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Nota técnica 09 DVE/DVZ/COVISA/2020: vigilância e manejo clínico da esporotricose humana no município de São Paulo / Technical report 09 DVE / DVZ / COVISA / 2020: surveillance and clinical management of human sporotrichosis in the city of São Paulo

São Paulo (SP). Secretaria Municipal da Saúde. Coordenadoria de Vigilância em Saúde. Divisão de Vigilância Epidemiológica; São Paulo (SP). Secretaria Municipal da Saúde. Coordenadoria de Vigilância em Saúde. Divisão de Vigilância de Zoonoses; São Paulo (SP). Secretaria Municipal da Saúde. Coordenadoria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada e Temática.
São Paulo; SMS; 22/06/2020. 37 p. ilus, mapa, tab.
Monografia em Português | LILACS, Coleciona SUS, Sec. Munic. Saúde SP, Coordenação de Vigilância em Saúde-Produção, Sec. Munic. Saúde SP | ID: biblio-1102196
A Esporotricose é uma infecção fúngica de implantação, subaguda ou crônica, causada por fungo do complexo Sporothrix schenkii. No Brasil, a espécie mais frequente é S.brasiliensis. No município de São Paulo, em 2011, foram identificados os primeiros casos de esporotricose em felinos e em humanos, na região de Itaquera, na Coordenadoria Regional de Saúde Leste. A partir de 2018, houve um aumento significativo do número de casos em felinos, acompanhado do aumento de casos humanos. Esta Nota técnica, elaborada pela Coordenadoria de Vigilância em Saúde de São Paulo, tem como objetivo orientar a vigilância e o manejo clínico da esporotricose humana no município de São Paulo. O documento aborda a situação epidemiológica da esporotricose no município de São Paulo, o agente etiológico, as formas de transmissão, as manifestações clínicas, os diagnósticos diferenciais, o diagnóstico laboratorial, o tratamento, o prognóstico e as definições de casos suspeito e confirmado, além dos fluxos de atendimento e vigilância epidemiológica de esporotricose humana na cidade e da orientação para coleta e armazenamento de amostras para envio ao laboratório.
Biblioteca responsável: BR58.1