Your browser doesn't support javascript.

RIPSA

Rede Interagencial de Informações para a Saúde

Sistematizando informação e construindo conhecimento para políticas de saúde

Home > Pesquisa > ()
Imprimir Exportar

Formato de exportação:

Exportar

Email
Adicionar mais destinatários
| |

Aspectos epidemiológicos da mortalidade neonatal em capital do nordeste do Brasil / Epidemiological aspects of neonatal mortality in a capital from northeastern Brazil / Aspectos epidemiológicos de la mortalidad neonatal en la capital del nordeste de Brasil

Araujo Filho, Augusto Cezar Antunes de; Sales, Isabela Maria Magalhães; Araújo, Anna Karolina Lages de; Almeida, Priscilla Dantas; Rocha, Silvana Santiago da.
rev. cuid. (Bucaramanga. 2010); 8(3): 1767-1776, sep.-dic. 2017. tab, ilus
Artigo em Português | LILACS - Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde, BDENF - enfermagem (Brasil) | ID: biblio-963415
INTRODUÇÃO: A mortalidade neonatal representa mais de 70% da mortalidade no primeiro ano de vida. Este estudo teve como objetivo analisar a mortalidade neonatal em Teresina-PI, no período de 2010 a 2015. MATERIAIS E MÉTODOS: Estudo descritivo, de corte transversal, com dados secundários, em que a população foi composta por dados referentes à mortalidade neonatal na cidade de Teresina-PI, no período entre 2010 e 2015. RESULTADOS: Houve declínio de 13,1% no Coeficiente de Mortalidade Neonatal durante o período. Predominaram, no estudo, mães com idade no intervalo entre 20 e 29 anos e com escolaridade entre oito e 11 anos de estudo. A maioria dos recém-nascidos que foi a óbito apresentou baixo peso ao nascer e prematuridade. A evitabilidade predominou nos óbitos neonatais, os quais poderiam ser evitados com adequada atenção à mulher na gestação. DISCUSSÃO: A assistência materno-infantil possui fragilidades que necessitam ser sanadas, pois os óbitos neonatais precoces possuem relação com a qualidade da assistência pré-natal e neonatal durante o parto. CONCLUSÕES: Apesar do declínio da mortalidade neonatal, ainda ocorrem muitos óbitos neonatais, sobretudo, na primeira semana de vida, os quais estão relacionados, principalmente, às fragilidades na atenção à saúde materno-infantil.