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Oestrus induction and luteolysis in heifers treated with a cloprostenol mini-dosis through intramuscular or intravulvosubmucosal administration / Indução do cio e luteólise em novilhas tratadas com uma mini-dose de cloprostenol administrada pela via intramuscular ou intravulvo-submucosa

Herrera Alvarez, Rafael; Ferreira Meirelles, Cyro; Victor de Oliveira, José; Rodrigues Pozzi, Juliana; Gomes de Castro Júnior, Fernando.
B. Indústr. Anim.; 46(1): 37-44, 1989.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-467890

Resumo

In order to evaluate the oestral and luteolitic response to intramuscular (i.m.) or intravulvosubmucous (i.v.s.m.) cloprostenol mini-dosis injection, twenty eight crossbred heifers received 7 to 14 days after oestrus, one of following treatments with seven replications each: A) 500 µg (i.m.) cloprostenol; B) 125 µg (i.m.) cloprostenol; C) 125 µg (i.v.s.m.) cloprostenol and D) 2 ml saline solution (i.m.). Mean progesterone concentratjon (P4) in blood plasma just before the application of the treatments was 4.94, 4.71, 5.76 and 3.48 ng/ml respectively for treatments A, B, C and D, without any significant difference (P > 0.05). Twenty four hours later, there was a fall in the mean progesterone concentration of treatments A (0.91 ng/ml), B (1.17 ng/ml), C (1.72 ng/ml) but not of the treatment D (4.37) (P 0.01). All heifers of treatment A, three of treatment B, five of treatment C and none of treatment D were observed in oestrus during a five days period after the begining of the treatments (P 0.01). There was no significant difference between treatments B and C. This results suggest that a cloprostenol mini-dosis when administered by i.m. or i.v.s.m. routes do not cause a different pharmacological effect.
Para avaliar a resposta estral e luteolítica à minidose de cloprostenol aplicada pela via intramuscular (i.m.) ou intravulvosubmucosa (i.v.s.m.), vinte e oito novilhas mestiças receberam entre os dias 7 a 14 após o cio, os seguintes tratamentos com sete repetições cada: tratamento A) 500 µg cloprostenol (i.m), tratamento B) 125 µg cloprostenol (i.m.), tratamento C) 126 µg cloprostenol (i.v.s.m.) e tratamento D) testemunha, 2 ml de solução salina (i.m.). A média dos níveis de progesterona plasmática (P4) minutos antes do inicio do tratamento foi de 4,94, 4,71, 5,76 e 3,48 ng/ml para os tratamentos A, B, C, e D respectivamente, não apresentando diferença significativa (P > 0,05). Após vinte e quatro horas, observou-se uma queda nos valores médios de P4 dos tratamentos A(0,91 ng/ml), B (1,17 ng/ml) e C (1.72 ng/ml) mas não do D (4,37 ng/ml) (P 0,01). Todas as novilhas do tratamento A, três do tratamento B, cinco do tratamento C e nenhuma do tratamento D, manifestaram cio nos cinco dias posteriores ao inicio dos tratamentos (P 0,01). Não foi observada diferença significativa entre os tratamentos B e C para este critério. Esses resultados sugerem que a minidose de cloprostenol pode provocar um efeito farmacológico semelhante, independente da via de aplicação i.m. ou i.v.s.m.
Biblioteca responsável: BR68.1