecanismo de baixa energia, sendo coletados exames laboratoriais e de imagem. Foram excluídos do estudo pacientes comsuspeita ou confirmação de fratura patológica. Resultados Foram avaliados 66 indivíduos, sendo 44 mulheres, todos com idade superior a 60 anos. A fratura transtrocantérica apresentou maior incidência no estudo (36). Alterações do hormônio da paratireoide (PTH) e da albumina foram significativos para óbito (p ≤ 0,05). O tempo de internação não foi fator significativo para óbito. Conclusões Alterações laboratoriais não estavam relacionadas ao desfecho de óbito. A albumina pode estar relacionada ao risco de óbito. Nenhum resultado laboratorial foi apontado como facilitador na geração de fraturas de fêmur proximal. Mais estudos são necessários para poder entender melhor a influência do quadro laboratorial do paciente na ocorrência de fraturas e suas consequências.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Vitamina D , Cálcio , Mortalidade , Albuminas , Fraturas do Quadril
19.
Prensa méd. argent ; 105(4): 228-234, jun 2019. tab
Artigo em Inglês | LILACS, BINACIS | ID: biblio-1046179

RESUMO

Introduction. With age, there is a growing risk of vitamin D deficiency and cognitive impairment. Maintaining the older people's health is socially relevant to health systems in the light of the population ageing trend. The study was aimed at identifying the relationship of vitamin D levels and symptoms of moderate cognitive impairment in older people. Methods. The authors conducted a cross-sectional screening of vitamin D status and cognitive impairment using the memory impairment screen (MIS) questionnaire, as well as the clinical, placebo-controlled study of vitamin D intake at a dose of 2,000 IU/day for 6 months. Results. The frequency of vitamin D deficiency in older patients with signs of cognitive impairment totaled 90.91 %, which was significantly more frequently compared with the group without cognitive impairment, where vitamin D deficiency was found only in 11.36 % of cases. In the dynamics on the background of the vitamin D intake for 6 months, the concentration in the intervention group amounted to 52.34 ± 2.43 ng/ml vs 14.71 ± 1.54 ng/ ml in the placebo group. The results of the study of cognitive impairment using MIS for the treatment group were 3.63 ± 0.01 points, which was significantly higher compared with the placebo group ­ 1.78 ± 0.22 points. A correlation analysis of vitamin D levels and MIS points showed a strong positive relationship, with a correlation coefficient of 0.92. Conclusion. The study identified a positive relationship of increasing vitamin D levels and reducing the symptoms of mild cognitive impairment in older people. Achieving vitamin D levels of over 40 ng/ ml greatly reduces the symptoms of cognitive impairment identified by the MIS questionnaire, however, the issue of treatment of impaired cognitive functions with vitamin D remains debatable.


Assuntos
Humanos , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Vitamina D/administração & dosagem , Deficiência de Vitamina D/tratamento farmacológico , Estudos Transversais , Resultado do Tratamento , Avaliação de Resultados em Cuidados de Saúde , Ensaio Clínico Controlado , Disfunção Cognitiva/terapia
20.
Int. braz. j. urol ; 45(3): 523-530, May-June 2019. tab
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1012313

RESUMO

ABSTRACT Objective: To investigate the relationship between vitamin D status, using circulating 25-hydroxyvitamin D [25 (OH) D], and renal cell carcinoma (RCC) risk in a case-control study, because the association between the two is unclear in China. Materials and Methods: A total of 135 incident RCC cases were matched with 135 controls by age and sex. The blood samples were collected on the first day of hospitalization before surgery to measure plasma 25 (OH) D. Logistic regression analyses were used to calculate odds ratios (ORs) and 95% confidence intervals (95% CIs) with adjustment for several confounders (e.g. age, gender, smoking and season of blood draw). Furthermore, the association of RCC with 25 (OH) D in units of 10 ng / mL as a continuous variable were also examined. Results: The average plasma 25 (OH) D concentrations in RCC were significantly lower compared with those of the controls (21.5 ± 7.4 ng / mL vs. 24.1 ± 6.6 ng / mL, respectively; P = 0.003). In the adjusted model, inverse associations were observed between circulating 25 (OH) D levels and RCC risk for 25 (OH) D insufficiency (20-30 ng / mL) with OR of 0.50 (95% CI: 0.29-0.88; P = 0.015) and a normal 25 (OH) D level (≥ 30 ng / mL) with OR of 0.30 (95% CI: 0.13-0.72; P = 0.007), compared with 25 (OH) D deficiency (< 20 ng / mL). Furthermore, results with 25 (OH) D as a linear variable indicated that each 10 ng / mL increment of plasma 25 (OH) D corresponded to a 12% decrease in RCC risk. Conclusions: This case-control study on a Chinese Han population supports the protective effect of a higher circulating concentration of 25 (OH) against RCC, whether the confounding factors are adjusted or not.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adulto , Idoso , Vitamina D/análogos & derivados , Vitamina D/sangue , Carcinoma de Células Renais/sangue , Medição de Risco/métodos , Neoplasias Renais/sangue , Valores de Referência , Estações do Ano , Carcinoma de Células Renais/patologia , Estudos de Casos e Controles , Análise Multivariada , Fatores de Risco , Neoplasias Renais/patologia , Pessoa de Meia-Idade , Estadiamento de Neoplasias
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