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Estabelecimento do capim setária cv. Kazungula em condições de inundação

Maluf Haddad, Cláudio; Orsini Platzeck, Cláudia; Fernando Monteiro Tamassia, Luis; Geraldo Ferreira Castro, Flávio.
Sci. agric.; 57(2)2000.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-439375

Resumo

The survival capacity Setaria sphacelata (Schumach.) Moss var. sericea (Stapf) Clayton cv. Kazungula was studied under flooded conditions during the establishment period. The experimental data were collected in two phases. Flooded conditions were simulated using cement boxes full of mud soil from the field. The experimental design was completely randomized, replicated four times. The first phase had imposed 10 days of flooding after: 0, 10, 20, 30 and 40 days from sowing. Treatments did not differ statistically (P 0.01) in terms of number of individuals saved at the end of this phase, except for the treatment in which the flooded condition was imposed 10 days after sowing. A higher tendency was observed in relation to the treatment in which the flooded condition was imposed immediately after sowing (0 days), suggesting a possible flooding inducement to this species seed germination. The second phase had flooding periods of: 15, 20, 25, 30 e 35 days immediately after sowing. The results showed that 15 days or more of flooded conditions, can affect the seed germination potential, reducing the number of emerging plants (P 0.05) and compromising their establishment.
Este experimento teve como objetivo conhecer o comportamento da Setaria sphacelata (Schumach.) Moss var. sericea (Stapf) Clayton cv. Kazungula quanto a capacidade de sobrevivência em diferentes condições de inundação por ocasião de seu estabelecimento. O mesmo foi dividido em duas etapas e instalado em condições de campo, utilizando-se caixas de cimento amianto cheias com solo de várzea. O delineamento estatístico adotado foi inteiramente casualizado com quatro repetições. Para a primeira etapa foram impostos como tratamentos as épocas de inundação: 0, 10, 20, 30 e 40 dias após a semeadura com duração de 10 dias, sendo a testemunha irrigada por aspersão normal. Com exceção do tratamento onde a inundação foi iniciada 10 dias após a semeadura, não existiu diferença (P 0,01) entre o número de plantas emergidas ao final dessa etapa experimental. Foi observada uma tendência de superioridade no tratamento cuja época de inundação foi imediata à semeadura, sugerindo um possível estímulo da inundação na germinação das sementes dessa espécie. Na segunda etapa os tratamentos foram: inundação por 15, 20, 25, 30 e 35 dias de duração imediatamente após a semeadura, sendo a testemunha irrigação por aspersão normal. Os resultados indicam que inundações por 15 dias ou mais, nas condições do experimento, comprometem o potencial de germinação das sementes, diminuindo o número de plantas emergidas (P 0,05) e portanto prejudicando o estabelecimento.
Biblioteca responsável: BR68.1