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Disponibilidade de potássio e suas relações com cálcio e magnésio em soja cultivada em casa-de-vegetação A NAME="top"> /A>

Alvares de Oliveira, Fábio; Augusto de Camargo Carmello, Quirino; Assunção Antonio Mascarenhas, Hipólito.
Sci. agric.; 58(2)2001.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-439519

Resumo

Soybean does not respond well to high levels of K, because its availability has been related to interactions with Ca and Mg in the soil and, therefore, to liming. In order to study soybean K nutrition related to soil levels of Ca and Mg, a greenhouse experiment was carried out in pots with a sandy loam Typic Hapludox. A 5 x 7 factorial randomized block experimental design was adopted with four replications. Forty days before sowing, five levels of burned dolomite lime (0, 500, 1000, 1500, 2000 mg dm-3) were applied, mixed with seven K levels (0, 15, 30, 45, 60, 75, 90 mg dm-3) in the form of KCl, before sowing. Four plants were grown in each pot. Plants of the early blooming soybean cultivar, IAC-17 with 112-day cycle, were inoculated with Bradyrhizobium japonicum. Two plants were evaluated at the R2 stage (full bloom) and the other two at the R8 stage (full maturity). When the soil ratio of exchangeable (Ca+Mg)/K was greater than 36 or leaf (Ca+Mg)/K concentration greater than 3.6, the plants presented lower dry matter yield, K deficiency symptoms and lower leaf K concentration. Otherwise, greater dry matter yield, related to the optimum equilibrium of leaf K, Ca and Mg concentrations, were verified when the soil ratio of exchangeable (Ca+Mg)/K was between 20 to 30. The soil ratio of exchangeable (Ca+Mg)/K presented an important index to evaluate soil K availability for the soybean crop. Recommendations regarding K fertilization to the soybean crop must also consider the applied liming rates.
A falta de resposta da soja à aplicação de K em elevadas quantidades pode estar relacionada com suas interações com o Ca e o Mg do solo e, portanto, com a calagem. O objetivo deste trabalho foi avaliar a nutrição potássica da soja em relação ao cálcio e ao magnésio do solo, por um experimento em vasos protegidos, sob casa-de-vegetação, utilizando-se um Latossolo Vermelho Amarelo distrófico típico, textura média, disposto num esquema fatorial 5x7 em blocos casualizados, com 4 repetições. Aplicaram-se, 40 dias antes da semeadura, cinco níveis de calcário dolomítico calcinado (0, 500, 1000, 1500, 2000 mg dm-3), combinados com sete níveis de K (0, 15, 30, 45, 60, 75, 90 mg dm-3), aplicados na forma de KCl, previamente à semeadura. Em cada vaso, cultivaram-se 4 plantas de soja inoculadas com Bradyrhizobium japonicum, cultivar precoce IAC-17, com 112 dias de ciclo. Avaliaram-se duas plantas de cada vaso no estádio R2 (florescimento pleno) e duas no estádio R8 (maturação plena). Quando a relação (Ca+Mg)/K trocável no solo foi superior a 36 ou a relação dos teores foliares (Ca+Mg)/K superior a 3,6, foram verificadas as menores produções de material vegetal em plantas com sintomas de deficiência e teores foliares reduzidos de K. Por outro lado, as maiores produções, aliadas ao maior equilíbrio dos teores foliares de K, Ca e Mg foram obtidas quando a relação (Ca+Mg)/K trocável no solo apresentava-se entre 20 e 30. A relação (Ca+Mg)/K trocável no solo mostrou-se um índice importante de avaliação da disponibilidade do K no solo para a cultura da soja. A recomendação de adubação potássica para a cultura da soja também deve considerar a quantidade de calcário aplicada.
Biblioteca responsável: BR68.1