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Association of intraperitoneal ceftriaxone, intravenous gentamicin and oral metronidazole in the treatment of an abdominal abscess and peritonitis in a horse / Associação da ceftriaxona intraperitoneal, gentamicina intravenosa e do metronidazol oral no tratamento de abscesso abdominal e peritonite em equino

Alonso, Juliana de Moura; Ávila, Alice Ribeiro; Apolonio, Emanuel Vitor Pereira; Santos, Bruna dos; Alves, Ana Liz Garcia; Watanabe, Marcos Jun; Rodrigues, Celso Antonio; Hussni, Carlos Alberto.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-759207

Resumo

Medical management of abdominal abscesses in horses requires prolonged antibiotic therapy and presents varied success rates. A 6-year-old male horse with a history of colic and multiple abdominal punctures to relieve gas was attended. At admission, tachycardia, tachypnea, hyperthermia, mucosal congestion, dehydration, and rigid gait were observed. The association of physical examination, laboratory and ultrasonographic findings allowed the diagnoses of peritonitis and abdominal abscess. Supporting treatment plus broad spectrum antibiotic therapy was performed: daily intraperitoneal ceftriaxone (25 mg/kg, 7 days); daily intravenous gentamicin (6.6 mg/kg, 7 days); per os metronidazole three times a day (15 mg/kg 12 days), followed by the same dose twice a day (15 mg/kg 33 days), totaling 45 days of treatment. Plasma fibrinogen and ultrasonographic examination were the most effective tools to evaluate abscess evolution. There was normalization of the physical examination 24 h after beginning the treatment, consecutive regression of the nucleated cell count in the peritoneal fluid, and regression of plasma fibrinogen and size of the abscess. On the 10th treatment day, the animal was discharged from the hospital, maintaining oral therapy with metronidazole every 12 h (15 mg / kg). When the anim
O tratamento conservativo dos abscessos abdominais em equinos requer antibioticoterapia prolongada e apresenta variadas taxas de sucesso. Foi atendido um cavalo de seis anos de idade, com histórico de cólica e múltiplas punções abdominais por agulha para esvaziamento de gás. Na admissão, foram observados taquicardia, taquipnéia, hipertermia, congestão mucosa, desidratação e marcha rígida. A associação do exame físico, achados laboratoriais e ultrassonográficos permitiu o diagnóstico de peritonite e abscesso abdominal. Foi realizado tratamento suporte e antibioticoterapia de amplo espectro: ceftriaxona intraperitoneal diária (25 mg/kg, 7 dias); gentamicina intravenosa diária (6,6 mg/kg, 7 dias); metronidazol oral três vezes ao dia (15 mg/kg, 12 dias), seguido de mesma dose duas vezes ao dia, por mais 33 dias, totalizando 45 dias de tratamento. O fibrinogênio plasmático e o exame ultrassonográfico foram os recursos mais eficazes para a avaliação da evolução do abscesso. Após 24 horas do início do tratamento foi constatada a normalização do exame fisico, regressão progressiva da contagem de células nucleadas no líquido peritoneal, do fibrinogênio plasmático e do tamanho do abscesso. No 10° dia de tratamento o animal recebeu alta hospitalar, mantendo-se a terapia oral com metronidazol a cada 1
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