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Routine exposure to biometric procedures in fish farming reveals differences in stress response in tambaqui and hybrid tambatinga / Exposição rotineira aos procedimentos biométricos na piscicultura revela diferenças na resposta ao estresse em tambaqui e híbrido tambatinga

MORAES, Thayssa Cristina Hortences de; FERREIRA, Celma Maria; GAM, Kamyla Fernanda da Silva; HOSHIBA, Márcio Aquio; POVH, Jayme Aparecido; ABREU, Janessa Sampaio de.
B. Inst. Pesca; 432017.
Artigo em Inglês | VETINDEX-Express | ID: vti-761401

Resumo

The physiological stress responses of tambaqui and hybrid tambatinga were evaluated after subjecting the fish to routine practices in a breeding system such as periodic biometric procedures. For 270 days of culture, the fish underwent monthly biometric measurements, and, at the end of the period, blood was collected at six sampling times (before, immediately after, and 2, 24, 48 and 72 h after biometric measurements) for the evaluation of physiological indicators of stress. Tambatinga is more susceptible to stress because it presented higher levels of cortisol and glucose in the bloodstream after handling and took longer to recover its basal physiological state for these parameters. However, the low cortisol levels observed in both species suggest that the fish were familiar with biometric procedures, resulting in a less intense response. Handling led to an increase in the cellular volume of erythrocytes in tambaqui, resulting in a change in hematocrit and a decrease in hemoglobin concentration. Hypochloremia was found in both species only 72 h after handling. Biometric procedures promote hormonal, hematological and hydroelectrolytic changes in the tambaqui and hybrid tambatinga, but when routinely adopted, at regular intervals, they elicit stress responses of lower magnitude.
Foram avaliadas as respostas fisiológicas de estresse de tambaqui e híbrido tambatinga quando submetidos a práticas rotineiras em sistema de criação, como a realização periódica de biometrias. Por 270 dias de cultivo, os peixes foram submetidos a biometrias mensais e, ao final do período, o sangue foi colhido em seis tempos de amostragem (antes; imediatamente após; e 2, 24, 48 e 72 h após a biometria) para avaliação de indicadores fisiológicos de estresse. Tambatinga é mais susceptível ao estresse, pois apresentou maiores níveis de cortisol e glicose na corrente sanguínea após manejo e levou mais tempo para recuperar seu estado fisiológico basal para estes parâmetros. Contudo, os baixos níveis de cortisol observados para ambos sugerem que os peixes estavam familiarizados ao manejo biométrico, resultando em resposta menos intensa. O manejo provocou aumento do volume celular dos eritrócitos do tambaqui, resultando em alteração no hematócrito e diminuição da concentração de hemoglobina. Hipocloremia foi verificada em ambos os peixes apenas 72 h após a realização do manejo. O manejo de biometria promove alterações hormonais, hematológicas e hidroeletrolíticas no tambaqui e híbrido tambatinga, mas, quando adotado de forma rotineira, em intervalos regulares, provoca respostas de estresse de menor magnitude.
Biblioteca responsável: BR68.1