Your browser doesn't support javascript.

Portal de Pesquisa da BVS Veterinária

Informação e Conhecimento para a Saúde

Home > Pesquisa > ()
Imprimir Exportar

Formato de exportação:

Exportar

Exportar:

Email
Adicionar mais destinatários

Enviar resultado
| |

Propagation by cuttings of the rhizome of Aspilia montevidensis (Spreng.) Kuntze / Propagação por estacas de rizoma de Aspilia montevidensis (Spreng.) Kuntze

Martini, Angeline; Biondi, Daniela; Maria Natal, Camila.
Semina Ci. agr.; 34(1): 201-208, 2013.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-470371

Resumo

The indication for use of native species in the landscape has become increasingly more frequent, but find them on the market still is not easy. One reason for this is the difficulty in production, which begins in the processes of propagation. Effective methods of spreading Aspilia montevidensis are not yet known. Thus the objective of this study was to vegetative propagation by cuttings of the rhizome of Aspilia montevidensis in different seasons. Two treatments were tested in each season: T1 section of the tip of the rhizome and T2 section of the base of the rhizome, with three repetitions each of nine sections in the spring and summer and three replicates of ten sections each fal and winter. The variables were: percentage of rooted cuttings, dead and living, number of roots per cutting, number and length of shoots in each stake. Statistical analysis was performed by the SNK test at 95% probability. There were significant differences between treatments for the percentage of live cuttings in summer and during autumn for the percentage of rooted cuttings (T1= 30.7 % and T2= 0 %), living and the number of roots. In the other treatments and stations there were no statistical differences, although the highest rate of rooting was found in summer (T1 = 73.6 % and T2 = 38.15 %). We conclude that the season is a factor that influences the propagation by cuttings of rhizomes of Aspil
A indicação do uso de espécies nativas no paisagístico tem se tornado a cada dia mais freqüente, porém encontrá-las no mercado ainda não é tarefa fácil. Um dos motivos para isso é a dificuldade na produção, que se inicia nos processos de propagação. Métodos eficazes de propagação de Aspilia montevidensis ainda não são conhecidos. Desta forma o objetivo desse trabalho foi realizar propagação vegetativa por estacas de rizoma de Aspilia montevidensis em diferentes estações do ano. Testaram-se dois tratamentos em cada estação: T1 secção apical do rizoma e T2 secção basal do rizoma, com três repetições de nove secções cada na primavera e verão e três repetições de dez secções cada no outono e inverno. As variáveis analisadas foram: percentagem de estacas enraizadas, vivas e mortas; número de raízes por estaca; número e comprimento das brotações em cada estaca. A análise estatística foi realizada pelo teste SNK a 95% de probabilidade. Houve diferença significativa entre os tratamentos para a percentagem de estacas vivas no período de verão, e no período de outono para a percentagem de estacas enraizadas (T1 = 30,7% e T2 = 0%), vivas e o número de raízes. Nos demais tratamentos e estações do ano não se verificaram diferenças estatísticas, embora a maior taxa de enraizamento tenha sido encontrada no verão (T1 = 73,6% e T2 = 38,15%). Conclui-se que a estação do ano é um fator que in
Biblioteca responsável: BR68.1