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Detection of poliovirus type 2 in oysters by using cell culture and RT-PCR

E.B. Vinatea, Cecília; C.M. Sincero, Thaís; M.O. Simões, Claúdia; R.M. Barardi, Célia.
Braz. J. Microbiol.; 37(1)2006.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-443946

Resumo

Shellfish are readily contaminated with viruses present in water containing sewage due to the concentrating effect of filter feeding. Enteroviruses are generally used as a model for the detection of viruses from shellfish due to their public health significance. In the present work, oysters were placed in glass aquaria containing seawater plus unicellular algae. Two experiments were performed: 1) oysters bioaccumulating four different poliovirus type 2 concentrations: 5 x 10(4), 2.5 x 10(4), 5 x 10³ and 5 x 10² PFU/mL during 20h; 2) oyster tissues directly inoculated with 6.0 x 10(5) and 1.0 x 10(5) PFU/mL. After viruses seeding, tissue samples were processed by an adsorption-elution-precipitation method. Positive controls were performed by seeding 6.0 x 10(5) PFU/mL of poliovirus type 2 directly on the final oyster tissue extracts. Oyster extracts were assayed for viruses recovery by plaque assay, RT-PCR and integrated cell culture-PCR methodologies (ICC/PCR). The last one was based on the inoculation of the samples onto VERO cell monolayer followed by RT-PCR analysis of the infected cell fluid. In the first experiment (20h bioaccumulation) until 5 x 10³ PFU were detected after 24 and 48h growth on VERO cells. Direct RT-PCR and ICC/PCR were able to detect 3 and 0.04 PFU of poliovirus, respectively, when bioaccumulation assay was used. When direct tissue virus seeding was performed, the plaque assays showed that polioviruses were recovered in all tested concentrations. Based on these results, it is possible to conclude that viable polioviruses can be detected in oysters after bioaccumulation and these techniques can be directly applied for monitoring virus contamination in environmental samples.
Devido ao hábito alimentar filtrante, os moluscos bivalves são contaminados por vírus presentes em águas contaminadas por esgoto. Os enterovírus são geralmente usados como modelos para a detecção de vírus em moluscos bivalves devido a sua importância em saúde pública. No presente estudo, ostras foram colocadas em aquários de vidro contendo água do mar adicionada de algas unicelulares. Dois tipos de experimentos foram realizados: a) ostras bioacumulando quatro diferentes concentrações de poliovírus: 5 x 10(4), 2,5 x 10(4), 5 x 10³, 5 x 10² PFU/mL durante 20h; b) tecidos de ostras inoculados diretamente com 6,0 x 10(5) e 1,0 x 10(5) PFU/mL. Após a semeadura, os tecidos foram processados por um método de adsorção-eluição-precipitação. Controles positivos foram realizados por inoculação de 6,0 x 10(5) PFU/mL de poliovírus diretamente nos tecidos processados das ostras. Os extratos teciduais foram testados para presença do vírus por ensaios de placa de lise (PFU), RT-PCR e cultura celular integrada ao PCR (ICC/PCR). Este último consistiu na inoculação das amostras sobre monocamadas de células VERO seguida de RT-PCR do fluido celular infeccioso. No primeiro experimento (ensaio de bioacumulação por 20h), foram detectados até 5 x 10³ PFU de poliovírus, após 24 e 48h de replicação nas células. Os ensaios de RT-PCR e ICC/PCR foram capazes de detectar 3 e 0,04 PFU de poliovírus, respectivamente nos ensaios de bioacumulação. Quando os extratos teciduais processados foram semeados, os ensaios de placa de lise demonstraram recuperação de vírus infecciosos em todas as concentrações testadas. Pudemos concluir que partículas viáveis de poliovírus podem ser detectadas em ostras após bioacumulação e que estas técnicas podem ser diretamente aplicadas na detecção de vírus em amostras ambientais.
Biblioteca responsável: BR68.1