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Helminths of wild hybrid marmosets (Callithrix sp.) living in an environment with high human activity

de Oliveira Tavela, Alexandre; Franco Fuzessy, Lisieux; Herold Dornelas e Silva, Vinicius; de Fátima Rodrigues da Silva, Fernanda; Carretta Junior, Moacir; de Oliveira Silva, Ita; Boere Souza, Vanner.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-442020

Resumo

The objective of this study was to identify the helminth fauna in hybrid, non-native marmosets, through analysis of fecal samples. The study involved 51 marmosets (genus Callithrix) from five groups living in places with levels of human impact in Viçosa-MG. The marmosets were caught using a multiple-entrance trap and were anaesthetized. Feces were collected, refrigerated and analyzed by means of the sedimentation technique (Hoffmann-Pons-Janner). Eggs and parasites were identified, but not counted. Most of the marmosets (86%) were parasitized by at least one genus of helminths. Among the infected marmosets, 37% presented co-infection. The intestinal helminths comprised four different taxa: Primasubulura jacchi, Ancylostomatidae, Prosthenorchis sp. and Dilepididae.P. jacchi and Ancylostomatidae had higher prevalences (> 80% and > 40%, respectively) and were found in all marmoset groups. Dilepididae species were found in almost all the groups, but only accounted for around 30% of the marmosets. Prosthenorchis sp. showed a relatively low prevalence ( 10%) and was only found in one group. Although two parasites are commonly found in marmosets and other primates (P. jacchi and Prosthenorchis sp.), our study is the first record for Ancylostomatidae and Dilepididae. Factors like marmosets' feeding behavior and their contact with humans and other species of nonhuman primates seem to be determinants of infection among marmosets.
O objetivo do presente estudo foi a identificação da helmintofauna em saguis híbridos e introduzidos, por meio de análises de amostras fecais. O estudo envolveu 51 saguis do gênero Callithrix, de cinco grupos que ocupam áreas com diferentes impactos humanos. Os saguis foram capturados com armadilha de múltiplas entradas e anestesiados. Fezes foram colhidas, refrigeradas e analisadas pela técnica de sedimentação (Hoffmann-Pons-Janner). Ovos e parasitas foram identificados, mas não contados. A maior parte dos saguis (86%) estava parasitado por, pelo menos, uma espécie de helminto. Do grupo infectado, 37% apresentou coinfecção. A diversidade helmíntica intestinal incluiu quatro táxons diferentes: Primasubulura jacchi, Ancylostomatidae, Prosthenorchis sp. e Dilepididae. P. jacchi e Ancylostomatidae apresentaram as maiores prevalências (> 80% e > 40%, respectivamente) e foram encontrados em todos os grupos. As espécies de Dilepididae apresentaram aproximadamente 30% da prevalência e foram encontrados em quase todos os grupos. A espécieProsthenorchis sp. apresentou prevalência relativamente baixa ( 10%) e foi encontrado somente em um grupo. Considerando que duas das espécies são parasitas comumente descritos para saguis e primatas (P. jacchi e Prosthenorchis sp.), este estudo consiste no primeiro registro para Ancylostomatidae e Dilepididae. Fatores como o comportamento alimentar e o contato com o homem e outras espécies de primatas não humanos, parecem ser determinantes na contaminação dos saguis.
Biblioteca responsável: BR68.1