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A clínica psicanalítica da primeira infância na contemporaneidade: demandas, cuidados e manejos

Rodrigues de Barros, Silvana.
Reverie: revista de psicanálise; 8(1): 132-151, 2015.
Artículo en Portugués | Bivipsil | ID: psa-1781
Esse artigo surge de inquietações a partir da clínica psicanalítica com crianças,
que nos chegam com atravessamentos precoces no desenvolvimento. Ao pensarmos
sobre a complexidade dos processos de subjetivação, destacamos a importância
da relação primordial mãe-bebê e o papel integrador do outro, da cultura, e por
fim, a interação constante entre sujeito-realidade nos processos de simbolização.
Novos sintomas sociais apontam para o predomínio de uma cultura narcisista na
atualidade. Geração, que em nome do prazer e realização individuais, tem buscado
incessantemente formas de realizar desejos e de se sentir feliz, como se fosse
possível romper com o antagonismo entre as exigências pulsionais e as restrições
impostas pela civilização. Essa nova ordem social, onde a necessidade de consumo,
a instabilidade, a liquidez nas relações e exacerbação narcísica se impõem como leis
que regulam os vínculos, não poupou a infância. Analisaremos algumas questões
relativas ao estabelecimento das primeiras relações bebê-ambiente, relações essas
fundantes do psiquismo humano, e como os pais na contemporaneidade têm exercido
suas funções, materna e paterna. Traremos também algumas reflexões sobre a escuta
e o cuidado que oferecemos às crianças e aos seus pais na nossa clínica, a partir
desse contexto atual, onde a fragilização dos processos de subjetivação da infância
nos desafia a reconsiderar alguns conceitos psicanalíticos e o enquadre clínico, bem
como estabelecer a interlocução possível com outros campos de cuidado da infância (AU)

Descriptores locales

GRUPO DE ESTUDIOS PSICANALITICOS DE FORTALEZA; GEPFOR; PSIQUISMO; SOCIEDAD; SOCIEDADE; AUTISMO; PSICOSIS INFANTIL; PSICOSE INFANTIL; FAMILIA.
Biblioteca responsable: UY116.1