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1.
J. pediatr. (Rio J.) ; 88(4): 341-346, jul.-ago. 2012. tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-649465

RESUMO

OBJETIVO: Identificar preditores não invasivos de varizes esofágicas em crianças e adolescentes com hepatopatia crônica ou obstrução extra-hepática da veia porta. PACIENTES E MÉTODOS: Estudo transversal que incluiu 53 crianças e adolescentes com hepatopatia crônica ou obstrução extra-hepática da veia porta, sem antecedente de hemorragia digestiva ou tratamento de varizes esofágicas, com até 20 anos de idade. Dois grupos foram formados: grupo I (35 pacientes com hepatopatia crônica) e grupo II (18 com obstrução extra-hepática da veia porta). Foram realizados hemograma, razão normalizada internacional, albumina, bilirrubina total, ultrassonografia de abdome e endoscopia digestiva alta. O índice esplênico foi determinado dividindo a dimensão esplênica pelo valor do limite superior da normalidade. As variáveis foram comparadas quanto à presença ou não de varizes esofágicas através de análise univariada (testes qui-quadrado, exato de Fischer e de Wilcoxon) e multivariada (regressão logística). A acurácia foi determinada a partir da área sob a curva ROC. RESULTADOS: As varizes esofágicas foram observadas em 48,5% dos pacientes do grupo I e em 83,3% do grupo II. Plaquetopenia (p = 0,0015), esplenomegalia (p = 0,0003) e a razão plaquetas/índice esplênico (p = 0,0007) se mostraram indicadores preditivos de varizes esofágicas entre os pacientes do grupo I. Após análise multivariada, a plaquetopenia (odds ratio = 21,7) se manteve como um indicador independente da presença de varizes esofágicas entre os pacientes com hepatopatia crônica. CONCLUSÃO: O número de plaquetas, o índice esplênico e a razão plaquetas/índice esplênico se mostraram preditivos de varizes esofágicas em crianças e adolescentes com hepatopatia crônica. Não foram encontrados preditores de varizes esofágicas entre os pacientes com obstrução extra-hepática da veia porta.


OBJECTIVE: To identify non-invasive predictors of esophageal varices in children and adolescents with chronic liver disease or extrahepatic portal venous obstruction (EHPVO). METHODS: 53 patients younger than 20 years with chronic liver disease or EHPVO and no history of bleeding or prophylactic treatment of esophageal varices (EV) were assessed. They were divided into 2 groups: group I (35 with chronic liver disease) and group II (18 with EHPVO). Their blood count, international normalized ratio (INR), albumin, bilirubin, abdominal ultrasonography and upper endoscopy results were taken. A splenic index was determined by dividing the patients' spleen dimension by its uppermost limit according to their age. The variables were compared to EV presence or not. Univariate (chi-square test, Fischer's exact test and Wilcoxon exact test) and multivariate (logistic regression) analyses were performed. A receiver operating characteristic (ROC) curve was constructed and the area under the ROC curve was calculated. RESULTS: EV were observed in 48.5% of group I patients and in 83.3% of group II patients. Low platelet count (p = 0.0015), splenomegaly (p = 0.0003) and splenic index (p = 0.0007) were statistically significant predictors of EV among group I patients. The multivariate analysis showed low platelet count (odds = 21.7) as an independent predictor of EV in patients with chronic liver disease. CONCLUSION: Platelet count, splenic index and platelet-splenic index ratio were predictors of EV in children and adolescents with chronic liver disease. There were no EV predictors among group II patients.


Assuntos
Adolescente , Criança , Pré-Escolar , Feminino , Humanos , Adulto Jovem , Varizes Esofágicas e Gástricas/etiologia , Hemorragia Gastrointestinal/etiologia , Hepatopatias/complicações , Doença Crônica , Estudos Transversais , Varizes Esofágicas e Gástricas/sangue , Hemorragia Gastrointestinal/sangue , Hipertensão Portal/complicações , Hepatopatias/sangue , Contagem de Plaquetas , Valor Preditivo dos Testes , Curva ROC , Esplenomegalia/diagnóstico , Trombocitopenia/diagnóstico
3.
Rev. argent. cir ; 59(3/4): 134-5, sept.-oct. 1990.
Artigo em Espanhol | LILACS | ID: lil-95858

RESUMO

En una serie de 38 pancreatitis crónicas se observaron 13 pacientes con hipertensión portal segmentaria manifestada por esplenomegalia y várices esofágicas efectuándosele esplenomanometrías y esplenoportografías por punción esplénica. En 11 casos se comprobó una trombosis del tronco de la vena esplénica, en 1 paciente una cavernomatosis esplenoportal total y en uno se halló patología. Sólo un paciente sufrió hemorragias digestivas por ruptura varicosa. Esta repercusión venosa esplénica se relacionó con lesiones histopatológicas graves que obligaron a una intervención quirúrgica en 10 de los 12 pacientes.


Assuntos
Humanos , Adulto , Pessoa de Meia-Idade , Masculino , Feminino , Doença Crônica , Hipertensão Portal/diagnóstico , Hipertensão Portal/etiologia , Pancreatite/diagnóstico , Manometria/estatística & dados numéricos , Pancreatite/complicações , Pancreatite/cirurgia , Portografia/estatística & dados numéricos , Estudos Retrospectivos , Esplenomegalia/diagnóstico , Varizes Esofágicas e Gástricas/epidemiologia , Varizes Esofágicas e Gástricas/etiologia
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