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Perfil epidemiológico dos casos de Tuberculose resistente diagnosticados no Estado de São Paulo no período de 2012 a 2017 / Epidemiological profile of tuberculosis cases resistant diagnostics in the State of São Paulo period 2012 to 2017

Júnior, Diógenes Coelho.
São Paulo; s.n; 2020. 59 p. graf, tab. (BR).
Tese Português | SES-SP, SES-SP, SES SP - Instituto de Infectologia Emílio Ribas, SES-SP, SES SP - Especializações, SES-SP | ID: biblio-1102464
A tuberculose (TB), ocasionada pelo Mycobacterium tuberculosis, é considerada, uma das doenças infectocontagiosas mais prevalentes, um grande agravo de saúde pública e uma emergência mundial, com taxas de resistência medicamentosa alarmantes. O risco de uma pessoa adoecer após contato com um doente depende de múltiplos fatores endógenos, como a resposta imune, idade, comorbidades, medicações em uso e coinfecções. A resistência do M. tuberculosis aos medicamentos é ocasionada por mutações cromossômicas espontâneas e em pequenas proporções, com causa multifatorial. Neste contexto, as estratégicas do Ministério da Saúde vão ao encontro da End TB Strategy da Organização Mundial de Saúde, com o objetivo de reduzir o peso da doença até 2015. Este trabalho se justifica pela necessidade de melhor conhecimento das características do grupo populacional com TB resistente no estado de São Paulo, Brasil, e possui como objetivo principal Identificar o perfil clínico-epidemiológico dos pacientes diagnosticados com TB resistente. Foram analisadas as notificações de TB resistente no estado de São Paulo diagnosticadas entre janeiro de 2012 e dezembro de 2017, obtidas no Sistema de Controle de Pacientes com TB. Foi identificada uma população predominantemente do gênero masculino, entre 30-39 anos, com baixa escolaridade, cor preta ou parda, em sua maioria casos novos, 71% bacilíferos, com alta prevalência de drogadição (25%), alcoolismo (26%), tabagismo (19%), infectados pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (18%) e com Síndrome da Imunodeficiência Humana (17%), sendo 347 em privação de liberdade. As maiores resistências observadas foram à Isoniazida (74%) e à Rifampicina (33%). Foi elaborado mapa coroplético do Estado de São Paulo, demonstrando maior concentração nas regiões próximas à capital, e mapa da cidade de São Paulo, com distribuição heterogênea dos casos. Este trabalho apontou que a compreensão do perfil epidemiológico é essencial para um adequado direcionamento de ações, bem como o reconhecimento de populações chave e com alto risco de adoecimento
Biblioteca responsável: BR31.1
Localização: BR31.1
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