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Porcine circovirus 2 and 3 in wild boars in Southern Brazil / Circovírus suíno 2 e 3 em javalis no Sul do Brasil

Dal Santo, Ana Carolina; Gressler, Leticia Trevisan; Costa, Samay Zillmann Rocha; Centenaro, João Rogério; Dazzi, Isabella Mazzocato; Martins, Mathias.
Ciênc. rural (Online); 52(2): e20210209, 2022. tab, graf, ilus, mapas
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1339658

Resumo

Porcine circovirus 2 (PCV2) has a considerable economic impact on the pork industry worldwide for more than two decades. In 2016, a new circovirus, porcine circovirus 3 (PCV3), was described; since then, it has been reported to be associated with diseased or even in clinically healthy swine in several countries. Considering the importance of wild boars as reservoirs of swine pathogens and the extensive distribution of these animals in Rio Grande do Sul and throughout the national territory, we searched for PCV2 and PCV3 in twenty-six wild boars coupled with necropsy and histologic examination of the sampled animals. Using PCR, 182 tissue samples were analyzed, including the heart, kidneys, liver, lung, lymph nodes, spleen, and tonsils. PCV2 and PCV3 were detected in 57.7% (15/26) and 15.4% (4/26) of wild boars, respectively. Furthermore, co-infection with PCV2 and PCV3 was detected in one of these animals, with PCV2 or PCV3 DNA detection in multiple organs. Histological examination showed mild to moderate and multifocal lymphoplasmacytic interstitial nephritis distributed randomly throughout the renal cortex, apparently unrelated to PCV2 or PCV3 detection. The wild boar population in Brazil is extensive, indicating the presence of a larger number of swine pathogen hosts. In the present study, more than half of the wild boars harbored PCV2; and although less frequently, PCV3 was also detected. Therefore, free-living wild boars can serve as reservoirs of swine circoviruses in southern Brazil.
O circovírus suíno 2 (PCV2) tem causado impacto econômico na indústria suína em todo o mundo por mais de duas décadas. Em 2016, um novo circovírus foi descrito - circovírus suíno 3 (PCV3) - e desde então tem sido relatado em vários países associado a doenças ou mesmo suínos saudáveis. Diante da importância dos javalis como reservatórios de patógenos suínos, e da ampla distribuição desses animais no Rio Grande do Sul e em todo o território nacional, foi realizada pesquisa de PCV2 e PCV3 em vinte e seis javalis (10 fêmeas e 16 machos). Necropsia e exame histológico foram realizados. Utilizando PCR, foram analisadas 182 amostras de tecidos incluindo: coração, rins, fígado, pulmão, linfonodos, baço e tonsila. PCV2 e PCV3 foram detectados por PCR em 57,7% (15/26) e 15,4% (4/26) dos javalis, respectivamente. Um destes animais estava co-infectado por PCV2 e PCV3. O DNA do PCV2 ou PCV3 foi detectado em multiplos órgãos. No exame histológico foi observada nefrite intersticial linfoplasmocitária multifocal leve a moderada, distribuída aleatoriamente pelo córtex renal, aparentemente sem relação com a detecção de DNA viral. A população de javalis no Brasil é extensa, resultando em maior número de hospedeiros para patógenos de suínos. No presente estudo, mais da metade dos javalis capturados abrigavam PCV2 e, embora menos frequente, PCV3 também foi detectado. Os javalis de vida livre podem servir como reservatórios de circovírus suínos no sul do Brasil.
Biblioteca responsável: BR68.1