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Representação e psicanálise no cinema: Divertida mente, o filme

Barreto Regadas, Bárbara Facó; Rodrigues Bernardes, Karina; Neri Benevides, Marúcia Luna.
Reverie: revista de psicanálise; 8(1): 207-215, 2015.
Artículo en Español | Bivipsil | ID: psa-5108
As autoras, ao assistirem ao filme Divertida Mente da Pixar - Disney World, pensaram
em como o filme retratou as emoções de forma lúdica, criativa e divertida.
O filme traz uma peculiaridade interessante: fala de emoções e ocorre dentro da
mente de Riley, uma menina de 11 anos! Além de mobilizar aspectos emocionais,
representando sentimentos em personagens e imagens, o filme se destacou por
conseguir construir a representação de uma mente dinâmica e criativa. Apresentou
também o inconsciente, o que chamou a atenção das autoras. O trabalho se
propõe a falar da teoria psicanalítica, destacando, sobretudo Melanie Klein e W.
R. Bion, chamando atenção para a tolerância à frustração e a ambivalência dos
sentimentos. Isso porque a mensagem do filme, para as autoras, é a de que alegria
e tristeza caminham juntas, sem sucumbir: alegria sem tristeza vira mania, e tristeza
sem alegria, depressão. O objetivo deste artigo é trazer conjecturas psicanalíticas,
fazendo uma leitura da relação existente entre a representação de um filme, a mente
e a psicanálise. Por fim, utilizam-se da ideia do poeta Vinicius de Morais... “mas
para fazer um samba (vida) com beleza, é preciso um bocado de tristeza” (AU)

Descriptores locales

GRUPO DE ESTUDIOS PSICANALITICOS DE FORTALEZA; GEPFOR; INTEGRACION; POSICIÓN ESQUIZOPARANOIDE; INTEGRAÇÃO; POSIÇÃO ESQUIZOPARANOIDE; POSICION DEPRESIVA; POSIÇÃO DEPRESSIVA; TOLERANCIA; FRUSTRAÇÃO.
Biblioteca responsable: UY116.1