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Fatores associados ao declínio do déficit estatural em crianças e adolescentes em Pernambuco / Factors associated with the decline in stunting among children and adolescents in Pernambuco, Northeastern Brazil / Factores asociados a la disminución del déficit de estatura en niños y adolescentes en Pernambuco, Brasil

Leal, Vanessa Sá; Lira, Pedro Israel Cabral de; Menezes, Risia Cristina Egito de; Oliveira, Juliana Souza; Sequeira, Leopoldina Augusta de Souza; Andrade, Sônia Lúcia Lucena Sousa de; Batista Filho, Malaquias.
Rev. saúde pública; 46(2): 234-241, Apr. 2012. tab
Artigo em Português | LILACS - Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde | ID: lil-618476
OBJETIVO: Analisar a evolução do déficit estatural em crianças e adolescentes e identificar seus fatores associados. MÉTODOS: Estudo transversal, com dados das Pesquisas Estaduais de Saúde e Nutrição realizadas em Pernambuco nos anos de 1997 e 2006. A amostra do tipo probabilística (aleatória estratificada), com representatividade para os estratos urbanos e rurais do estado. Para a coleta de dados foram utilizados questionários com perguntas pré-codificadas referentes a informações sobre as variáveis socioeconômicas, demográficas e antropométricas (das mães, crianças e adolescentes). A população estudada foi de, respectivamente, 1.853 e 1.484 crianças e adolescentes de cinco a 19 anos. A análise de regressão múltipla com seleção hierarquizada foi utilizada para avaliar a associação das variáveis explanatórias sobre o déficit estatural. RESULTADOS: A prevalência do déficit de estatura apresentou redução significante de 43 por cento (de 16,9 por cento em 1997 para 9,6 por cento em 2006). As variáveis socioeconômicas e a estatura materna estiveram associadas a este declínio, com reduções variando de 39 por cento a 60 por cento entre os estratos analisados. Na análise dos determinantes do déficit estatural, no ano de 2006, permaneceram como significantes: a renda familiar per capita (<0,25 salário mínimo), a posse de bens domésticos (< três), o maior número de pessoas por domicílio, a menor escolaridade e menor estatura materna. CONCLUSÕES: A redução do déficit de estatura refletiu a melhoria nas condições sociais e econômicas. Entretanto, permanecem necessários a manutenção e incremento de políticas públicas, de modo a aumentar o poder aquisitivo dos mais pobres e universalizar o acesso da população a serviços de saúde e educação.