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A família no contexto da reforma psiquiátrica: a experiência de familiares nos cuidados e na convivência com parentes portadores de transtornos mentais / Family in the psychiatry reform context: family experience in caring and relating with relatives carriers of mental disorders

Rev. Psicol. Plur; 16(25): 13-29, jan.-jun. 2007. tab
Artigo em Português | Index Psicologia - Periódicos técnico-científicos | ID: psi-37710
A reforma psiquiátrica tem como característica fundamental a diminuição do número e do tempo de internações em hospitais psiquiátricos, que serão substituídos por serviços regionalizados, capazes de atender às urgências em saúde mental, bem como promover a ação de reinserção social e de resgate da cidadania aos portadores de transtornos mentais. Esse processo de atendimento em saúde publica já esta em andamento no município de Belo Horizonte e teve como conseqüência imediata a maior participação das famílias nos cuidados e na convivência com seus parentes portadores de transtornos mentais. Objetivou- se neste trabalho investigar qual o sentido dado pelos familiares ao cuidar e ao conviver com um parente portador de sofrimento mental e seu impacto para suas vidas pessoais e nas relações intrafamiliar e extrafamiliar e a percepção da política da reforma psiquiátrica e o seu impacto na sua vida prática cotidiana das famílias. Assim, foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com oito famílias que têm um parente em tratamento no Cersam Pampulha há mais de um ano. As entrevistas foram feitas, em sua maioria, com os cuidadores desses pacientes. A análise das entrevistas orientou- se pela abordagem teórico-metodológica da produção de sentidos com base nas Práticas Discursiva proposta por Spink (1999). Concluiu- se que as famílias percebem a política de reforma psiquiátrica e a convivência com o parente portador de transtornos mentais, em geral, como positiva. Entretanto, essa convivência é percebida como uma sobrecarga. As famílias enfatizam que o Cersam é um instrumento para avaliar os problemas causados por esse convívio. (AU)
A reforma psiquiátrica tem como característica fundamental à diminuição do número e do tempo de internações em hospitais psiquiátricos,que serão substituídos por serviços regionalizados, capazes de atender às urgências em saúde mental, bem como promovera ação de reinserção social e de regaste da cidadania aos portadores de transtornos mentais. Esse processo de atendimento em saúde pública já está em andamento no município de Belo Horizonte e teve como conseqüência imediata a maior participação das famílias nos cuidados e na convivência com seus parentes portadores de transtornos mentais. Objetivou-se, então, neste trabalho investigar qual o sentido dado pelos familiares ao cuidar e ao conviver com um parente portador de sofrimento mental e seu impacto para suas vidas pessoais e nas relações intrafamiliar e extrafamiliar e a percepção da política da reforma psiquiátrica e o seu impacto na sua vida prática cotidiana das famílias. Assim, foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com oito famílias que têm um parente em tratamento no Cersam Pampulha há mais de um ano. As entrevistas foram feitas, em sua maioria, com os cuidadores desses pacientes. A análise das entrevistas orientou-se pela abordagem teórico-metodológica da Produção de Sentidos com base nas Práticas Discursivas propostas por Spink (1999). Concluiu-se que asfamílias percebem a política de reforma psiquiátrica e a convivência com o parente portador de transtornas mentais, em geral, como positiva. Entretanto, essa convivência é percebida como uma sobrecarga. As famílias enfatizam que o Cersam é um instrumento para avaliar os problemas causados por esse convívio(AU)
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