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1.
Esc. Anna Nery Rev. Enferm ; 28: e20230043, 2024. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS, BDENF | ID: biblio-1534453

ABSTRACT

RESUMO Objetivo construir e validar conteúdo de instrumento para avaliação socioestrutural e comportamental associado à infecção pelo HIV em jovens. Método estudo metodológico, desenvolvido em duas etapas: elaboração do instrumento; e validação de conteúdo. Os itens que compuseram o instrumento foram selecionados através de revisão literária, tendo como referencial os domínios multiníveis do Modelo Social Ecológico Modificado, categorizados em componentes socioestruturais e comportamentais. O conteúdo foi avaliado por especialistas em duas rodadas conduzidas pela técnica Delphi, admitindo-se um índice de concordância de, no mínimo, 80%. Resultados a primeira versão do instrumento continha 52 itens, distribuídos em três domínios. Na primeira rodada, 19 itens (36,5%) obtiveram Índice de Validade de Conteúdo inferior a 0,80, dois itens foram excluídos e os demais foram reformulados. Na segunda rodada, 2 itens foram excluídos e 3 foram incorporados como subitem, totalizando 45 itens. O Índice de Validade de Conteúdo do Instrumento foi de 95%. Conclusão e implicações para a prática as recomendações dos especialistas contribuíram para a qualificação do instrumento Avaliação Socioestrutural e Comportamental-HIV, possibilitando a reorganização do conteúdo. O instrumento é válido para a identificação de fatores socioestruturais e comportamentais associados à infecção pelo HIV em jovens, com potencial para constituir planejamento de cuidados preventivos.


RESUMEN Objetivo construir y validar el contenido de un instrumento de evaluación socioestructural y conductual asociada a la infección por VIH en jóvenes. Método estudio metodológico, desarrollado en dos etapas: elaboración del instrumento; y validación de contenido. Los ítems que conformaron el instrumento fueron seleccionados a través de una revisión literaria, tomando como referencia los dominios multinivel del Modelo Ecológico Social Modificado, categorizados en componentes socioestructurales y conductuales. El contenido fue evaluado por expertos en dos rondas realizadas mediante la técnica Delphi, suponiendo una tasa de acuerdo de al menos el 80%. Resultados la primera versión del instrumento contuvo 52 ítems, distribuidos en tres dominios. En la primera ronda, 19 ítems (36,5%) tuvieron un Índice de Validez de Contenido inferior a 0,80, dos ítems fueron excluidos y el resto fueron reformulados. En la segunda ronda, se excluyeron 2 ítems y se incorporaron 3 como subítems, totalizando 45 ítems. El Índice de Validez de Contenido del Instrumento fue del 95%. Conclusión e implicaciones para la práctica las recomendaciones de los expertos contribuyeron para la calificación del instrumento Evaluación Socioestructural y del Comportamiento-VIH, permitiendo la reorganización del contenido. El instrumento es válido para identificar factores socioestructurales y conductuales asociados a la infección por VIH en jóvenes, con potencial para constituir una planificación de atención preventiva.


ABSTRACT Objective to construct and validate the content of an instrument for sociostructural and behavioral assessment associated with HIV infection in young people. Method a methodological study developed in two steps: instrument elaboration; and content validity. The items that made up the instrument were selected through a literary review using the Modified Social Ecological Model multilevel domains as a reference, categorized into sociostructural and behavioral components. Content was assessed by experts in two rounds conducted using the Delphi technique, assuming an agreement rate of at least 80%. Results the first version of the instrument contained 52 items, distributed across three domains. In the first round, 19 items (36.5%) had a Content Validity Index lower than 0.80, two items were excluded and the rest were reformulated. In the second round, 2 items were excluded and 3 were incorporated as subitems, totaling 45 items. The Instrument Content Validity Index was 95%. Conclusion and implications for practice experts' recommendations contributed qualifying the Sociostructural and Behavioral Assessment-HIV instrument, enabling content reorganization. The instrument is valid for identifying socio-structural and behavioral factors associated with HIV infection in young people, with the potential to constitute preventive care planning.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Adult , HIV Infections/epidemiology , HIV , Adolescent Health , Vulnerable Populations , Social Determinants of Health , Multilevel Analysis
2.
Environmental Health and Preventive Medicine ; : 15-15, 2023.
Article in English | WPRIM | ID: wpr-971205

ABSTRACT

BACKGROUND@#Individual-level social capital is an important determinant of older adults' long-term care needs; however, there is scant evidence regarding community-level social capital. Therefore, we investigated the association between community-level social capital and the prevalence of the need for long-term care among older adults.@*METHODS@#Between January and February 2018, a cross-sectional survey was conducted among all older adults (n = 13,558) aged 65 to 74 years in a rural municipality in Japan (total population, n = 72,833). A self-reported questionnaire was used to identify community-level social capital, comprising civic participation, social cohesion, and reciprocity. A multilevel logistic regression analysis was performed to estimate the odds ratios of the need for long-term care and a decline in social activity competence as assessed by instrumental activities of daily living. For the analysis, the community levels were divided into 76 voting districts and adjusted for daily life, lifestyle, socioeconomic status, health conditions, and the three social capital subscale scores at the individual level.@*RESULTS@#After adjusting for the covariates, we observed a tendency that a higher community level of reciprocity was associated with a lower prevalence of long-term care needs (OR: 0.86, 95% confidence interval: 0.75-1.00), whereas a high community level of social cohesion was associated with a significantly reduced decline in instrumental activities of daily living (OR per standard deviation increase: 0.87, 95% confidence interval: 0.79-0.96). No significant association was found with civic participation. Similarly, individual-level social capital was associated with the need for long-term care and decline in instrumental activities of daily living.@*CONCLUSIONS@#Our findings suggest that good community-level reciprocity or social cohesion as well as good individual social capital status may help prevent the need for long-term care among older adults.


Subject(s)
Humans , Aged , Interpersonal Relations , Activities of Daily Living , Social Participation , Social Capital , Multilevel Analysis , Cross-Sectional Studies , Long-Term Care , Japan/epidemiology , Social Support
3.
Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 27(3): 1157-1170, mar. 2022. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1364677

ABSTRACT

Abstract This study aimed to analyze the role of period, geographic and socio demographic factors in cancer-related mortality by prostate, breast, cervix, colon, lung and esophagus cancer in Brazilians capitals (2000-2015). Ecological study using data of Brazilian Mortality Information. Multilevel Poisson models were used to estimate the adjusted risk of cancer mortality. Mortality rate levels were higher in males for colon, lung and esophageal cancers. Mortality rates were highest in the older. Our results showed an increased risk of colon cancer mortality in both sexes from 2000 to 2015, which was also evidenced for breast and lung cancers in women. In both genders, the highest mortality risk for lung and esophageal cancers was observed in Southern capitals. Midwestern, Southern and Southeastern capitals showed the highest mortality risk for colon cancer both for males and females. Colon cancer mortality rate increased for both genders, while breast and lung cancers mortality increased only for women. The North region showed the lowest mortality rate for breast, cervical, colon and esophageal cancers. The Midwest and Northeast regions showed the highest mortality rates for prostate cancer.


Resumo Este estudo teve como objetivo analisar o papel de fatores temporais, geográficos e sociodemográficos na mortalidade por câncer de próstata, mama, colo do útero, cólon, pulmão e esôfago nas capitais brasileiras (2000-2015). Estudo ecológico utilizando informações brasileiras de mortalidade. Modelos de Poisson multinível foram usados ​​para estimar o risco ajustado de mortalidade por câncer. Os níveis de mortalidade foram maiores em homens para câncer de cólon, pulmão e esôfago. As taxas de mortalidade foram mais altas nos idosos. Nossos resultados mostraram risco aumentado de mortalidade por câncer de cólon em ambos os sexos de 2000 a 2015, o que também foi evidenciado para câncer de mama e de pulmão em mulheres. Em ambos os sexos, o maior risco de mortalidade para câncer de pulmão e esôfago foi observado nas capitais do Sul. As capitais do Centro-Oeste, Sul e Sudeste apresentaram o maior risco de mortalidade por câncer de cólon tanto para homens quanto para mulheres. A taxa de mortalidade por câncer de cólon aumentou para ambos os sexos, enquanto a mortalidade por câncer de mama e de pulmão aumentou apenas para as mulheres. A região Norte apresentou a menor taxa de mortalidade por câncer de mama, colo do útero, cólon e esôfago. As regiões Centro-Oeste e Nordeste apresentaram as maiores taxas de mortalidade por câncer de próstata.


Subject(s)
Breast Neoplasms/epidemiology , Prostate , Cervix Uteri , Colon , Esophagus , Multilevel Analysis , Lung
4.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 38(4): e00196821, 2022. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1374820

ABSTRACT

Este estudo teve como objetivo analisar a prevalência de limitação na mobilidade funcional autorreferida e os fatores associados no período entre os anos 2000 e 2015, em idosos residentes no Município de São Paulo, Brasil. Para as presentes análises foram utilizados os dados das quatro ondas (2000, 2006, 2010 e 2015) do Estudo Saúde, Bem Estar e Envelhecimento (SABE). Foram conduzidos modelos de regressão para analisar as características demográficas, socioeconômicas, comportamentais e relativas à saúde dos indivíduos associadas à limitação da mobilidade em cada onda do estudo, e análise multinível para a comparação entre as quatro ondas. Os resultados indicaram aumento nas prevalências de limitações na mobilidade autorreferida, mais evidente no ano de 2006. Foi observado, ainda, associação com condições crônicas de saúde, como a história de AVC (RP = 1,43; IC95%: 1,29; 1,58, em 2000), a presença de doenças osteoarticulares (RP = 1,35; IC95%: 1,23; 1,49, em 2015), e a queixa de "dor nas costas" (RP = 1,33; IC95%: 1,22; 1,45, em 2006), bem como com aspectos socioeconômicos, como a renda insuficiente (RP = 1,17; IC95%: 1,07; 1,28, em 2010). Em um contexto de envelhecimento populacional acelerado, esses resultados trazem informações relevantes para a promoção de políticas públicas voltadas à prevenção de declínio da mobilidade em pessoas idosas.


The study aimed to analyze the prevalence of self-reported limitation of functional mobility and associated factors from 2000 to 2015 in elderly residing in the city of São Paulo, Brazil. The analyses used data from the four waves (2000, 2006, 2010, and 2015) in the Health, Well-Being, and Aging Study (SABE). Regression models were conducted to analyze the demographic, socioeconomic, behavioral, and health-related characteristics of individuals associated with limitations of mobility in each wave of the study, and multilevel analysis was performed for comparison between the four waves. The results showed an increase in the prevalence of self-reported limitations in mobility, most evident in the year 2006. There was also an association between chronic health conditions such as history of stroke (PR = 1.43; 95%CI: 1.29; 1.58, in 2000), presence of osteoarticular diseases (PR = 1.35; 95%CI: 1.23; 1.49, in 2015), and complaint of "backache" (PR = 1.33; 95%CI: 1.22; 1.45, in 2006), as well as with socioeconomic aspects such as insufficient income (PR = 1.17; 95%CI: 1.07; 1.28, in 2010). In a context of rapid population aging, these results provide relevant information for promoting public policies to prevent the decline in mobility in the elderly.


Este estudio tuvo como objetivo analizar la prevalencia de limitación en la movilidad funcional autoinformada y sus factores asociados durante el período entre los años 2000 y 2015, en ancianos residentes en el Municipio de São Paulo, Brasil. Para los análisis actuales se utilizaron los datos de cuatro oleadas (2000, 2006, 2010 y 2015) del Estudio Salud, Bienestar y Envejecimiento (SABE). Se aplicaron modelos de regresión para analizar las características demográficas, socioeconómicas, comportamentales y relativas a la salud de los individuos, asociadas a la limitación de la movilidad en cada oleada del estudio, y un análisis multinivel para la comparación entre las 4 oleadas. Los resultados indicaron un aumento en las prevalencias de limitaciones respecto a la movilidad autoinformada, pero fue evidente en el año 2006. Se observó, incluso, una asociación con las condiciones crónicas de salud, como un historial de ACV (RP = 1,43; IC95%: 1,29; 1,58, en 2000), la presencia de enfermedades osteoarticulares (RP = 1,35; IC95%: 1,23; 1,49, en 2015), y la queja de "dolor de espalda" (RP = 1,33; IC95%: 1,22; 1,45, en 2006), así como con aspectos socioeconómicos, como la renta insuficiente (RP = 1,17; IC95%: 1,07; 1,28, en 2010). En un contexto de envejecimiento poblacional acelerado, esos resultados presentan información relevante para la promoción de políticas públicas dirigidas a la prevención del declive de la movilidad en personas ancianas.


Subject(s)
Humans , Aged , Brazil/epidemiology , Socioeconomic Factors , Aging , Prevalence , Multilevel Analysis , Self Report
5.
Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 26(12): 6223-6234, Dez. 2021. tab, graf
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1350498

ABSTRACT

Resumo O objetivo deste artigo é analisar a associação entre o desconhecimento sobre a campanha de vacinação contra o HPV entre adolescentes e fatores individuais e contextuais. Estudo transversal com dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (2015). Foi realizada a análise bivariada e calculadas as Razões de Prevalência em uma Regressão de Poisson multinível (IC95%) para verificar o efeito das variáveis no desfecho. O desfecho esteve associado significativamente a ter 15-19 anos de idade (RP=1,36), estudar no turno da tarde/noite (RP=1,05), já ter tido relações sexuais (RP=1,10), com autopercepção do estado de saúde ruim ou muito ruim (RP=1,23), insatisfeito (RP=1,14) ou indiferente (RP=1,15) à sua imagem corporal, que falta às aulas sem consentimento dos pais (RP=1,10) e que estuda em escola pública (RP=1,24). Houve menor prevalência do desfecho entre o sexo feminino (RP=0,24) e em estados com maior desigualdade de renda (RP=0,80). O desconhecimento sobre a campanha de vacinação contra o HPV entre adolescentes foi associado às características individuais e do contexto da escola e da unidade de federação. Esses achados indicam a importância de fortalecer a promoção à saúde voltada aos jovens em vulnerabilidade.


Abstract The scope of this article is to analyze the association between lack of awareness of the HPV vaccination campaign among Brazilian adolescents and individual and contextual factors. It involved a cross-sectional study with data from the National Student Health Survey (2015). Bivariate analysis was performed and Prevalence Ratios were calculated, in a multilevel Poisson Regression (95%CI) to verify the effect of variables on the outcome. The outcome was significantly associated with being 15-19 years old (PR=1.36), studying during the afternoon/night shift (PR=1.05), having already had sexual intercourse (PR=1.10), with self-perceived poor or very poor health status (PR=1.23), dissatisfied (PR=1.14) or indifferent (PR=1.15) regarding their body image, playing truant from classes without parental consent (PR=1.10) and studying at a public school (PR=1.24). There was less prevalence of the outcome among females (PR=0.24) and in states with greater income inequality (PR=0.80). The lack of awareness about the HPV vaccination campaign among adolescents was associated with individual characteristics, the context of the school and the unit of the federation. These findings indicate the importance of enhancing health promotion for vulnerable young people.


Subject(s)
Humans , Female , Adolescent , Adult , Young Adult , Papillomavirus Infections/prevention & control , Papillomavirus Infections/epidemiology , Students , Cross-Sectional Studies , Vaccination , Immunization Programs , Multilevel Analysis
6.
Int. j. cardiovasc. sci. (Impr.) ; 34(2): 159-167, Mar.-Apr. 2021. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1154559

ABSTRACT

Abstract Background Cerebrovascular diseases (CVDs) are the second leading cause of death in Brazil. Objective This study aimed to describe the epidemiological profile and to analyze the spatiotemporal dynamics of mortality from cerebrovascular disease in the elderly in Alagoas from 2000-2016. Methods This is a multilevel ecological study of all deaths from CVD in individuals aged 60 years or older. Data were collected from the Mortality Information System. The variables were submitted to descriptive analysis, trend analysis by Joinpoint Regression method and spatial analysis with Global Moran's and local statistics; 95% confidence interval and significance of 5% were considered in the analysis. Results There were 21,440 deaths in the study period, 50.4% (n=10,797) male, 40.5% (n=8,670) aged ≥ 80 years, 44.5% (n=9,465) of "brown" race, 30.1% (n=6,448) married and 36.5% (n=7,828) with less than four years of schooling. Female and male mortality rates were 460.24/100,000 and 602.23 / 100,000, respectively. An annual decreasing trend of -1.4% (p<0.001) in overall and male mortality was observed from 2007 on. The highest mortality rates were concentrated in the eastern region of Alagoas (Moran's I =0.766288; p=0.01). Twenty-two municipalities were in quadrant Q1 of Moran's scattering diagram and considered priorities. Conclusion Death from CVD in Alagoas occurred equally in men and women in the study period, mostly in individuals of mixed race, married, and with low education attainment. The highest rates were observed in the eastern region of the state . The results highlight the need for public policies aimed at healthy aging in the state. (Int J Cardiovasc Sci. 2020; [online].ahead print, PP.0-0)


Subject(s)
Humans , Male , Female , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Cerebrovascular Disorders/mortality , Cerebrovascular Disorders/epidemiology , Socioeconomic Factors , Brazil , Aging , Cerebrovascular Disorders/ethnology , Mortality Registries , Ecological Studies , Multilevel Analysis , Healthy Aging
7.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 37(1): 1-14, 2021.
Article in Portuguese | LILACS, SES-SP, SESSP-ISPROD, SES-SP | ID: biblio-1370904

ABSTRACT

Alimentos ultraprocessados são marcadores de padrões alimentares não saudáveis e seu consumo é elevado entre os adolescentes. Características do ambiente alimentar escolar se associam a práticas alimentares de estudantes. O objetivo do estudo foi investigar a associação entre a presença de cantinas e a disponibilidade de alimentos ultraprocessados nas cantinas com o consumo destes alimentos, dentro da escola, entre adolescentes do 9o ano do Ensino Fundamental das redes pública e particular do Município de São Paulo, Brasil. Foi realizado um estudo transversal com dados do SP-Proso, em amostra de 2.680 adolescentes. Foram feitos modelos de regressão linear multinível para avaliar as associações entre as exposições presença de cantinas nas escolas e disponibilidade de alimentos ultraprocessados com desfechos de frequência de consumo de ultraprocessados na escola. A presença de cantinas esteve associada à maior frequência de consumo de embutidos (0,46; IC95%: 0,24; 0,68), salgadinhos de pacote (0,50; IC95%: 0,19; 0,80), guloseimas (0,82; IC95%: 0,55; 1,09) e bebidas açucaradas (0,34; IC95%: 0,06; 0,62), bem como um escore de frequência de consumo de ultraprocessados (2,37; IC95%: 1,25; 3,48). A disponibilidade de salgadinhos de pacote, guloseimas e bebidas açucaradas nas cantinas aumentou a frequência de consumo desses alimentos. Foi observado um efeito dose/resposta entre a diversidade de ultraprocessados nas cantinas e a frequência de consumo destes alimentos. Um ambiente alimentar escolar com maior disponibilidade de ultraprocessados está associado ao maior consumo dos mesmos na escola, o que aponta para a necessidade de regulamentar o comércio de alimentos dentro destas instituições.


Subject(s)
School Feeding , Adolescent , Multilevel Analysis
8.
Natal; s.n; 2021. 146 p. tab, ilus.
Thesis in Portuguese | LILACS, BBO | ID: biblio-1552641

ABSTRACT

Objetivou-se analisar a distribuição espacial, ocorrência de mortalidade e estádio clínico tumoral ao diagnóstico de câncer de pulmão e sua relação com fatores socioeconômicos e de oferta de serviços de saúde no Brasil. Trata-se de um estudo ecológico e transversal. Os óbitos (CID-10:C33-34) foram coletados do Sistema de Informações sobre Mortalidade para o período de 2011 a 2015. Os dados individuais foram extraídos do Integrador dos Registros Hospitalares de Câncer para o período de 2006 a 2015 e as variáveis contextuais foram coletadas no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde e na Agência Nacional de Saúde Suplementar. Para análise da mortalidade e do diagnóstico avançado do câncer de pulmão, aplicou-se o teste de qui-quadrado e a regressão de poisson com variância robusta para um nível de confiança de 95%. A dependência espacial das taxas de mortalidade e da Proporção de Diagnóstico em Estádio Avançado (PDEA) foi verificada pelo índice de Moran global e o indicador local de associação espacial. O diagnóstico precoce foi analisado pelo teste de qui-quadrado de Pearson e regressão de Poisson multinível. A taxa média de mortalidade ajustada pela idade, entre 2011 e 2015, foi de 12,8 (DP 5,12) mortes por 100.000 habitantes. As altas taxas de mortalidade por câncer pulmonar estavam significativamente associadas com a densidade de médicos generalistas (RP 1,68; IC 95% 1,04- 2,72), estabelecimentos habilitados em oncologia (RP 1,49; IC 95% 1,01-2,20) e inversamente associadas a proporção de pessoas com baixa renda (RP 1,73; IC 95% 1,11-2,68) e, apresentaram autocorrelação espacial (Moran's I 0,50). O modelo espacial multivariado foi constituído pelas variáveis estabelecimentos habilitados em oncologia, renda e cobertura de planos de saúde. A PDEA foi de 85,28% (IC 95% 83,31-87,10), com baixa autocorrelação espacial (Moran's I 0,37), e correlação positiva com taxa de envelhecimento (Moran's I 0,10), renda (Moran's I 0,05) e negativa com Gini (Moran's I -0,15). De 2006 a 2015, 87,71% dos casos de câncer pulmonar foram diagnosticados em estádio avançado. A faixa etária de 50 a 59 anos (RP 1,04; IC 95% 1,03-1,05), sexo masculino (RP 1,02; IC 95% 1,01-1,03), raça/cor não branca (RP 1,02; IC 95% 1,01-1,03), ensino fundamental incompleto (RP 1,05; IC 95% 1,03- 1,08) e os tumores de células pequenas (RP 1,08; IC 95% 1,06-1,09) estiveram associados ao diagnóstico em estádio avançado. Na análise multinível, o estadiamento precoce esteve associado a fatores individuais e a menor densidade de estratégia saúde da família. Conclui-se que os contextos socioeconômico e de oferta de serviços de saúde são determinantes das desigualdades na distribuição das taxas de mortalidade por câncer de pulmão. Por outro lado, o estádio do câncer no diagnóstico está mais associado aos fatores individuais socioeconômicos e do próprio do tumor. Os resultados sinalizam a importância das medidas de prevenção primária, em especial o controle do tabagismo. Estratégias que reduzam as desigualdades sociais também devem ser reforçadas de modo que as condições socioeconômicas não potencializem as dificuldades relacionadas ao diagnóstico (AU).


The objective was to analyze the spatial distribution, occurrence of mortality and clinical tumor stage at the diagnosis of lung cancer and its relationship with socioeconomic factors and the provision of health services in Brazil. This is an ecological and cross-sectional study. Deaths (ICD-10: C33-34) were collected from the Mortality Information System for the period 2011- 2015. Individual data were extracted from the Hospital Cancer Records Integrator for the period 2006 to 2015 and contextual variables were collected from the Atlas of Human Development in Brazil, the National Register of Health Establishments and the National Supplementary Health Agency. To analyze mortality and advanced diagnosis of lung cancer, we applied the chi-square test and poisson regression with robust variance for a 95% confidence level. The spatial dependence of mortality rates and the Proportion of Advanced Stage Diagnosis (PASD) was verified by the global Moran index and the local indicator of spatial association. Early diagnosis was analyzed by Pearson's chi-square test and multilevel Poisson regression. The average age-adjusted mortality rate between 2011 and 2015 was 12.8 (SD 5.12) deaths per 100,000 inhabitants. High mortality rates from lung cancer were significantly associated with the density of general practitioners (PR 1.68; 95% CI 1.04-2.72), establishments qualified in oncology (PR 1.49; 95% CI 1.01- 2.20) and inversely associated with the proportion of people with low income (PR 1.73; 95% CI 1.11-2.68) and presented spatial autocorrelation (Moran's I 0.50). The multivariate spatial model consisted of the variables Density of licensed oncology health facilities, income and coverage of health plans. PASD was 85.28% (95% CI 83.31-87.10), with low spatial autocorrelation (Moran's I 0.37), and positive correlation with aging rate (Moran's I 0,10; p = 0.02), income (Moran's I 0.05) and negative with Gini (Moran's I -0.15). From 2006 to 2015, 87.71% of lung cancer cases were diagnosed at an advanced stage. The age group from 50 to 59 years (PR 1.04; 95% CI 1.03-1.05), male sex (PR 1.02; 95% CI 1.01-1.03), race/color not white (PR 1.02; 95% CI 1.01-1.03), incomplete primary education (PR 1.05; 95% CI 1.03-1.08) and small cell tumors (PR 1.08 ; 95% CI 1.06-1.09) are associated with diagnosis at an advanced stage. In the multilevel analysis, early staging was associated with individual factors and a lower density of family health strategy. There was no association with socioeconomic contextual variables. It is concluded that socioeconomic contexts and the provision of health services are determinants of inequalities in the distribution of lung cancer mortality rates. On the other hand, the stage of cancer at diagnosis is more associated with individual socioeconomic and tumor factors. The results indicate the importance of primary prevention measures, especially tobacco control. Strategies that reduce social inequalities must also be reinforced so that socioeconomic conditions do not increase the difficulties related to diagnosis (AU).


Subject(s)
Humans , Adolescent , Adult , Middle Aged , Aged , Aged, 80 and over , Early Diagnosis , Health Status Disparities , Social Determinants of Health/statistics & numerical data , Lung Neoplasms/diagnosis , Neoplasm Staging , Socioeconomic Factors , Brazil/epidemiology , Chi-Square Distribution , Epidemiology , Cross-Sectional Studies/methods , Mortality , Ecological Studies , Multilevel Analysis , Health Services
9.
Natal; s.n; 20210000. 196 p. ilus, tab.
Thesis in Portuguese | LILACS, BBO | ID: biblio-1437960

ABSTRACT

Introdução: os transtornos mentais são um grave problema de saúde pública, com alta prevalência no Brasil e em todo mundo. Os transtornos mentais comuns envolvem os transtornos de depressão e ansiedade, acometendo principalmente mulheres. O acesso oportuno aos serviços de saúde mental traz o diagnóstico precoce e o tratamento eficaz, minimizando complicações e diminuindo os números de adoecimento mental. Objetivo: Identificar os fatores associados aos transtornos mentais e ao acesso aos serviços de saúde mental no Brasil e no mundo. Método: Trata-se de um estudo de diferentes métodos. 1) revisão sistemática de estudos transversais sobre a prevalência e fatores associados aos transtornos mentais comuns em mulheres, com buscas nas bases de dados PubMed, Web of Science, Science Direct, Scopus, Cinahl; 2) revisão sistemática de estudos transversais sobre a diferença na prevalência do acesso aos serviços de saúde mental entre mulheres e homens, com buscas nas bases de dados PubMed, Web of Science, Science Direct, Scopus, Cinahl; 3) Estudo transversal com dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Brasil do ano 2013, com indivíduos de 18 anos ou mais, que analisou a prevalência dos sintomas do sofrimento mental na população brasileira e a associação entre as características individuais e o contexto social, em uma análise multinível; 4) Estudo transversal com dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, incluindo indivíduos de 15 anos ou mais para analisar os fatores associados ao acesso precário aos serviços de saúde para o tratamento da depressão no Brasil. Resultados: Na revisão sistemática sobre prevalência e fatores associados aos transtornos mentais comuns em mulheres, foram incluídos 19 estudos, os principais fatores associados relatados foram o desemprego, dívidas, baixa renda econômica, ser dona de casa, tabagismo, menor nível educacional, baixa autoavaliação em saúde, ser solteira, divorciada ou viúva. O risco de viés dos estudos foi classificado como baixo e moderado. Na segunda revisão sistemática, sobre diferenças de acesso entre homens e mulheres, 11 estudos foram incluídos. A prevalência do acesso aos serviços de saúde mental entre as mulheres variou de 5,2% a 56,5%; entre os homens foi de 2,9% a 47%. Os homens obtiveram maior prevalência de acesso apenas nos serviços para tratamento de uso de álcool e drogas. No primeiro estudo transversal, os pensamentos depressivos estiveram associados a adultos jovens e de meia-idade, do sexo feminino, com baixo nível de instrução, sem companheiro, fumantes ou ex-fumantes e que não possuem plano privado de saúde; pertencer às classes D-E e viver em estados com menor expectativa de anos de estudo se mostrou como fator de proteção. Resultados semelhantes foram encontrados para o desfecho decréscimo da energia vital e sintomas somáticos. Já prevalência do acesso precário aos serviços de saúde para o tratamento da depressão foi de 14,9% (IC95% 13,6-16,2), e foi associado aos indivíduos de 15-29 anos (RP=1,52) e 30-59 anos (RP=1,22), sem instrução (RP=1,43), que avaliam sua saúde como regular/ruim/muito ruim (RP= 1,26), que possuem alguma limitação das atividades habituais por causa da depressão (RP=2,71), que tiveram a última consulta de 6 meses a menos de 2 anos (RP=2,63) e há mais de 2 anos (RP=2,25). Conclusão: é necessário um fortalecimento e redirecionamento das políticas públicas de saúde mental, no intuito de atender às necessidades individuais das pessoas mais vulneráveis e com fatores de risco, ofertando acesso oportuno aos serviços de saúde e diminuindo o sofrimento mental, bem como a prevalência de transtornos mentais no Brasil e no mundo (AU).


Introduction: mental disorders are a serious public health problem, with high prevalence in Brazil and worldwide. Common mental disorders involve depression and anxiety disorders, mainly affecting women. Timely access to mental health services brings early diagnosis and effective treatment, minimizing complications and reducing the number of mental illnesses. Objective: To identify factors associated with mental disorders and access to mental health services in Brazil and worldwide. Method: This is a study of different methods. 1) systematic review of cross-sectional studies on the prevalence and factors associated with common mental disorders in women, with searches in PubMed, Web of Science, Science Direct, Scopus, Cinahl databases; 2) systematic review of cross-sectional studies on the difference in the prevalence of access to mental health services between women and men, with searches in the PubMed, Web of Science, Science Direct, Scopus, Cinahl databases; 3) Cross-sectional study with data from the 2013 National Health Survey of Brazil, aged 18 years or older, which analyzed the prevalence of symptoms of mental distress in the Brazilian population and the association between individual characteristics and social context, in an analysis multilevel; 4) Crosssectional study with data from the 2019 National Health Survey, including 15 years or more to analyze factors associated with poor access to health services for the treatment of depression in Brazil. Results: In the systematic review on the prevalence and factors associated with common mental disorders in women, 19 studies were included, the main associated factors were unemployment, debt, low economic income, being a housewife, smoking, lower educational level, low self-assessment in health, being single, divorced or widowed. The risk of bias of the studies was classified as low and moderate. In the second systematic review, on access differences between men and women, 11 studies were included. The prevalence of access to mental health services among women ranged from 5.2% to 56.5%; among men it was 2.9% to 47%. Men had a higher prevalence of access only to services for the treatment of alcohol and drug use. In the first cross-sectional study, depressive thoughts were associated with young and middle-aged female adults, with a low level of education, without a partner, accident or extreatment, and without a private health insurance plan; belonging to classes D-E and living in states with lower expectations of years of education if informed as a protective factor. Similar results were found for the outcome of decreased vital energy and somatic symptoms. The prevalence of poor access to health services for the treatment of depression was 14.9% (95%CI 13.6-16.2), and it was associated with individuals aged 15-29 years (PR = 1.52) and 30-59 years old (PR = 1.22), without education (PR = 1.43), who assess their health as regular/poor/very bad (PR = 1.26), who have some limitation in their usual activities because of depression (PR = 2.71), who had the last visit from 6 months to less than 2 years (PR = 2.63) and for more than 2 years (PR = 2.25). Conclusion: it is necessary to strengthen and redirect public mental health policies, not aiming to meet the individual needs of the most vulnerable people with risk factors, offering timely access to health services and reducing mental suffering, as well as prevalence of mental disorders in Brazil and worldwide (AU).


Subject(s)
Social Determinants of Health , Gender Studies , Health Services Accessibility , Mental Health Services , Prevalence , Cross-Sectional Studies/methods , Regression Analysis , Risk Factors , Health Surveys/statistics & numerical data , Multilevel Analysis/methods
10.
Rev. bras. epidemiol ; 24(supl.1): e210010, 2021. tab
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1288493

ABSTRACT

ABSTRACT: Objective: To analyze the contextual factors associated with type II diabetes mellitus in Belo Horizonte City. Methods: Cross-sectional study with 5,779 adults living in Belo Horizonte City, participating in the Risk and Protection Factors Surveillance System for Chronic Diseases through Telephone Survey (Vigitel), in 2008, 2009, and 2010. Multilevel regression models were used to test the association between contextual indicators of physical and social environments, and self-reported diagnosis of diabetes, adjusted for individual sociodemographic and lifestyle factors. Descriptive analyzes and multilevel logistic regression models were used, considering a 5% significance level. Results: The prevalence of diabetes was 6.2% (95%CI 5.54 - 6.92), and 3.1% of the variability of chance of presenting diabetes were explained by contextual characteristics. Living in areas with high density of private places for physical activity and high income was associated with a lower chance of having diabetes. The areas with high level of social vulnerability were strongly associated with the chance of presenting diabetes, adjusted for individual characteristics. Conclusion: Characteristics of physical and social environments were associated with the chance of diabetes occurrence. Urban centers with opportunities to adopt healthy behaviors can help to reduce the occurrence of diabetes and its complications.


RESUMO: Objetivo: Analisar os fatores contextuais associados ao diabetes mellitus tipo II em Belo Horizonte (MG). Métodos: Estudo transversal com 5.779 adultos residentes em Belo Horizonte, participantes do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, nos anos de 2008, 2009 e 2010. Foram utilizados modelos de regressão multinível para testar a associação entre indicadores contextuais do ambiente físico e social e diagnóstico autorreferido de diabetes, ajustados por fatores individuais sociodemográficos e de estilo de vida. Utilizaram-se análises descritivas e modelos de regressão logística multinível, considerando um nível de significância de 5%. Resultados: A prevalência de diabetes foi de 6,2% (IC95% 5,54-6,92), e 3,1% da variabilidade da chance de diabetes nas áreas de abrangência estudadas foi explicada por características contextuais. Residir em áreas com alta densidade de locais privados para prática de atividade física e com alta renda associou-se a menor chance de ter diabetes. As áreas com alto índice de vulnerabilidade social foram fortemente associadas ao diabetes, independentemente de características individuais. Conclusão: A ocorrência de diabetes está associada com as características do ambiente físico e social. Centros urbanos com oportunidades para adoção de comportamentos saudáveis podem ajudar a reduzir a ocorrência de diabetes e as suas complicações.


Subject(s)
Humans , Adult , Diabetes Mellitus, Type 2/diagnosis , Diabetes Mellitus, Type 2/epidemiology , Socioeconomic Factors , Brazil , Cross-Sectional Studies , Cities , Multilevel Analysis , Self Report
11.
Rev. saúde pública (Online) ; 55: 1-11, 2021. tab, graf
Article in English | LILACS, BBO | ID: biblio-1352186

ABSTRACT

ABSTRACT OBJECTIVE To investigate whether oral health literacy (OHL) and school context are associated with untreated dental caries on the anterior teeth of adolescents. METHODS A representative cross-sectional study was conducted with 746 students aging 15 to 19 in the city of Campina Grande, Brazil. The guardians answered a questionnaire addressing sociodemographic data and the absence/presence of private health insurance. Two examiners were trained for the diagnosis of dental caries using the Nyvad criteria and the measurement of OHL using the Brazilian Rapid Estimate of Adult Literacy in Dentistry (BREALD-30) (Kappa > 0.80). Contextual aspects of the schools were obtained from the 2017 National School Census. Descriptive statistics were conducted, followed by unadjusted and adjusted robust negative binomial regression for complex samples (p < 0.05). RESULTS The average number of anterior teeth with untreated caries was 0.95 (SD = 1.77). Among individual factors, the male sex (RR = 1.64; 95%CI: 1.24-2.16), inadequate level of OHL (RR = 2.03; 95%CI: 1.13-1.63), marginal level of OHL (RR = 1.87; 95%CI: 1.05-3.33) and not having private health insurance (RR = 1.34; 95%CI: 1.07-1.68) were associated with untreated caries on anterior teeth. Among school contextual factors, the number of students in the classroom (RR = 2.64; 95%CI: 1.78-3.93), number of public oral health services in the district (RR = 0.14; 95%CI: 0.05-0.39) and average income of the district in which the school is located (RR = 0.99; 95%CI: 0.98-0.99) were associated with the outcome. CONCLUSIONS Sociodemographic factors, having private health insurance, OHL, and school context exerted an influence on the occurrence of untreated dental caries on anterior teeth in adolescents aging 15 to 19.


Subject(s)
Humans , Male , Adolescent , Adult , Dental Caries/epidemiology , Schools , Brazil/epidemiology , Oral Health , Cross-Sectional Studies , Dental Caries Susceptibility , Multilevel Analysis , Sociodemographic Factors
12.
Biomédica (Bogotá) ; 40(2): 296-308, abr.-jun. 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1124226

ABSTRACT

Introduction: Self-rated health is strongly associated with morbidity and mortality. It is largely influenced by individual factors but also by individuals' social surroundings and environment. Objective: To investigate individual, household, and locality factors associated with self- rated health in Colombian adults. Materials and methods: We conducted a cross-sectional multilevel study using data from national databases on 19 urban localities and 37,352 individuals nested within 15,788 households using a population-based survey. Given the natural hierarchical structure of the data, the estimates of self-rated health related to individual, household, and locality characteristics were obtained by fitting a three-level logistic regression. Results: The adjusted multilevel logistic models showed that at individual level, higher odds of poor self-rated health were found among older adults, persons from low socio-economic status, those living without a partner, with no regular physical activity, and reporting morbidities. At the household level, poor self-rated health was associated with households of low socioeconomic status located near noise sources and factories and in polluted and insecure areas. At the locality level, only poverty was associated with poor self-rated health after adjusting for individual and household variables. Conclusions: These results highlight the need for a more integrated framework when designing and implementing strategies and programs that aim to improve health conditions in urban populations in Latin America.


Introducción. La autopercepción de la salud se asocia con la morbilidad y la mortalidad debido principalmente al efecto de las condiciones individuales y las características sociales y del ambiente en el que viven las personas. Objetivo. Investigar los factores individuales, del hogar y de la localidad asociados con la autopercepción de la salud en adultos colombianos. Materiales y métodos. Se llevó a cabo un estudio transversal. La información sobre las 19 localidades urbanas consideradas se obtuvo de bases de datos nacionales, en tanto que los datos sobre los 37.352 individuos anidados en 15.788 hogares provinieron de una encuesta de base poblacional. Dada la estructura jerárquica de los datos, las estimaciones del efecto de las variables individuales, del hogar y de la localidad sobre la autopercepción de la salud se hicieron utilizando un modelo de regresión logística de tres niveles. Resultados. Los modelos multinivel ajustados evidenciaron que a nivel individual había una mayor probabilidad de tener una peor percepción de la salud entre adultos mayores, personas de bajo nivel socioeconómico, sin compañero, físicamente inactivos y con enfermedades. A nivel de hogar, la peor percepción de la salud se asoció con la pertenencia a familias de bajo nivel socioeconómico, residentes cerca de fábricas, áreas contaminadas, inseguras y de alto ruido. Por último, a nivel de localidad y después del ajuste por variables individuales y del hogar, la residencia en localidades pobres aumentó la probabilidad de tener una peor percepción de la propia salud. Conclusiones. Los resultados evidencian la necesidad de considerar un marco conceptual más amplio en el momento de diseñar e implementar estrategias y programas que apunten al mejoramiento de las condiciones de salud de las poblaciones urbanas en Latinoamérica.


Subject(s)
Social Conditions , Residence Characteristics , Colombia , Adult , Multilevel Analysis
13.
J. pediatr. (Rio J.) ; 96(2): 225-232, Mar.-Apr. 2020. tab
Article in English | LILACS, ColecionaSUS, SES-SP | ID: biblio-1135023

ABSTRACT

Abstract Objective: Children's differences in moderate-to-vigorous physical activity levels are not at random. This study investigates the relevance of individual- and school-level characteristics in explaining these differences. Methods: In total, 307 children (154 girls) aged 5-10 years, from 19 Portuguese schools, were sampled. Height and weight were measured, and body mass index was calculated. Time spent in moderate-to-vigorous physical activity was measured by accelerometry. Gross motor coordination was assessed with the KörperkoordinationsTest für Kinder battery and socio-economic status was obtained via the school social support system. School characteristics were obtained with an objective school audit. A multilevel analysis was used as implemented in Stata 15. Results: Schools explained 18.2% of the total variance in moderate-to-vigorous physical activity, with the remainder being ascribed to children's distinct characteristics. Boys were more active (β = 29.59 ± 11.52, p < 0.05), and having higher gross motor coordination levels (β = 0.11 ± 0.04, p < 0.05) was positively associated with daily moderate-to-vigorous physical activity, whereas being older (β = −5.00 ± 1.57, p < 0.05) and having higher socio-economic status (β = −7.89 ± 3.12, p < 0.05) were negatively related with moderate-to-vigorous physical activity. From the school-level correlates, only playground dimension was significantly associated with moderate-to-vigorous physical activity levels. Children from schools with medium (40 m2 to 69 m2) and large playground dimensions (≥70 m2) were less active than children with smaller playground dimensions (10 m2 to 39 m2). Conclusions: Variation in school children's moderate-to-vigorous physical activity is mostly explained by their individual characteristics; school characteristics also play a role but to a smaller degree. Future intervention programs to change this behavior should be more personalized, emphasizing mostly individual-level characteristics.


Resumo Objetivo As diferenças entre crianças na atividade física moderada a vigorosa não são aleatórias. Este estudo investiga a relevância das características em níveis individuais e escolares para explicar essas diferenças. Métodos Foram amostradas 307 crianças (154 meninas) entre 5 e 10 anos, de 19 escolas portuguesas. A estatura e o peso foram medidos e o índice de massa corporal foi calculado. O tempo gasto em atividade física moderada a vigorosa foi medido por acelerometria. A coordenação motora grossa foi avaliada com a bateria do Körperkoordinationstest für Kinder e o status socioeconômico foi obtido através do sistema de apoio social da escola. As características da escola foram obtidas através de uma auditoria escolar objetiva. Uma análise multinível foi utilizada como implantada no Stata 15. Resultados As escolas explicaram 18,2% da variância total da atividade física moderada a vigorosa, com o restante atribuído às diferentes características das crianças. Os meninos foram mais ativos (β = 29,59 ± 11,52, p < 0,05) e o fato de ter níveis mais altos de coordenação motora grossa (β = 0,11 ± 0,04, p < 0,05) foi positivamente associado com a atividade física moderada a vigorosa diária. Os mais velhos (β = -5,00 ± 1,57, p < 0,05) e com maior status socioeconômico (β = -7,89 ± 3,12, p < 0,05) foram negativamente relacionados com a atividade física moderada a vigorosa. Com base nos correlatos a nível escolar, apenas a dimensão da área recreativa foi significativamente associada aos níveis de atividade física moderada a vigorosa. As crianças das escolas com área recreativa média (40 m2 a 69 m2) e grande (≥ 70 m2) foram menos ativas do que as crianças com áreas recreativas com menores dimensões (10 m2 a 39 m2). Conclusões A variação na atividade física moderada a vigorosa de escolares é explicada principalmente por suas características individuais; as características da escola também desempenham um papel, mas em menor grau. Futuros programas de intervenção para mudar esse comportamento devem ser mais personalizados, enfatizar principalmente as características em nível individual.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child, Preschool , Child , Schools , Exercise , Accelerometry , Body Mass Index , Multilevel Analysis
14.
Rev. cuba. salud pública ; 46(1): e1753, ene.-mar. 2020. tab
Article in Spanish | CUMED, LILACS | ID: biblio-1126832

ABSTRACT

Introducción: Los individuos en posiciones de desventaja socioeconómica presentan un mayor riesgo de sufrir enfermedades. En Cuba, las ciencias sociales investigan sobre la inequidad social desde enfoques diferentes, en los que prevalecen las técnicas cualitativas con poca divulgación de los métodos cuantitativos que permitan la localización de desigualdades. Objetivo: Proponer un procedimiento para medir las desigualdades sociales en salud en el contexto cubano con el empleo de métodos cuantitativos. Métodos: Revisión bibliográfica sobre las técnicas y sus fundamentos. Se compararon los métodos según desafíos metodológicos, estructura de la información de entrada, ventajas y limitantes, interpretación de los resultados, posibilidades para capturar la desigualdad y software disponible para cada técnica. Se propusieron etapas para la medición de las desigualdades sociales en salud de acuerdo con la comparación realizada, los desafíos metodológicos planteados en las investigaciones, las alternativas metodológicas propuestas y la experticia de los investigadores. Conclusiones: Entre las limitantes de los métodos clásicos está la necesidad de tener datos hasta el nivel mínimo de análisis. El agrupamiento tiene como desafío metodológico el diseño de una extracción de rasgos. El análisis multinivel asume que los efectos contextuales son los mismos para todos los individuos dentro de los grupos a lo largo del tiempo. Esta dificultad es resuelta por el análisis de secuencias sociales. El requerimiento de datos longitudinales es el mayor impedimento de esta técnica para su utilización en Cuba(AU)


Introduction: Individuals in positions of socio-economic disadvantage are at increased risk for diseases. In Cuba, the social sciences research on social inequity from different approaches, in which prevail the qualitative techniques with little disclosure of quantitative methods that allow the location of inequalities. Objective: To propose a procedure for measuring social inequalities in health in the Cuban context with the use of quantitative methods. Methods: Bibliographical review on the techniques and their fundamentals. The methods were compared according to the methodological challenges, the structure of the entry information, advantages and limiting factors, interpretation of the results, possibility to capture inequality, and software available for each technique. There were proposed stages for measuring the social inequalities in health according with the comparison made, the methodological challenges posed in the researches, the methodological alternatives proposed and the expertise of the researchers. Conclusions: Among the limitations of the classical methods is the need to have data up to the minimum level of analysis. Grouping has as methodological challenge the design of a removal of features. Multilevel analysis assumes that the contextual effects are the same for all individuals within groups over time. This difficulty is solved by the analysis of social scripts. The requirement of longitudinal data is the biggest handicap of this technique for its use in Cuba(AU)


Subject(s)
Socioeconomic Factors , Health Status Disparities , Multilevel Analysis/methods , Health Inequality Monitoring , Cuba
16.
Rev. bras. epidemiol ; 23: e200102, 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1126021

ABSTRACT

ABSTRACT: Introduction: The complexity of urbanization processes across Latin American societies encourages investigating its implications in health conditions, especially during childhood. One of the possible links between them is recreation, a component of the daily life of children and, therefore, essential to produce health and life itself. The objective of this study was to examine the associations between neighborhood context and active public park use among school-aged children in Cordoba, Argentina. Methods: A cross-sectional study was conducted with 1466 children, aged 9 to 11, attending 19 schools and living in 110 neighborhoods. Multilevel models with Poisson distribution were used for the analyses, stratified by gender. Socio-demographic, behavioral, and physical covariates were included at the individual level, and socioeconomic neighborhood conditions at second level. Results: Girls residing in neighborhoods with a worse socioeconomic context were less likely to report frequent public park use for physical activity, while those from neighborhoods with better socioeconomic conditions were more likely to, regardless of individual characteristics. Conclusion: This study suggests that socioeconomic conditions of neighborhoods are associated with public park use for physical activity in school-aged girls, demonstrating gender inequality in the use and appropriation of public spaces.


RESUMO: Introdução: O processo de urbanização das sociedades latino-americanas estimula investigar suas consequências nas condições de saúde. Um dos elos possíveis é a recreação, componente do cotidiano das crianças essencial para a produção da saúde e da própria vida. O objetivo foi examinar as relações entre o contexto do bairro e o uso ativo do parque público entre as crianças em idade escolar em Córdoba, Argentina. Métodos: Foi realizado um estudo transversal com 1466 crianças que frequentam 19 escolas e moram em 110 bairros. Modelos multinível com distribuição de Poisson foram utilizados para as análises, estratificados por sexo. Covariáveis sociodemográficas, comportamentais e físicas foram incluídas no nível individual e as condições socioeconômicas do bairro, no segundo nível. Resultados: As meninas que residem em bairros com pior contexto socioeconômico foram menos prováveis a relatar o uso frequente de parques públicos para atividades físicas, enquanto aquelas provenientes de bairros com melhores condições eram mais prováveis, independentemente das características individuais. Conclusões: Este estudo sugere que as condições socioeconômicas dos bairros estão associadas ao uso de parques públicos para atividade física em meninas unicamente, demonstrando uma desigualdade de gênero.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Child , Exercise , Residence Characteristics/statistics & numerical data , Parks, Recreational/statistics & numerical data , Argentina , Socioeconomic Factors , Cross-Sectional Studies , Multilevel Analysis
17.
Rev. bras. epidemiol ; 23: e200074, 2020. tab, graf
Article in English, Portuguese | LILACS | ID: biblio-1126059

ABSTRACT

RESUMO: Objetivo: Barreiras à comunicação são principais dificultadores do acesso de pessoas com deficiência sensorial (visual e auditiva) aos serviços de saúde. Os objetivos do estudo foram analisar a prevalência e os fatores associados à presença de facilitadores à comunicação nas unidades básicas de saúde no Brasil. Métodos: Estudo transversal multinível sobre dados de 38.811 unidades de saúde de 5.543 municípios, entre 2012 e 2013, coletados no Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB). Desfecho criado agrupando facilitadores à comunicação (material em relevo/braille; recurso auditivo; comunicação visual; listagem acessível de ações do serviço; profissional para acolhimento de usuário com deficiência sensorial). As variáveis de exposição do nível I (contextuais) foram: macrorregião, porte populacional e produto interno bruto (PIB) per capita. No nível II, (serviço) foram: equipe ampliada; modelo de atenção; turnos de atendimento; sala de acolhimento; divulgação do horário de atendimento; presença de facilitadores ao acesso físico. Utilizou-se regressão de Poisson multinível com modelagem hierárquica em dois estágios. Resultados: A presença dos facilitadores à comunicação é pequena nas unidades de saúde (32,1%), sendo mais frequentes nas unidades localizadas nos municípios com maior PIB (razão de prevalência - RP = 1,02, intervalo de confiança de 95% - IC95% 0,92 - 1,12) e porte populacional (RP = 1,25, IC95% 1,02 - 1,52). Conclusão: Ter profissional para acolhimento é o principal facilitador ao acesso e deve ser foco de ações para melhorar a atenção à saúde das pessoas com deficiência. Faz-se necessário promover acesso universal, com adequação de serviços, remoção de barreiras à comunicação e estímulo ao acolhimento do usuário.


ABSTRACT: Objective: Communication barriers are the main obstacle for people with sensory disabilities (visual and hearing) to access health services. This study aims to describe the presence of facilitators of communication of basic health units in Brazil and to verify its associated factors. Methods: Cross-sectional multilevel study, of 38,811 health units in 5,543 municipalities between 2012 and 2013, collected in the National Program for Improving Access and Quality in Primary Care (Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica - PMAQ-AB). The outcome was defined by grouping facilitators of communication (braille material; hearing resources; visual communication; accessible list of service; professionals to welcome users with sensory disabilities). The two levels were structured, using the variables: level I (contextual): macro region, population size, and GDP per capita; and level II (service): extended professional team (psychologist/social worker); service shifts; welcoming room; publishing of service hours; presence of physical access facilitators. Multilevel Poisson regression with hierarchical modeling was used in both stages. Results: The presence of facilitators of communication is small in Brazilian health units (32.1%). It is more frequent in the municipalities with a higher GDP (RP = 1.02, 95%CI 0.92 - 1.12) and population size (RP = 1.25, 95%CI 1.02 - 1.52). Conclusion: Welcoming users is the main access facilitator and should be the focus of initiatives to improve health care for disabled persons. Universal access with adequate services, removal of communication barriers and encouragement to properly welcome users must be promoted.


Subject(s)
Humans , Primary Health Care , Communication Barriers , Persons With Hearing Impairments , Visually Impaired Persons , Health Services Accessibility , Brazil , Cross-Sectional Studies , Cities , Multilevel Analysis
18.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 36(1): e00052119, 2020. tab, graf
Article in English | LILACS | ID: biblio-1055619

ABSTRACT

Our study sought to evaluate the prevalence of binge drinking in adolescents and its association with density of alcohol outlets around schools. This cross-sectional study was conducted in Belo Horizonte, Minas Gerais State, Brazil, with 436 high-school students aged between 17 and 19 and enrolled in 18 public and private schools. The students completed the Alcohol Use Disorder Identification Test (AUDIT-C), consisting of questions about alcohol consumption by parents and siblings, and socioeconomic status (type of school, mother's education level). Data from geographic information systems were used to estimate the density of alcohol outlets around schools participating. The association between exploratory variables and binge drinking was investigated using multilevel logistic regression analysis (p < 0.05) with random intercepts and fixed slopes. A three-step sequential modeling strategy was adopted. The prevalence of binge drinking was 39.9%. The alcohol consumption among adolescents was lower for those studying in areas with low density of alcohol outlets around schools (OR = 0.32; 95%CI: 0.14; 0.73) and the consumption of alcohol by mothers was associated with binge drinking among adolescents (OR = 1.94; 95%CI: 1.14; 3.30). Our study concluded that binge drinking among adolescents was associated with density of alcohol outlets around the schools and mother's alcohol consumption.


O estudo teve como objetivo avaliar a prevalência de consumo excessivo episódico de álcool entre adolescentes e a associação com a densidade de locais de venda de bebidas alcoólicas no entorno das escolas. Um estudo transversal foi realizado em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, com 436 estudantes de segundo grau entre 17 e 19 anos de idade matriculados em 18 escolas públicas e privadas. Os estudantes responderam perguntas do Alcohol Use Disorder Identification Test (AUDIT-C) sobre consumo de álcool pelos pais e irmãos, além de características socioeconômicas (tipo de escola, escolaridade materna). Foram utilizados dados de sistemas de informações geográficas para calcular a densidade de locais de venda de bebidas alcoólicas em torno das escolas participantes. A associação entre variáveis independentes e consumo excessivo episódico de álcool foi investigada por análise de regressão logística multivariada (p < 0,05) com interceptos randômicos e inclinações fixas. Foi adotada uma estratégia de modelagem sequencial em três passos. A prevalência de consumo excessivo episódico de álcool foi de 39,9%. O consumo de álcool entre adolescentes foi mais baixo naqueles que estudavam em áreas com baixa densidade de locais de venda de bebidas alcoólicas em torno das escolas (OR = 0,32; IC95%: 0,14; 0,73), e o consumo de álcool pelas mães esteve associado ao consumo excessivo episódico de álcool pelos adolescentes (OR = 1,94; IC95%: 1,14; 3,30), Em conclusão, consumo excessivo episódico de álcool por adolescentes mostrou associação com a densidade de locais de venda de bebidas alcoólicas no entorno das escolas e com o consumo materno de álcool.


El objetivo de este estudio fue evaluar la prevalencia del consumo compulsivo de alcohol por parte de adolescentes y su asociación con la densidad de establecimientos de venta de alcohol próximos a escuelas. Este estudio transversal se realizó en Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, con 436 estudiantes de escuelas secundarias con edades comprendidas entre los 17-19 años, inscritos en 18 escuelas públicas y privadas. Los estudiantes completaron con Alcohol Use Disorder Identification Test (AUDIT-C) preguntas sobre el consumo de alcohol por parte de padres y hermanos, así como de su estatus socioeconómico (tipo de escuela, nivel de escolarización de la madre). Los datos del sistema de informaciones geográficas se usaron para calcular la densidad de establecimientos de venta de alcohol en los alrededores de las escuelas participantes. La asociación entre las variables exploratorias y el consumo compulsivo de alcohol fue investigado usando un análisis de regresión logística multinivel (p < 0,05) con intersecciones aleatorias y curvas fijas. Se adoptó una estrategia de modelado secuencial en tres pasos. La prevalencia de consumo compulsivo de alcohol fue de 39,9%. El consumo de alcohol entre adolescentes fue más bajo entre quienes estudiaban en áreas con baja densidad de establecimientos de venta de alcohol alrededor de las escuelas (OR = 0,32; IC95%: 0,14; 0,73), además el consumo de alcohol en madres estuvo asociado con el consumo de alcohol en adolescentes (OR = 1,94; IC95%: 1,14; 3,30). La conclusión fue que el consumo compulsivo de alcohol en adolescentes estaba asociado con la densidad de establecimientos de venta de alcohol en los alrededores de las escuelas y el consumo de alcohol por parte de la madre.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adolescent , Young Adult , Commerce/statistics & numerical data , Alcoholic Beverages/statistics & numerical data , Binge Drinking/epidemiology , Socioeconomic Factors , Brazil/epidemiology , Cross-Sectional Studies , Multilevel Analysis
19.
Braz. oral res. (Online) ; 34: e036, 2020. tab
Article in English | LILACS, BBO | ID: biblio-1100936

ABSTRACT

Abstract The aim of this study was to evaluate the factors associated with toothache in the adult population of Minas Gerais, Brazil. Individual data from a population sample (age 35 to 44 years) were collected from a secondary database of the SB Minas survey. Sampling was carried out by clusters and with multiple drawing stages. The eligibility criteria were to reside in areas chosen for the research, be within the age group, and accept to participate in the research. The individual variables assessed by a questionnaire and dental exams were sex, income, race/skin color, root caries, periodontal condition, need for dental treatment, and last dental appointment. The contextual variables, assessed by municipal indexes, were Human Development Index (HDI), illiteracy, unemployment, half minimum wage, quarter minimum wage, oral health team coverage, access to individual health care, and supervised tooth brushing average. The dependent variable was toothache in the past six months. A descriptive analysis was made using the Statistical Package for the Social Sciences and Hierarchical Linear and Nonlinear Modeling Software was used to perform the multilevel analyses for individual and contextual levels. An association was found between toothache and low income (OR = 2.00; 95%CI = 1.32-3.13), dental caries (OR = 1.86; 95%CI = 1.22-2.86), periodontal condition, and living on a quarter of the minimum wage or less (OR = 1.03; 95%CI = 1.00-1.08). Clinical and social factors were associated with toothache, reinforcing the need to improve public polices in oral health focused on the adult population.


Subject(s)
Humans , Male , Female , Adult , Toothache/etiology , Toothache/epidemiology , Brazil/epidemiology , DMF Index , Oral Health/statistics & numerical data , Cross-Sectional Studies , Risk Factors , Sex Distribution , Dental Caries/epidemiology , Multilevel Analysis , Income/statistics & numerical data
20.
Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 25(6): 2113-2126, Mar. 2020. tab
Article in Portuguese | LILACS | ID: biblio-1101055

ABSTRACT

Resumo Avaliou-se, entre idosos brasileiros, se o uso dos serviços odontológicos provenientes do Sistema Único de Saúde (SUS) é equânime. Utilizaram-se dados individuais de exames conduzidos por profissionais calibrados do levantamento nacional de saúde bucal (2010) e dados contextuais originários do DATASUS e do IBGE. A variável dependente foi o tipo de serviço utilizado: SUS e Outros. Foram conduzidas análises multiníveis através de regressão logística (α = 5%) (OR/IC 95%), através do SPSS 24.0. Participaram 6.303 idosos, a prevalência do uso no SUS foi de 30%, os fatores contextuais associados foram o acesso a banheiro e a água encanada (1,54/1,19-2,00) e o índice de cuidados odontológicos (1,41/1,10-1,81); já os individuais: idade (0,77/0,66-0,90), anos de estudo (1,83/1,53-2,20), renda familiar (2,57/2,20-3,01), motivo da última consulta (0,75/0,60-0,93), no de dentes cariados (1,26/1,08-1,48), no de dentes obturados (0,63/0,54-0,74), uso de próteses (2,23/1,91-2,59), dor de dente (1,36/1.11-1,67), autopercepção da necessidade de tratamento odontológico (1,20/1,12-1,51) e da necessidade de próteses (1,38/1,20-159). O uso no SUS tem sido equânime, porém é preciso organizar o processo de trabalho, viabilizando tal uso de forma regular e preventiva buscando a universalidade e a integralidade.


Abstract This study evaluated whether the use of dental services of the Unified Health System (SUS) by elderly Brazilians is equitable. Individual data collected by qualified professionals during the national oral health survey (2010) and contextual data from DATASUS and IBGE were used. The dependent variable was the type of service used: SUS and others. Multilevel analyses were conducted using logistic regression (α=5%) (OR/CI 95%) using SPSS 24.0. A total of 6,303 elderly people were included and the prevalence of dental service use in SUS was 30%. Associated contextual factors were: access to bathroom and running water (1.54/1.19-2.00) and the dental care index (1.41/1.10-1.81); the individual factors were: age (0.77/0.66-0.90), years of schooling (1.83/1.53-2.20), family income (2.57/2.20-3.01), reason for last dental visit (0.75/0.60-0.93), decayed teeth total (1.26/1.08-1.48), plugged teeth total (0.63/0.54-0.74), dental prosthesis use (2.23/1.91-2.59), dental pain (1.36/1.11-1.67), self-perception of the need for dental treatment (1.20/1.12-1.51) and need for dental prosthesis (1.38/1.20-1.59). Dental service from SUS has been equitable, however it is necessary to organize the working process, enabling its use in a regular and preventive manner, thereby seeking universality and comprehensiveness.


Subject(s)
Humans , Infant , Aged , Dental Care , Income , Socioeconomic Factors , Brazil/epidemiology , Oral Health , Cross-Sectional Studies , Educational Status , Multilevel Analysis
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