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Areas of endemism in the Brazilian Atlantic Forest based on the distribution of dung beetles (Coleoptera, Scarabaeidae, Scarabaeinae)

Silva, Jorge L. da; Vaz-de-Mello, Fernando Z..
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-744395

Resumo

ABSTRACT Our goals were to determine whether the pattern of geographical distribution of dung beetles in the Brazilian Atlantic Forest (BAF), Southeast Brazil, supports the identification of the areas of endemism in this biome, how the number and boundaries of the areas of endemism vary with the spatial scale used in the analysis, if the areas of endemism identified here are consistent with previous proposals described in the literature. We used the analysis of endemicity (NDM) on the distributional patterns of 198 species and subspecies of dung beetles in order to identify areas of endemism into grids of 0.25°x0.25°, 0.5°x0.5° and 1°x1°. A total of 15 consensus areas (CA) were identified with the different grid sizes employed (two of 0.25°, three of 0.5° and 10 of 1°). Our results support the assumptions about the influence of the grid size, since a smaller number of CA were identified for the 0.25° grids (02 CA), whereas by increasing the size of the units, there was an increase in the number of the areas of endemism (10 CA of 1°). Despite different levels of geographical congruence, the areas of endemism located in the BAF described elsewhere are corroborate, all or part of them. The overlap of these CA allowed the definition of three generalized areas of endemism: Southeast, Central and Southwest. These generalized areas encompassed habitats with great environmental variety, potentially influencing the levels of endemism of species of dung beetles. Furthermore, they were corroborated by other areas of endemism described in the literature, allowing us to argue that processes forming these regions have influenced dung beetle species as described for other groups of organisms.
RESUMO Nossos objetivos foram determinar se o padrão de distribuição geográfica de besouros rola-bostas na Mata Atlântica Brasileira (MAB), no sudeste do Brasil, permite a identificação das áreas de endemismo nesse bioma, como o número e os limites das áreas de endemismo variam com a escala espacial usada na análise, se as áreas de endemismo aqui identificadas são consistentes com propostas anteriores descritas na literatura. Utilizamos a análise de endemicidade (NDM) sobre os padrões de distribuição de 198 espécies e subespécies de besouros rola-bostas, a fim de identificar áreas de endemismo em grades de 0,25°x0,25°, 0,5°x0, 5° e 1°x1°. Foram identificadas 15 áreas de consenso (AC) com os diferentes tamanhos de quadrículas empregados (duas de 0,25°, três de 0,5° e 10 do 1°). Nossos resultados corroboram as premissas sobre a influência do tamanho da grade, uma vez que um número menor de AC foi identificado nas quadrículas de 0,25° (02 AC), enquanto que ao aumentar o tamanho das unidades, houve um aumento no número de áreas de endemismo (10 AC do 1°). Apesar de diferentes níveis de congruência geográfica, as áreas de endemismo localizadas no MAB descritas em outros trabalhos são corroboradas, total ou parcialmente. A sobreposição dessas AC permitiu a definição de três áreas generalizadas de endemismo: Sudeste, Central e Sudoeste. Essas áreas generalizadas englobaram habitats com grande variedade ambiental, influenciando potencialmente os níveis de endemismo de espécies de besouros. Além disso, eles foram corroborados por outras áreas de endemismo descritas na literatura, permitindo argumentar que os processos que formam essas regiões influenciaram as espécies de besouros como descrito para outros grupos de organismos.
Biblioteca responsável: BR68.1