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1.
São Paulo med. j ; 142(3): e2022647, 2024. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1523013

ABSTRACT

ABSTRACT BACKGROUND: Exclusive breastfeeding is recommended for the first six months, and mother's age impact early weaning. Educational support and relevant information can increase breastfeeding rates. OBJECTIVE: To determine whether antenatal education enhances the maintenance, intention, and confidence in breastfeeding among adolescents. DESIGN AND SETTING: A prospective cohort study involving primiparous adolescents who gave birth at the Woman's Hospital (CAISM), Universidade Estadual de Campinas, Brazil. METHODS: Adolescent mothers were categorized into two groups based on the location of prenatal care: those at the Woman's Hospital (WH) who received antenatal education, and at the Primary Care (PC) who did not receive antenatal education. All adolescents received breastfeeding orientation during their postpartum hospital stay. The groups were compared using the Student's t-test, Mann-Whitney U test, and chi-squared test. Log-binomial models were used to compare the groups at different time intervals. RESULTS: The study included 132 adolescents: 59 in the WH group and 73 in the PC group. Six months postpartum, adolescents in the WH group demonstrated higher engagement in breastfeeding (P < 0.005) and exclusive breastfeeding (P = 0.04) than PC group. PC group showed greater lack of confidence in breastfeeding (P = 0.02) and felt less prepared (P = 0.01). Notably, all WH adolescents reported a stronger desire to breastfeed after antenatal education. CONCLUSION: Antenatal education significantly improves the maintenance, intention, and confidence of breastfeeding among adolescents. This education approach can be implemented across all healthcare levels and should be made accessible to all women throughout the pregnancy and postpartum period.

2.
J. bras. nefrol ; 45(3): 294-301, Sept. 2023. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1521089

ABSTRACT

ABSTRACT Introduction: Pregnancy-related complications may impact women's reproductive cycle and health through their lives. The objective of this study was to evaluate the sociodemographic, clinical, and obstetric history of women undergoing hemodialysis. Methods: We performed a cross-sectional study in a specialized health facility with four hemodialysis units. Sociodemographic characteristics, clinical and personal history, obstetric and perinatal results of women with pregnancies before hemodialysis were evaluated. Prevalence, bivariate, and logistic regression analyses were performed. Results: We included 208 (87.76%) women. Hypertension was the main cause of chronic kidney disease (CKD) (128 women). Rates of adverse perinatal outcomes, including prematurity, low birth weight, miscarriage, fetal death, and neonatal death, were 19.3%, 14.5%, 25.5%, 12.1%, and 5.3%, respectively. Hypertensive syndromes during pregnancy occurred in 37.0% of women, with 12.5% reporting preeclampsia and 1.4% reporting eclampsia. Up to 1 year after birth, 45.2% of women reported hypertension. Hemodialysis due to hypertension was associated with a history of hypertension during pregnancy (OR 2.33, CI 1.27 - 4.24), gestational hypertension (2.41, CI 3.30 - 4.45), and hypertension up to one year after birth (OR 1.98, CI 1.11 - 3.51). Logistic regression showed that gestational hypertension was independently associated with CKD due to hypertension (aOR 2.76, CI 1.45 - 5.24). Conclusion: Women undergoing hemodialysis due to hypertension were more likely to have gestational hypertension or hypertension up to one year after birth. To delay end-stage renal disease, it is necessary to identify women at risk of kidney failure according to their reproductive history.


RESUMO Introdução: Complicações relacionadas à gestação podem afetar o ciclo reprodutivo e a saúde das mulheres ao longo de suas vidas. Este estudo visou avaliar histórico sociodemográfico, clínico e obstétrico de mulheres em hemodiálise. Métodos: Realizamos estudo transversal em unidade de saúde especializada com quatro unidades de hemodiálise. Avaliou-se características sociodemográficas, histórico clínico e pessoal, resultados obstétricos e perinatais de mulheres com gestações anteriores à hemodiálise. Foram realizadas análises de prevalência, bivariadas e regressão logística. Resultados: Incluímos 208 (87,76%) mulheres. Hipertensão foi a principal causa de doença renal crônica (DRC) (128 mulheres). Taxas de desfechos perinatais adversos, incluindo prematuridade, baixo peso ao nascer, aborto espontâneo, óbito fetal e neonatal, foram de 19,3%, 14,5%, 25,5%, 12,1% e 5,3%, respectivamente. Síndromes hipertensivas durante a gestação ocorreram em 37,0% das mulheres, com 12,5% relatando pré-eclâmpsia e 1,4% relatando eclampsia. Até 1 ano após o parto, 45,2% das mulheres relataram hipertensão. Hemodiálise devido à hipertensão foi associada ao histórico de hipertensão na gestação (OR 2,33; IC 1,27 - 4,24), hipertensão gestacional (2,41; IC 3,30 - 4,45), e hipertensão até um ano após o parto (OR 1,98; IC 1,11 - 3,51). A regressão logística mostrou que hipertensão gestacional foi independentemente associada à DRC devido à hipertensão (ORa 2,76; IC 1,45 - 5,24). Conclusão: Mulheres submetidas à hemodiálise por hipertensão foram mais propensas a apresentar hipertensão gestacional ou hipertensão até um ano após o parto. Para retardar a doença renal em estágio terminal, deve-se identificar mulheres em risco de insuficiência renal de acordo com sua história reprodutiva.

3.
Femina ; 51(6): 350-360, 20230630. ilus
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1512418

ABSTRACT

PONTOS-CHAVE O misoprostol é um análogo da prostaglandina E1 (PGE1) que consta na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 2005 O Brasil possui uma das regulações mais restritivas do mundo relacionadas ao uso do misoprostol, estabelecendo que o misoprostol tem uso hospitalar exclusivo, com controle especial, e venda, compra e propaganda proibidas por lei Atualmente, o misoprostol é a droga de referência para tratamento medicamentoso nos casos de aborto induzido, tanto no primeiro trimestre gestacional quanto em idades gestacionais mais avançadas O misoprostol é uma medicação efetiva para o preparo cervical e indução do parto O misoprostol é um medicamento essencial para o manejo da hemorragia pós-parto


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Misoprostol/adverse effects , Misoprostol/pharmacokinetics , Pharmaceutical Preparations/administration & dosage , Abortion, Legal , Carcinogenic Danger , Parturition/drug effects , Gastrointestinal Diseases , Postpartum Hemorrhage/drug therapy
4.
J. bras. nefrol ; 45(2): 180-191, June 2023. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1506569

ABSTRACT

ABSTRACT Introduction: There are particularities of chronic kidney disease (CKD) in women and their treatment. The biology of women exposes them to greater risk factors for CKD and both pregnancy and the postpartum period place an additional burden on renal health. Pregnancy complications may cause or worsen CKD. Objective: To explore the experiences of women with CKD undergoing hemodialysis in relation to their reproductive history. Methods: This study consisted of clinical-qualitative design with semi-structured individual interviews and open-ended questions. The sample selection was intentional and according to the theoretical saturation criterion. The data analysis was carried out based on the seven steps of the clinical-qualitative content analysis and validated by Nvivo11. This study was conducted in a public hemodialysis clinic of the Brazilian National Health System. Results: Twelve women undergoing hemodialysis were interviewed. The results from the analysis revealed three categories: 1) Association of pregnancy with CKD; 2) Nebulosity in relation to diagnosis and reproductive history 3) Being a woman undergoing hemodialysis. Conclusion: Our study showed the importance of considering the specificities of CKD in women, suggesting that these issues are important for diagnosis and treatment adherence. Consideration of reproductive life history allows the health of women undergoing hemodialysis to be promoted holistically, including aspects of mental health.


Resumo Introdução: Existem particularidades da doença renal crônica (DRC) em mulheres e seu tratamento. A biologia das mulheres as expõe a fatores de risco mais elevados para DRC e tanto a gravidez quanto o puerpério implicam um ônus adicional à saúde renal. Complicações na gestação podem causar ou piorar a DRC. Objetivo: Explorar as experiências de mulheres com DRC submetidas à hemodiálise em relação ao seu histórico reprodutivo. Métodos: Este estudo consistiu em desenho clínico-qualitativo com entrevistas individuais semiestruturadas e questões abertas. A seleção da amostra foi intencional e de acordo com o critério de saturação teórica. A análise de dados foi realizada com base nos sete passos da análise clínico-qualitativa de conteúdo e validada pelo Nvivo11. Este estudo foi realizado em uma clínica pública de hemodiálise do Sistema Único de Saúde brasileiro. Resultados: Foram entrevistadas 12 mulheres em hemodiálise. Os resultados da análise revelaram três categorias: 1) Associação da gravidez com DRC; 2) Nebulosidade em relação ao diagnóstico e à história reprodutiva; 3) Ser mulher e fazer hemodiálise. Conclusões: Nosso estudo mostrou a importância de considerar as especificidades da DRC em mulheres, sugerindo que estas questões são importantes para o diagnóstico e a adesão ao tratamento. A consideração do histórico de vida reprodutiva permite promover de forma holística a saúde das mulheres submetidas à hemodiálise, incluindo aspectos de saúde mental.

6.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 45(5): 253-260, May 2023. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1449732

ABSTRACT

Abstract Objective To evaluate the impact of the race (Black versus non-Black) on maternal and perinatal outcomes of pregnant women with COVID-19 in Brazil. Methods This is a subanalysis of REBRACO, a Brazilian multicenter cohort study designed to evaluate the impact of COVID-19 on pregnant women. From February2020 until February 2021, 15 maternity hospitals in Brazil collected data on women with respiratory symptoms. We selected all women with a positive test for COVID-19; then, we divided them into two groups: Black and non-Black women. Finally, we compared, between groups, sociodemographic, maternal, and perinatal outcomes. We obtained the frequency of events in each group and compared them using X2 test; p-values < 0.05 were considered significant. We also estimated the odds ratio (OR) and confidence intervals (CI). Results 729 symptomatic women were included in the study; of those, 285 were positive for COVID-19, 120 (42.1%) were Black, and 165 (57.9%) were non-Black. Black women had worse education (p = 0.037). The timing of access to the health system was similar between both groups, with 26.3% being included with seven or more days of symptoms. Severe acute respiratory syndrome (OR 2.22 CI 1.17-4.21), intensive care unit admission (OR 2.00 CI 1.07-3.74), and desaturation at admission (OR 3.72 CI 1.41-9.84) were more likely to occur among Black women. Maternal death was higher among Black women (7.8% vs. 2.6%, p = 0.048). Perinatal outcomes were similar between both groups. Conclusion Brazilian Black women were more likely to die due to the consequences of COVID-19.


Resumo Objetivo Avaliar o impacto da raça (negra versus não negra) nos desfechos maternos e perinatais de gestantes com COVID-19 no Brasil. Métodos Esta é uma subanálise da REBRACO, um estudo de coorte multicêntrico brasileiro desenhado para avaliar o impacto da COVID-19 em mulheres grávidas. De fevereiro de 2020 a fevereiro de 2021, 15 maternidades do Brasil coletaram dados de mulheres com sintomas respiratórios. Selecionamos todas as mulheres com teste positivo para COVID-19; em seguida, as dividimos em dois grupos: mulheres negras e não negras. Finalmente, comparamos, entre os grupos, os resultados sociodemográficos, maternos e perinatais. Obtivemos a frequência dos eventos em cada grupo e comparamos usando o teste X2; Valores de p <0,05 foram considerados significativos. Também estimamos o odds ratio (OR) e os intervalos de confiança (IC). Resultados 729 mulheres sintomáticas foram incluídas no estudo; desses, 285 foram positivos para COVID-19, 120 (42,1%) eram negros e 165 (57,9%) não eram negros. As mulheres negras apresentaram pior escolaridade (p = 0,037). O tempo de acesso ao sistema de saúde foi semelhante entre os dois grupos, com 26,3% incluídos com sete ou mais dias de sintomas. Síndrome respiratória aguda grave (OR 2,22 CI 1,17-4,21), admissão em unidade de terapia intensiva (OR 2,00 CI 1,07-3,74) e dessaturação na admissão (OR 3,72 CI 1,41-9,84) foram mais prováveis de ocorrer entre mulheres negras. A mortalidade materna foi maior entre as negras (7,8% vs. 2,6%, p = 0,048). Os resultados perinatais foram semelhantes entre os dois grupos. Conclusão Mulheres negras brasileiras tiveram maior probabilidade de morrer devido às consequências da COVID-19.


Subject(s)
Humans , Female , Racism , COVID-19/complications
10.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 44(12): 1094-1101, Dec. 2022. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1431606

ABSTRACT

Abstract Objective To assess maternal and neonatal outcomes in women with chronic kidney disease (CKD) at a referral center for high-risk pregnancy. Methods A retrospective cohort of pregnant women with CKD was followed at the Women's Hospital of Universidade Estadual de Campinas, Brazil, between 2012 and 2020. Variables related to disease etiology, treatment duration, sociodemographic variables, lifestyle, other associated diseases, obstetric history, and perinatal outcomes were assessed. The causes of CKD were grouped into 10 subgroups. Subsequently, we divided the sample according to gestational age at childbirth, as preterm and term births, comparing maternal and neonatal outcomes, and baseline characteristics as well as outcomes among such groups. Results A total of 84 pregnancies were included, in 67 women with CKD. Among them, six pregnancies evolved to fetal death, five to miscarriage, and one was a twin pregnancy. We further analyzed 72 single pregnancies with live births; the mean gestational age at birth was 35 weeks and 3 days, with a mean birth weight of 2,444 g. Around half of the sample (51.39%) presented previous hypertension, and 27.7% developed preeclampsia. Among the preterm births, we observed a higher frequency of hypertensive syndromes, longer maternal intensive care unit (ICU) stay in the postpartum period, higher incidence of admission to the neonatal ICU, higher neonatal death, lower 5-minute Apgar score, and lower birth weight. Conclusion This study demonstrates increased adverse outcomes among pregnancies complicated by CKD and expands the knowledge on obstetric care among such women in an attempt to reduce maternal risks and identify factors related to prematurity in this population.


Resumo Objetivo Avaliar os desfechos maternos e neonatais em mulheres com doença renal crônica (DRC) em um centro de referência para gestação de alto risco. Métodos Coorte retrospectiva de gestantes com DRC acompanhadas no Hospital da Mulher da Universidade Estadual de Campinas, Brasil, entre 2012 e 2020. Variáveis relacionadas à etiologia da doença, duração do tratamento, variáveis sociodemográficas, estilo de vida, outras doenças associadas, história obstétrica, número de consultas de pré-natal e os resultados perinatais foram avaliados. As causas da DRC foram agrupadas em 10 subgrupos. Posteriormente, dividimos a amostra de acordo com a idade gestacional no parto, pois os nascimentos pré-termo e a termo comparam os desfechos maternos e neonatais bem como as características basais e desfechos entre esses grupos. Resultados Um total de 84 gestações foram incluídas em 67 mulheres com DRC. Dentre elas, seis gestações evoluíram para óbito fetal, cinco para aborto espontâneo, e uma era gestação gemelar. Foram analisadas ainda 72 gestações únicas, com nascidos vivos; a idade gestacional média ao nascer foi de 35 semanas e 3 dias, e o peso médio ao nascer foi 2.444 g. Cerca de metade da amostra (51,39%) apresentava hipertensão prévia e 27,7% desenvolveram pré-eclâmpsia. Entre os casos de prematuridade (34 casos), observamos maior frequência de síndromes hipertensivas, mais dias de internação materna na UTI no pós-parto, maior incidência de internação na UTI neonatal, óbito neonatal, menor índice de Apgar de 5 minutos e menor peso ao nascimento. Conclusão Este estudo demonstra o aumento de desfechos adversos em gestações complicadas por DRC e amplia o conhecimento sobre cuidados obstétricos entre essas mulheres na tentativa de reduzir os riscos maternos e identificar fatores relacionados à prematuridade nessa população.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Prenatal Care , Pregnancy, High-Risk
11.
São Paulo med. j ; 140(5): 705-718, Sept.-Oct. 2022. tab, graf
Article in English | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1410205

ABSTRACT

ABSTRACT BACKGROUND: Racial disparities are differences among distinct subgroups of the human species; biologically, there are no scientifically proven reasons for them to exist. OBJECTIVE: To assess the impact of racism or racial discrimination on obstetric outcomes. DESIGN AND SETTING: Systematic review conducted at a tertiary/academic hospital. METHODS: The Cochrane Library, SCOPUS/EMBASE, PubMed, Web of Science and ClinicalTrials.gov databases were searched from inception to June 2020. Studies presenting any type of racial discrimination, or any manifestation of racism that was perceived by women of any age in an obstetric scenario were included. Studies that only assessed racial disparities without including direct racism were excluded. The secondary outcomes evaluated included quality of antenatal care, intra and postpartum care, preterm birth and birthweight. The Risk of Bias In Non-randomized Studies - of Interventions (ROBINS-I) scale was used to assess the quality of evidence from non-randomized studies. RESULTS: A total of 508 records were retrieved and 29 were selected for qualitative synthesis. No meta-analysis could be performed due to the high heterogeneity across studies. Perceived racism was associated as a risk factor in 7/10 studies focusing on pregnancy and postpartum maternal outcomes, five studies on preterm birth, one study on small for gestational age and two studies on low birthweight. Overall, among the 29 studies, the risk of bias was classified as moderate. CONCLUSIONS: Perceived racism presented an association with poor obstetric outcomes. Anti-racist measures are needed in order to address the problems that are causing patients to perceive or experience racism. SYSTEMATIC REVIEW REGISTRATION: PROSPERO database, CRD42020194382

12.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 44(8): 776-784, Aug. 2022. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1407576

ABSTRACT

Abstract Objective To investigate the effect of non-pharmacological interventions to improve sleep quality during pregnancy. Data sources A search was made in the NCBI/PubMed, ClinicalTrials.gov, Embase, BVS, and Web of Science databases. There were no limitations regarding language, sample size, and type of non-pharmacological intervention. We have included prospective clinical trials between July 2014 and July 2019. Selection of studies This study was registered in the Prospective International Registration of Systematic Reviews (PROSPERO) database was performed. Publication bias was also assessed with funnel plots. the primary outcome was the total score in the Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI) before and after intervention. Risk of bias and the Grading of Recommendations Assessment, Development, and Evaluation (GRADE) criteria were used for assessing methodological quality. From the 28 retrieved studies, we have selected 8 for qualitative analysis and 6 for meta-analysis. Data collection Two independent reviewers performed the study selection. In the case of disagreement, a third senior reviewer was consulted. The study was initially assessed based on the title, followed by abstract. Lastly, the full text was assessed to be included. Data Synthesis A significant improvement on the sleep quality (PSQI score) was observed when all interventions were grouped (MD = -3.03, 95%CI -4.15 to -1.92, n= 623, i2= 84%, p< 0.001). Analysis by subgroup (music listening: MD = -1.96, 95% CI -3.27 to -0.65, n= 207, i2= 67%, p= 0.003 and other interventions: MD = -3.66, 95% CI -4.93 to -2.40, n= 416, i2 = 80%, p< 0.001) showed an improvement, with high heterogeneity. Risk of bias has shown performance and detection bias for almost studies, and GRADE evidence was very low for all analyzed variables. Conclusion Non-pharmacological interventions—listening to music, physical exercise, relaxation exercises, lettuce seed, sleep hygiene, and acupressure—are effective for improving sleep quality during pregnancy.


Resumo Objetivo Investigar o efeito de intervenções não-farmacológicas para melhorar a qualidade do sono durante a gravidez. Fontes dos dados Uma busca foi feita nas bases de dados NBCI/PubMed, ClinicalTrials.gov, Embase, BVS, e Web of Science. Não houve limitações quanto ao idioma, tamanho da amostra e tipo de intervenção não-farmacológica. Incluímos estudos clínicos prospectivos entre julho de 2014 e julho de 2019. Seleção dos estudos Foi realizado um registro no banco de dados Prospective International Registration of Systematic Reviews (PROSPERO). O viés de publicação foi avaliado com gráficos de funil. O desfecho primário foi a pontuação total do Pittsburgh Sleep Quality Index (PSQI) antes e depois da intervenção. O risco de viés e os critérios Grading of Recommendations Assessment, Development, and Evaluation (GRADE) foram usados para avaliar a qualidade metodológica. Dos 28 estudos encontrados, selecionamos 8 para análise qualitativa e 6 para a metanálise. Coleta de dados Dois revisores independentes realizaram a seleção dos estudos. Em caso de discordância, um terceiro revisor foi consultado. Inicialmente o estudo foi avaliado com base no título e resumo. Para a inclusão, foi avaliado o texto completo. Síntese dos dados Uma melhora significativa na qualidade do sono (PSQI score) foi observada quando todas as intervenções foram agrupadas (MD = -3.03, 95% CI -4.15 a -1.92, n= 623, i2= 84%, p< 0.001). A análise por subgrupo (escutar música: MD = -1.96, 95% CI -3.27 a -0.65, n= 207, i2= 67%, p= 0.003 e outras intervenções: MD = -3.66, 95% CI -4.93 a -2.40, n= 416, i2 = 80%, p< 0.001) também mostrou uma melhora da qualidade do sono, porém com alta heterogeneidade. A análise do risco de viés mostrou que quase todos os estudos avaliados apresentaram viés de desempenho e detecção, e o nível de evidência GRADE foi muito baixo para todas as variáveis analisadas. Conclusão Intervenções não-farmacológicas - ouvir música, exercícios físicos, exercícios de relaxamento, sementes de alface, higiene do sono e acupressão - são eficazes para melhorar a qualidade do sono durante a gravidez.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Sleep Quality
13.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 44(6): 593-601, June 2022. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1394795

ABSTRACT

Abstract Sickle cell disease (SCD) is the most common monogenic disease worldwide, with a variable prevalence in each continent. A single nucleotide substitution leads to an amino-acid change in the β-globin chain, altering the normal structure of hemoglobin, which is then called hemoglobin S inherited in homozygosity (HbSS) or double heterozygosity (HbSC, HbSβ), and leads to chronic hemolysis, vaso-occlusion, inflammation, and endothelium activation. Pregnant women with SCD are at a higher risk of developing maternal and perinatal complications. We performed a narrative review of the literature considering SCD and pregnancy, the main clinical and obstetrical complications, the specific antenatal care, and the follow-up for maternal and fetal surveillance. Pregnant women with SCD are at a higher risk of developing clinical and obstetric complications such as pain episodes, pulmonary complications, infections, thromboembolic events, preeclampsia, and maternal death. Their newborns are also at an increased risk of developing neonatal complications: fetal growth restriction, preterm birth, stillbirth. Severe complications can occur in patients of any genotype. We concluded that SCD is a high-risk condition that increases maternal and perinatal morbidity and mortality. A multidisciplinary approach during pregnancy and the postpartum period is key to adequately diagnose and treat complications.


Resumo Doença falciforme (DF) é a condição genética mais comum no mundo, com uma prevalência variável nos continentes. A substituição de um nucleotídeo muda um aminoácido na cadeia da β globina, e altera a estrutura normal da hemoglobina, que é então chamada de hemoglobina S, e pode ser herdada em homozigose (HbSS) ou heterozigose (HbSC, HbSβ), e leva a hemólise crônica, vaso-oclusão, inflamação, e ativação endotelial. Realizou-se uma revisão narrativa da literatura considerando doença falciforme e gestação, as complicações clínicas e obstétricas, o cuidado antenatal específico, e o seguimento para monitoramento materno e fetal. Gestantes com DF têm maior risco de desenvolver complicações clínicas e obstétricas, como crises dolorosas, complicações pulmonares, infecções, eventos tromboembólicos, préeclâmpsia, e morte materna. E seus recém-nascidos correm maior risco de desenvovler complicações neonatais: restrição de crescimento fetal, prematuridade e óbito fetal/ neonatal. Complicações graves podem ocorrer em qualquer genótipo da doença. Concluiu-se que DF é uma condição de alto risco que aumenta a morbimortalidade materna e perinatal. Um seguimento com abordagem multidisciplinar na gestação e puerpério é fundamental para o diagnóstico e o tratamento das complicações.


Subject(s)
Female , Pregnancy , Maternal Mortality , Anemia, Sickle Cell
14.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 44(6): 567-572, June 2022. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1394793

ABSTRACT

Abstract Objective To compare death rates by COVID-19 between pregnant or postpartum and nonpregnant women during the first and second waves of the Brazilian pandemic. Methods In the present population-based evaluation data from the Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe, in the Portuguese acronym), we included women with c (ARDS) by COVID-19: 47,768 in 2020 (4,853 obstetric versus 42,915 nonobstetric) and 66,689 in 2021 (5,208 obstetric versus 61,481 nonobstetric) and estimated the frequency of in-hospital death. Results We identified 377 maternal deaths in 2020 (first wave) and 804 in 2021 (second wave). The death rate increased 2.0-fold for the obstetric (7.7 to 15.4%) and 1.6-fold for the nonobstetric groups (13.9 to 22.9%) from 2020 to 2021 (odds ratio [OR]: 0.52; 95% confidence interval [CI]: 0.47-0.58 in 2020 and OR: 0.61; 95%CI: 0.56- 0.66 in 2021; p < 0.05). In women with comorbidities, the death rate increased 1.7-fold (13.3 to 23.3%) and 1.4-fold (22.8 to 31.4%) in the obstetric and nonobstetric groups, respectively (OR: 0.52; 95%CI: 0.44-0.61 in 2020 to OR: 0.66; 95%CI: 0.59-0.73 in 2021; p <0.05). In women without comorbidities, the mortality rate was higher for nonobstetric (2.4 times; 6.6 to 15.7%) than for obstetric women (1.8 times; 5.5 to 10.1%; OR: 0.81; 95%CI: 0.69-0.95 in 2020 and OR: 0.60; 95%CI: 0.58-0.68 in 2021; p <0.05). Conclusion There was an increase in maternal deaths from COVID-19 in 2021 compared with 2020, especially in patients with comorbidities. Death rates were even higher in nonpregnant women, with or without comorbidities.


Resumo Objetivo Comparar as taxas de mortalidade por COVID-19 entre gestantes ou puérperas e não gestantes durante a primeira e segunda ondas da pandemia brasileira. Métodos Na presente avaliação dos dados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe), incluímos mulheres com síndrome respiratória aguda grave por COVID-19: 47.768 em 2020 (4.853 obstétricas versus 42.915 não obstétricas) e 66.689 em 2021 (5.208 obstétricas versus 61.481 não obstétricas) e estimamos a frequência de óbito intra-hospitalar. Resultados Identificamos 377 óbitos maternos em 2020 e 804 em 2021. A taxa de mortalidade por COVID-19 aumentou 2,0 vezes no grupo obstétrico (de 7,7 para 15,4%) e 1,6 vezes no grupo não obstétrico (de 13,9 para 22,9%) de 2020 a 2021 (odds ratio [OR]: 0,52; intervalo de confiança [IC] 95%: 0,47-0,58 em 2020 e OR: 0,61; IC95%: 0,56-0,66 em 2021; p <0,05). Em mulheres com comorbidades, a taxa de óbitos aumentou 1,7 vezes (de 13,3 para 23,3%) e 1,4 vezes (de 22,8 para 31,4%) para os grupos obstétricos e não obstétricos, respectivamente (OR: 0,52; IC95%: 0,44-0,61 em 2020 para OR: 0,66; IC95%: 0,59-0,73 em 2021; p <0,05). Em mulheres sem comorbidades, a taxa de mortalidade foi maior para as não obstétricas (2,4 vezes; de 6,6% para 15,7%) do que para mulheres obstétricas (1,8 vezes; de 5,5 para 10,1%; OR: 0,81; IC95%: 0,69-0,95 em 2020 e OR: 0,60; IC95%: 0,58-0,68 em 2021; p < 0,05). Conclusão Houve aumento das mortes maternas por COVID-19 em 2021 em relação a 2020, principalmente naquelas com comorbidades. As taxas de mortalidade foram ainda maiores em mulheres não grávidas, com ou sem comorbidades.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Respiratory Distress Syndrome, Newborn , Brazil , Maternal Mortality , Mortality , Maternal Death , COVID-19/mortality
15.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 44(5): 475-482, May 2022. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1387914

ABSTRACT

Abstract Objective To assess the quality of life (QoL) of pregnant women with systemic lupus erythematosus (SLE) treated at a high-risk prenatal outpatient clinic during the third trimester of gestation. Methods An observational descriptive study was performed in a high-risk prenatal outpatient clinic. Women in the third trimester of pregnancy and undergoing antenatal care between July 2017 and July 2019 answered the abbreviated World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-BREF) questionnaire, consisting of 26 questions divided into 4 domains (physical, psychological, social and environmental). Results We interviewed 50 pregnant women with a mean gestational age of 30 weeks (standard deviation [SD]: 10 weeks) who were diagnosed with SLE. The average age of the participants was 30 years (SD: 14.85), and the average time since the diagnosis of SLE was of 9.06 years (SD: 6.8 years). Most participants had a partner, did not plan their pregnancy (76%), and did not use contraception prior to pregnancy (80%). The score of each domain ranges from 0 (the worst score) to 100 (the best score). The means ± SDs of the scores of the participants on each domain were: physical - 52.21 ± 18.44); psychological - 64.17 ± 18.56); social - 66.33 ± 27.09); and environmental - 64.56 (18.53). The means ± SDs of the general QoL, and health-related QoL items were of 70.50 ± 24.06 and 70.00 ± 30.72 respectively. Conclusion The physical domain presented the lowest scores compared with the other three domains. Pregnant women with SLE had high overall QoL scores, and their health-related QoL scores were also relatively high.


Resumo Objetivo Investigar a qualidade de vida (QV) de gestantes com lúpus eritematoso sistêmico (LES), em acompanhamento ambulatorial pré-natal de alto risco, durante o terceiro trimestre de gestação. Métodos Foi realizado um estudo observacional descritivo em ambulatório de prénatal de alto risco. Asmulheres emacompanhamento pré-natal no terceiro trimestre de gravidez entre julho de 2017 e julho de 2019 responderam ao questionário abreviado de Qualidade de Vida da Organização Mundial de Saúde (abbreviated World Health Organization Quality of Life, WHOQOL-BREF, em inglês), composto por 26 questões divididas em 4 domínios (físico, psicológico, social e ambiental). Resultados Foram entrevistadas 50 gestantes com diagnóstico de LES e média de 30 semanas de idade gestacional (desvio padrão [DP]: 10 semanas). A idade média das participantes foi de 30 anos (DP: 14,85), e o tempomédio desde o diagnóstico de lúpus foi de 9,06 anos (DP=15,55 anos). Amaioria das participantes tinha companheiro, não havia planejado a gravidez (76%), e não fazia uso de anticoncepcional antes da gravidez (80%). A pontuação em cada domínios varia de 0 (pior pontuação) a 100 (melhor pontuação). As médias± DPs das pontuações das participantes em cada domínios foram: físico - 52,21± 18,44; psicológico - 64,17± 18,56; social - 66,33± 27,09; e ambiental -64,56± 18,53). As médias± DPs dos itens relativos à QV geral e à QV relacionada à saude foram de 70,50± 24,06) e 70,00± 30,72, respectivamente. Conclusão O domínio físico apresentou as menores pontuações em comparação com os outros três domínios. Mulheres grávidas com LES tiveram pontuação alta no item de QV geral, e a pontuação no item de QV relacionada à saúde também foi relativamente alta.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Quality of Life , Lupus Erythematosus, Systemic
16.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 44(4): 360-368, Apr. 2022. tab
Article in English | LILACS | ID: biblio-1387898

ABSTRACT

Abstract Objective To assess the levels of physical activity and exercise practice, and examine the associated maternal characteristics; as well as the anxiety levels of high-risk pregnant women. Methods A cross-sectional study conducted with pregnant women at a High-risk Prenatal Clinic (HRPC) in a tertiary maternity. Pregnant women of 18 to 40-years-old, with a single fetus, and with gestational age up to 38 weeks were included. The level of physical activity and exercise practice of the study's participants were investigated using the Pregnancy Physical Activity Questionnaire (PPAQ). Maternal sociodemographic, anthropometric, and medical data were investigated using a specific form. For anxiety levels, the short version of the State-Trait Anxiety Inventory (STAI) was applied. We used the Student t-test, chi-square test, odds ratio (OR) with 95% confidence interval (95% CI) and multiple logistic regression. The significance level was 5%. Results Among the 109 pregnant women included, 82 (75.2%) were classified as sedentary/little active. The higher energy expenditure were for domestic activities (133.81±81.84 METs), followed by work-related activities (40.77±84.71 METs). Only 19.3% women exercised during pregnancy (4.76±12.47 METs), with slow walking being the most reported exercise. A higher level of education was the most important factor associated with women being moderately or vigorously active (OR=29.8; 95% CI 4.9-117.8). Nulliparity (OR=3.1; 95% CI 1.0-9.1), low levels of anxiety (OR=3.6; 95% CI 1.2-10.7), and unemployment (OR=4.8; 95% CI 1.1-19.6) were associated with the practice of exercise during pregnancy. Conclusion Most women with high-risk pregnancies exhibited a sedentary pattern, with low prevalence of physical exercise practice. Recognizing factors that hinder the adoption of a more physically active lifestyle is essential for an individualized guidance regarding exercise during pregnancy.


Resumo Objetivo Analisar o nível de atividade física e a prática de exercício físico, examinar as características maternas associadas, assim como níveis de ansiedade de gestantes de alto risco. Métodos Estudo observacional, transversal e quantitativo, realizado no ambulatório de Pré-Natal de Alto Risco (PNAR) de uma maternidade terciária. Foram incluídas gestantes comidade entre de 18 e 40 anos; feto único e comidade gestacional (IG) até 38 semanas.O nível de atividade física e prática de exercício físico das participantes do estudo foram investigados usando o Questionário de Atividade Física na Gestação (QAFG). Os dados sociodemográficos, antropométricos e médicos maternais foram investigados usando um formulário específico. Para níveis de ansiedade, a versão curta do Inventário de Ansiedade Traço-Estado (STAI) foi aplicado. Usamos o teste t de Student, teste qui-quadrado, razão de chances (OR) com um intervalo de confiança de 95% (IC 95%) e regressão logística multinomial. O nível de significância considerado foi 5%. Resultados Das 109 gestantes incluídas no estudo, 82 (75,2%) foi classificada como sedentária/pouco ativa. Os maiores gastos energéticos foram em atividades domésticas (133.81±81.84 METs), seguidas pelas atividades ocupacionais (40.77±84.71 METs). Apenas 19.3% praticaram exercício físico durante a gravidez (4.76±12.47 METs), sendo a caminhada lenta a atividade mais relatada. Maior grau de escolaridade foi o fator mais importante associado a gestante ser moderadamente ou vigorosamente ativa (OR=29,8; IC 95% 4,9-117,8) . Nuliparidade (OR=3,1; IC 95% 1,0-9,1), baixos níveis de ansiedade (OR=3,6; IC 95% 1,2-10,7) e não trabalhar na gestação (OR=4,8; IC 95% 1.1-19,6) foram associados à prática de exercício físico durante a gestação. Conclusão A maioria das gestantes de alto risco desenvolveram um padrão sedentário, com baixa prevalência da prática de exercício físico. Reconhecer os fatores que dificultam a adoção de um estilo de vida mais ativo fisicamente é fundamental para a orientação adequada e individualizada acerca da prática de exercício físico durante a gestação.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Exercise , Pregnancy, High-Risk , Sedentary Behavior , Motor Activity
20.
Rev. bras. ginecol. obstet ; 42(6): 316-324, June 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1137839

ABSTRACT

Abstract Objective To evaluate the influence of health-related behaviors including food intake, physical activity, sleep time, smoking habits, stress, depression, and optimism on excessive gestational weight gain (GWG) among women with overweight and obesity. Methods A cross-sectional study was conducted at the Women's Hospital of the Universidade de Campinas, Campinas, state of São Paulo, Brazil, with 386 mediate postpartum women that fit the inclusion criteria of ≥ 19 years old, first prenatal care visit at or before 14 weeks, and single live baby. Dietary habits, physical exercise practice, sleep duration, smoking and alcohol habits were self-reported. Psychosocial history was evaluated using the Edinburgh Postpartum Depression Scale (EPDS), Perceived Stress Scale (PSS), and Life Orientation Test-Revised (LOT-R). Sociodemographic, obstetric, anthropometric, and neonatal data were retrieved from medical records. Descriptive statistics and stepwise logistic regression were performed. Results The prevalence of overweight and obesity was 29.27% and 24.61%, respectively, according to the body mass index (BMI). Excessive GWG was observed in 47.79% of women with overweight and in 45.26% of women with obesity. Excessive GWG among overweight and obese women was associated with inadequate vegetable and bean consumption (odds ratio [OR] = 2.95, 95% confidence interval [CI]: 1.35-6.46 and OR = 1.91; 95%CI: 1.01-3.63, respectively) and stress (OR = 1.63; 95%CI 1.01-2.64). After adjustment by maternal age, multiparity, sleep duration, smoking, and alcohol intake, we found that stress (PSS ≥ 20) was associated with excessive GWG in women with overweight or obesity (OR: 1.75; 95%CI: 1.03-2.96). Conclusion Among women with overweight and obesity, stress is the main variable associated with excessive GWG. Inadequate vegetables and beans consumption also showed association with excessive GWG.


Resumo Objetivo Avaliar a influência de comportamentos relacionados à saúde: ingestão alimentar, atividade física, tempo de sono, tabagismo, estresse, depressão e otimismo no ganho de peso gestacional (GPG) excessivo em mulheres com sobrepeso e obesidade. Métodos Estudo transversal no Hospital da Mulher, Universidade de Campinas, Campinas, SP, Brasil, com 386 mulheres no puerpério mediato, ≥ 19 anos, primeira consulta pré-natal até 14 semanas e cuja gestação resultou em neonato vivo. Os comportamentos relacionados à saúde foram autorreferidos. História psicossocial foi avaliada usando: Escala de Depressão Pós-Parto de Edimburgo (EPDS, na sigla em inglês), Escala de Estresse Percebido (PSS, na sigla em inglês) e Teste de Orientação à Vida-Revisado (LOT-R, na sigla em inglês). Dados sociodemográficos, obstétricos, antropométricos e neonatais foram obtidos dos prontuários médicos. Realizou-se análises descritivas e regressão logística. Resultados A prevalência de sobrepeso e obesidade foi de 29,27% e de 24,61%, respectivamente. Ganho de peso gestacional excessivo foi observado em 47,79% das mulheres com sobrepeso e em 45,26% das mulheres com obesidade. O consumo inadequado de verduras e feijão (razão de probabilidade [OR] = 2,95; índice de confiança [IC] 95%: 1,35-6,46 e OR = 1,91; IC95%: 1,01-3,63, respectivamente) e estresse (OR = 1,63; IC95%: 1,01-2,64) foram associados ao GPG excessivo em mulheres com sobrepeso e obesidade. Análises ajustadas para idade materna, multiparidade, duração do sono, tabagismo e ingestão de álcool mostraram que o estresse (PSS ≥ 20) associou-se ao GPG excessivo em mulheres com sobrepeso e obesidade (OR = 1.75; 95%CI: 1.03-2.96). Conclusão Entre mulheres com sobrepeso e obesidade, o estresse foi a principal variável associada ao GPG excessivo. O consumo inadequado de verduras e feijão também se associou com o GPG excessivo.


Subject(s)
Humans , Female , Pregnancy , Adult , Young Adult , Pregnancy Complications/epidemiology , Health Behavior , Obesity/epidemiology , Pregnancy Complications/etiology , Pregnancy Complications/psychology , Psychometrics , Socioeconomic Factors , Brazil/epidemiology , Exercise , Demography , Medical Records , Prevalence , Cross-Sectional Studies , Overweight/etiology , Overweight/psychology , Overweight/epidemiology , Gestational Weight Gain , Obesity/etiology , Obesity/psychology
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