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Pós-alta em hanseníase no Ceará: olhares sobre políticas, rede de atenção à saúde, limitação funcional, de atividades e participação social das pessoas atingidas / Hansen's disease after release from treatment in Ceará state: views about policy, health care networks, activity and functional limitation, and social participation in affected people

Barbosa, Jaqueline Caracas.
São Paulo; s.n; 2009. 157 p. tab, graf.
Tese em Português | LILACS - Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde | ID: lil-520495
Objetivo: Caracterizar a adequação das ações do programa de controle da hanseníase no momento do pós-alta nos municípios de Sobral e Fortaleza, Ceará, no plano de políticas públicas, organização da rede de atenção à saúde, limitação funcional e de atividades e participação social das pessoas atingidas. Metodologia: Pesquisa transversal descritiva realizada no período de agosto de 2006 a setembro de 2007. Incluiu 304 residentes afetados pela hanseníase dos dois municípios uma amostra de 10 por cento dos que receberam alta entre 2003 e 2005. Além da construção do cenário técnico-político do pós-alta, foram realizados nos participantes exame físico dermatoneurológico, avaliação simplificada das funções neurais, caracterização sociodemográfica, caracterização da limitação de atividade e consciência de risco e caracterização da restrição à participação social. Resultados: A população era em sua maioria masculina, parda, com baixas condições socioeconômicas e com profissões/ocupações que ampliavam a vulnerabilidade para incapacidades físicas. Aqueles com marcante progressão do grau de incapacidade física eram, em sua maioria, multibacilares (87 por cento em Sobral; 62,6 por cento em Fortaleza). O acesso à atenção pós-alta foi frágil em relação a intervenções como cirurgias e atenção psicológica. Os estados reacionais contemplaram em grande parte a busca e oferta de atenção neste período. Aproximadamente 30 por cento das pessoas em acompanhamento pós-alta tiveram necessidade de encaminhamentos adicionais. Esse acompanhamento não seguiu parâmetros de referência. Existiu baixa percepção de risco dos participantes (escore 0: 60,1 por cento em Fortaleza; 56,5 por cento em Sobral); não houve relação definida entre escala SALSA e idade ou EHF. A maioria não apresentou nenhuma restrição significativa à participação; aqueles com restrição configuravam-se principalmente no plano relativo aos aspectos do trabalho. Do ponto de vista técnico-político foram observados importante...