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Maternal breastfeeding: indicators and factors associated with exclusive breastfeeding in a subnormal urban cluster assisted by the Family Health Strategy / Aleitamento materno: indicadores e fatores associados à amamentação exclusiva num aglomerado urbano subnormal assistido pela Estratégia de Saúde da Família

Silva, Vera A A L; Caminha, Maria F C; Silva, Suzana L; Serva, Vilneide M S B D; Azevedo, Pedro T A C C; Batista Filho, Malaquias.
J. pediatr. (Rio J.); 95(3): 298-305, May-June 2019. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS - Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde | ID: biblio-1012614
Resumo Objetivo: Descrever e analisar indicadores das práticas relacionadas ao aleitamento materno e fatores associados ao aleitamento materno exclusivo em um aglomerado urbano subnormal (favela) em Pernambuco. Métodos: Foram usados quatro indicadores do aleitamento materno mediante entrevista com as mães de menores de três anos. Fez-se um inventário de fatores socioambientais das famílias, antecedentes obstétricos e acesso às ações básicas de saúde. A amostra inclui todas as 310 crianças da Comunidade de Coelhos, PE, Brasil. Feitas correlação de Spearman e razões de prevalências brutas e ajustadas que compuseram um modelo estatístico final que evidenciou os fatores associados ao principal desfecho ao nível de 0,05. Resultados: A prevalência do aleitamento materno na primeira hora de vida, aleitamento materno exclusivo aos 6 meses, amamentação continuada até um ano e dois anos foram, respectivamente, 60,2%, 32,9%, 45,9% e 35,9%. Na correlação entre o início do uso de chupeta e a duração do aleitamento, exclusivo ou não, obtiveram-se respectivamente os coeficientes rs = 0,358 (p < 0,001) e rs = 0,248 (p = 0,006). No modelo final permaneceram como fatores de proteção: a idade materna acima de 35 anos (p < 0,001), a visita domiciliar na primeira semana de vida (p = 0,003), o sexo masculino (p = 0,029) e o não uso da chupeta (p < 0,001). Conclusão: Os índices de prevalência do aleitamento materno exclusivo aos 6 meses foram bem superiores aos resultados obtidos por outras pesquisas nacionais. A visita domiciliar e a idade materna prevaleceram como fatores de proteção e o uso de chupeta como uma prática desestimulante.