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Registro de arritmias em pacientes com marcapassos e doença renal crônica de leve a moderada (RYCKE): resultados de um estudo de coorte observacional / Register of arrhythmias in patients with pacemakers and mild to moderate chronic kidney disease (RYCKE): results from an observational cohort study

RELAMPA, Rev. Lat.-Am. Marcapasso Arritm; 29(2): 49-56, mai.-jun.2016. tab, graf
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-794470
O presente estudo examinou pacientes submetidos a implante de marcapasso dupla-câmara em decorrência de doença do nó sinusal ou bloqueio atrioventricular de 3o ou 2o graus do tipo 2 na doençarenal crônica em estágios 2, 3 e 4. O estudo teve como objetivo registrar os eventos arrítmicos durante 12 mesesde acompanhamento e comparar a incidência e a gravidade deles nas diferentes fases da doença renal crônica.

MÉTODO:

No total, 305 pacientes foram avaliados a cada 4 meses até 12 meses de acompanhamento. Os eventosarrítmicos foram avaliados em cada visita de acompanhamento.

RESULTADOS:

Dentro do mesmo grupo de estágio da doença renal crônica não houve diferença entre as causas doença do nó sinusal e bloqueio atrioventricular, a respeito da ocorrência de qualquer arritmia. No entanto, menor incidência de taquicardia atrial/fibrilação atrial foi observada para todas as comparações entre todos os pacientes e os mesmos subgrupos em pacientes no estágio 2 (total: 58%; doença do nó sinusal: 63%; bloqueio atrioventricular: 51%), comparativamente aos estágios 3 (total:87%, P < 0,0001; doença do nó sinusal: 89%, P = 0,0020; bloqueio atrioventricular: 84%, P = 0,0019) e 4 (total: 85%, P < 0,0001; doença do nó sinusal: 81%, P = 0,0409; bloqueio atrioventricular: 90%, P < 0,0001). Em relação à taquicardia ventricular não sustentada/taquicardia ventricular sustentada, foi observada incidência mais elevada para todas as comparações entre todos os pacientes e os mesmos subgrupos em pacientes no estágio 4 (total: 32%; doença do nó sinusal: 16%; bloqueio atrioventricular: 16%), comparativamente aos estágios 3 (total: 11%, P = 0,0007; doença do nó sinusal: 9%, P = 0,0110; bloqueio atrioventricular: 14%, P = 0,0441) e 2 (total: 3%, P < 0,0001; doença do nó sinusal: 3%, P < 0,0001; bloqueio atrioventricular: 4%, P < 0,0001).

CONCLUSÃO:

Nossos resultados sugerem que quanto mais avançado o estágio da doença renal crônica maior a incidência de arritmias malignas...
Biblioteca responsável: BR44.1