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Gilgamesh, nas fronteiras entre o animal e o humano: o rei Uruk e a luta pela imortalidade

Marcho, Paulo; Araujo Marchon, Maria Livia Diana de.
Trieb (Rio de Janeiro); 18(1/2): 231-250, 2019.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-1394
A escrita cuneiforme está entre o oral e o escrito. A história de Gilgamesh,
o herói lendário de Uruk, na Mesopotâmia, despertou atenção quando George
Smith, em 1872, desvendou, nas primeiras tábuas, que um milênio antes da Bíblia
eles já escreviam uma história do dilúvio. Uruk era uma Nova York de 4.000 anos
atrás. O autor reconta a história de Gilgamesh, acrescentando algumas perspectivas
psicanalíticas. Gilgamesh tem o ius primae nocte, além de usar todas as mulheres
de Uruk, atacando e matando seus habitantes, que pedem ao deus Anu a proteção.
Este cria do pó da terra Enkindu para destruir Gilgamesh. Mas os dois se tornam
amigos e vão combater Humbaba, o monstro encarregado pelo deus Enlil de fazer a
interdição na Floresta de Cedro. Os dois matam o monstro, mas o deus Enlil decreta
a morte de Enkidu e, assim, surge a questão da morte e do medo da morte de uma
perspectiva psicanalítica e da ciência moderna

Asunto(s)

Psicoanálisis

Descriptores locales

Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro; SBPRJ; EDIPO; CULTURA; FRONTEIRA; ESCRITA; MORTE; INTERDIÇÃO; CIÊNCIA.
Biblioteca responsable: BR1672.1