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Temperaturas máximas prejudiciais ao feijoeiro no Estado do Rio Grande do Sul, Brasil

Cargnelutti Filho, Alberto; Matzenauer, Ronaldo; Ricardo Tavares Maluf, Jaime; Dalfollo Ribeiro, Nerinéia; Kuhn da Trindade, Júlio; Taizo Sawasato, Joaquim; Prestes Stolz, Álvaro.
Ci. Rural; 35(5)2005.
Artigo em Português | VETINDEX-Express | ID: vti-704780

Resumo

The objective of this study was to verify temporal and spatial variability of the probable occurrence of decendial mean maximum temperature harmful ( FONT FACE=Symbol>³ /FONT>28°C) to bean crop, in 23 locations of the Rio Grande do Sul State. The maximum temperature data were collected at the Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária from 1954 to 2004. With the data, it was calculated the probability of harmful decendial mean maximum temperature equal to greater than 28°C for each decendial and locations, from October to March. The correlation analyses were performed between geographic coordinates and probabilities in each decendial for the October-March period. Location were clustered by the complete linkage method. There are variabilities in the occurrence of the harmful decendial mean maximum temperature for bean crop in the Rio Grande do Sul State both on a temporal and spatial scale. Highest climatic risk of decendial maximum temperature harmful bean crop in Rio Grande do Sul State occur in January the third decendial, with gradative decrease up to October the first decendial and to March the third decendial. There is association between the probability of occurrence of the harmful decendial mean maximum temperature for bean crop in the Rio Grande do Sul State and geographic coordinates, with higher climatic risk in regions with low altitude and low longitude.
Com o objetivo de verificar a existência de variabilidade temporal e espacial da probabilidade de ocorrência de temperatura máxima média decendial prejudicial à cultura do feijoeiro ( FONT FACE=Symbol>³ /FONT>28°C), em 23 municípios do Estado do Rio Grande do Sul, utilizaram-se os dados de temperatura máxima do período de 1954 a 2004, obtidos na Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária. Determinou-se a probabilidade de a temperatura máxima média decendial ser igual ou superior a 28°C (PROB), em cada decêndio e município no período de outubro a março. Realizou-se análise de correlação entre as coordenadas geográficas e a PROB em cada decêndio do período de outubro a março e os municípios foram agrupados pelo método hierárquico ‘vizinho mais distante. Há variabilidade de ocorrência de temperatura máxima média decendial prejudicial a cultura do feijoeiro no Estado do Rio Grande do Sul no tempo e no espaço. Maior risco de a temperatura máxima média decendial prejudicar à cultura do feijoeiro no Rio Grande do Sul, ocorre no terceiro decêndio do mês de janeiro, com diminuição gradativa em direção ao primeiro decêndio de outubro e ao terceiro de março. Há associação da probabilidade de ocorrência de temperatura máxima média decendial prejudicial à cultura do feijoeiro no Estado do Rio Grande do Sul com as coordenadas geográficas, com maiores riscos em regiões de menor altitude e longitude.
Biblioteca responsável: BR68.1