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1.
Rev Bras Ter Intensiva ; 33(2): 196-205, 2021.
Artigo em Português, Inglês | MEDLINE | ID: mdl-34231800

RESUMO

OBJECTIVE: To identify more severe COVID-19 presentations. METHODS: Consecutive intensive care unit-admitted patients were subjected to a stepwise clustering method. RESULTS: Data from 147 patients who were on average 56 ± 16 years old with a Simplified Acute Physiological Score 3 of 72 ± 18, of which 103 (70%) needed mechanical ventilation and 46 (31%) died in the intensive care unit, were analyzed. From the clustering algorithm, two well-defined groups were found based on maximal heart rate [Cluster A: 104 (95%CI 99 - 109) beats per minute versus Cluster B: 159 (95%CI 155 - 163) beats per minute], maximal respiratory rate [Cluster A: 33 (95%CI 31 - 35) breaths per minute versus Cluster B: 50 (95%CI 47 - 53) breaths per minute], and maximal body temperature [Cluster A: 37.4 (95%CI 37.1 - 37.7)°C versus Cluster B: 39.3 (95%CI 39.1 - 39.5)°C] during the intensive care unit stay, as well as the oxygen partial pressure in the blood over the oxygen inspiratory fraction at intensive care unit admission [Cluster A: 116 (95%CI 99 - 133) mmHg versus Cluster B: 78 (95%CI 63 - 93) mmHg]. Subphenotypes were distinct in inflammation profiles, organ dysfunction, organ support, intensive care unit length of stay, and intensive care unit mortality (with a ratio of 4.2 between the groups). CONCLUSION: Our findings, based on common clinical data, revealed two distinct subphenotypes with different disease courses. These results could help health professionals allocate resources and select patients for testing novel therapies.


OBJETIVO: Identificar apresentações mais graves de COVID-19. MÉTODOS: Pacientes consecutivamente admitidos à unidade de terapia intensiva foram submetidos à análise de clusters por meio de método de explorações sequenciais. RESULTADOS: Analisamos os dados de 147 pacientes, com média de idade de 56 ± 16 anos e Simplified Acute Physiological Score 3 de 72 ± 18, dos quais 103 (70%) demandaram ventilação mecânica e 46 (31%) morreram na unidade de terapia intensiva. A partir do algoritmo de análise de clusters, identificaram-se dois grupos bem definidos, com base na frequência cardíaca máxima [Grupo A: 104 (IC95% 99 - 109) batimentos por minuto versus Grupo B: 159 (IC95% 155 - 163) batimentos por minuto], frequência respiratória máxima [Grupo A: 33 (IC95% 31 - 35) respirações por minuto versus Grupo B: 50 (IC95% 47 - 53) respirações por minuto] e na temperatura corpórea máxima [Grupo A: 37,4 (IC95% 37,1 - 37,7)ºC versus Grupo B: 39,3 (IC95% 39,1 - 39,5)ºC] durante o tempo de permanência na unidade de terapia intensiva, assim como a proporção entre a pressão parcial de oxigênio no sangue e a fração inspirada de oxigênio quando da admissão à unidade de terapia intensiva [Grupo A: 116 (IC95% 99 - 133) mmHg versus Grupo B: 78 (IC95% 63 - 93) mmHg]. Os subfenótipos foram distintos em termos de perfis inflamatórios, disfunções orgânicas, terapias de suporte, tempo de permanência na unidade de terapia intensiva e mortalidade na unidade de terapia intensiva (com proporção de 4,2 entre os grupos). CONCLUSÃO: Nossos achados, baseados em dados clínicos universalmente disponíveis, revelaram dois subfenótipos distintos, com diferentes evoluções de doença. Estes resultados podem ajudar os profissionais de saúde na alocação de recursos e seleção de pacientes para teste de novas terapias.


Assuntos
COVID-19/fisiopatologia , Cuidados Críticos/métodos , Estado Terminal/terapia , Unidades de Terapia Intensiva , Respiração Artificial/estatística & dados numéricos , Adulto , Idoso , Algoritmos , COVID-19/mortalidade , COVID-19/terapia , Análise por Conglomerados , Estudos de Coortes , Feminino , Humanos , Tempo de Internação , Masculino , Pessoa de Meia-Idade , Seleção de Pacientes , Fenótipo , Taxa Respiratória/fisiologia , Estudos Retrospectivos , Índice de Gravidade de Doença
2.
J Intensive Care Med ; 34(9): 714-722, 2019 Sep.
Artigo em Inglês | MEDLINE | ID: mdl-28569129

RESUMO

OBJECTIVE: Early initiation of renal replacement therapy (RRT) effect on survival and renal recovery of critically ill patients is still uncertain. We aimed to systematically review current evidence comparing outcomes of early versus late initiation of RRT in critically ill patients. METHODS: We searched the Medline (via Pubmed), LILACS, Science Direct, and CENTRAL databases from inception until November 2016 for randomized clinical trials (RCTs) or observational studies comparing early versus late initiation of RRT in critically ill patients. The primary outcome was mortality. Duration of mechanical ventilation, intensive care unit (ICU) length of stay (LOS), hospital LOS, and renal function recovery were secondary outcomes. Meta-analysis and trial sequential analysis (TSA) were used for the primary outcome. RESULTS: Sixty-two studies were retrieved and analyzed, including 11 RCTs. There was no difference in mortality between early and late initiation of RRT among RCTs (odds ratio [OR] = 0.78; 95% confidence interval [CI]: 0.52-1.19; I2 = 63.1%). Trial sequential analysis of mortality across all RCTs achieved futility boundaries at both 1% and 5% type I error rates, although a subgroup analysis of studies including only acute kidney injury patients was not conclusive. There was also no difference in time on mechanical ventilation, ICU and hospital LOS, or renal recovery among studies. Early initiation of RRT was associated with reduced mortality among prospective (OR = 0.69; 95% CI: 0.49-0.96; I2 = 85.9%) and retrospective (OR = 0.61; 95% CI: 0.41-0.92; I2 = 90.9%) observational studies, both with substantial heterogeneity. However, subgroup analysis excluding low-quality observational studies did not achieve statistical significance. CONCLUSION: Pooled analysis of randomized trials indicates early initiation of RRT is not associated with lower mortality rates. The potential benefit of reduced mortality associated with early initiation of RRT was limited to low-quality observational studies.


Assuntos
Estado Terminal/terapia , Terapia de Substituição Renal/métodos , Tempo para o Tratamento , Estado Terminal/mortalidade , Humanos , Mortalidade
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