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1.
Preprint em Português | SciELO Preprints | ID: pps-7906

RESUMO

Food and Nutrition Security (SAN) is the realization of everyone's right to access food in sufficient quantities, quality and regularly, without compromising access to other needs. In view of the increase in food and nutrition insecurity, observed in recent years in Brazil and in the world, concomitant with the disruption of programs and public policies combined with the incentive to promote the right to Food and Nutritional Security (SAN) in Brazil (2019-2022) , and the pandemic context that aggravated this problem, we are currently experiencing alarming levels of Food and Nutrition Insecurity (INSAN), including the serious one that is characterized by hunger, which preferentially affects a certain social class and region in Brazil, North and Northeast. The present study analyzed the food and nutritional security profile of families residing in the rural community of Sítio Laguinha, around a wind farm in the municipality of Caetés, in Pernambuco. This study can be characterized as a mixed descriptive study with a quantitative and qualitative approach, in order to identify the prevalence of food (in)security and the associated factors. A semi-structured questionnaire was used to obtain information on socioeconomic conditions and food consumption in the rural community of Laguinha, as well as the Brazilian Food Insecurity Scale (EBIA) to assess the situation of Food and Nutritional Security. Among the factors associated with the community, the vulnerabilities to which this community is exposed stand out, such as the location in a rural area that is difficult to move around, around a wind farm that brings with it impacts and the pandemic context. The results obtained showed a high prevalence of food and nutritional insecurity (88.4%) at all levels, mild, moderate and severe. Among the factors that may be associated with and aggravate the INSAN situation, we can mention the impact of the wind farm and the pandemic, with all associated socioeconomic impacts. The results obtained in this work bring relevant data about the situation of an invisible community that needs assistance to achieve food and nutritional security, a right established in our constitution. In addition, these data can serve as a basis for the implementation of public policies aimed at the community


A Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) é a realização do direito de todos ao acesso a alimentos em quantidade suficiente, qualidade e regularmente, sem comprometer o acesso a outras necessidades. Diante do aumento da insegurança alimentar e nutricional, observada nos últimos anos no Brasil e no mundo, concomitante com a desestruturação de programas e políticas públicas aliadas ao incentivo à promoção do direito à Segurança Alimentar e Nutricional (SAN) no Brasil (2019-2022), e o contexto pandêmico que agravou esse problema, atualmente vivenciamos índices alarmantes de Insegurança Alimentar e Nutricional (INSAN), incluindo a insegurança grave que se caracteriza pela fome, que afeta preferencialmente uma determinada classe social e região no Brasil, Norte e Nordeste. O presente estudo analisou o perfil da segurança alimentar e nutricional de famílias residentes na comunidade rural do Sítio Laguinha, em torno de um parque eólico no município de Caetés, em Pernambuco. Esse estudo pode ser caracterizado como descritivo misto com abordagem quantitativa e qualitativa, a fim de identificar a prevalência da (in)segurança alimentar e os fatores que a ela se associam. Foram utilizados um questionário semiestruturado para obtenção de informações sobre condições socioeconômicas e de consumo alimentar da comunidade rural de Laguinha bem como a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA) para avaliar a situação de Segurança Alimentar e Nutricional. Dentre os fatores associados à comunidade destaca-se as vulnerabilidades às quais essa comunidade está exposta, como a localização em uma área rural de difícil deslocamento, em torno de um parque eólico que traz consigo impactos e o contexto pandêmico. Os resultados obtidos mostraram alta prevalência de insegurança alimentar e nutricional (88,4%) em todos os níveis, leve, moderada e grave. Dentre os fatores que podem estar associados e agravar a situação de INSAN podemos citar o impacto do parque eólico e a pandemia, com todos impactos socioeconômicos associados. Os resultados obtidos neste trabalho trazem dados relevantes sobre a situação de uma comunidade invisibilizada e que necessita de assistência para alcançar a segurança alimentar e nutricional, um direito estabelecido na nossa constituição. Além disso, esses dados podem servir de base para implementação de políticas públicas voltadas à comunidade.

2.
Mundo saúde (Impr.) ; 48: e15792023, 2024.
Artigo em Inglês, Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1525431

RESUMO

O ingresso em um curso universitário leva a mudanças significativas no estilo de vida e na rotina do estudante, com impacto na prática de atividade física, saúde mental, hábitos de sono e hábitos alimentares. O objetivo do estudo foi verificar o nível de atividade física dos jovens universitários e suas associações com estado de humor, qualidade do sono e consumo alimentar. Trata-se de uma pesquisa de corte transversal, realizada com estudantes universitários do curso de Medicina de uma Instituição de Ensino Superior Pública. Realizou-se avaliação de medidas antropométricas, do nível de atividade física (NAF) por meio do acelerômetro GT3x (Actigraph), do consumo alimentar (inventário de 24h), e utilizando os questionários de BECK e BRUMs / POMS avaliou-se os distúrbios de sono e estado de humor. Utilizando o software SPSS realizou análise comparativa com teste t Student para grupos independentes, análise inferencial de correlação de Pearson e Regressão logística binária. Dos universitários analisados (n=75), 54,7% (n=41) eram do sexo masculino e, quando comparado com as mulheres, apresentaram maior nível de atividade física (NAF). Aproximadamente 1/3 de toda a amostra do estudo realizou menos de 300min de atividade física moderada/vigorosa. O perfil alimentar dos universitários não foi satisfatório. Verificou-se para ambos os sexos o Escore Total de POMS (Profile of Mood States) se associou com universitários que realizam menos de 300min de atividade física por semana. As mulheres têm 65% mais chances de apresentar Escala de Tensão (POMS) quando são menos ativas, e nos homens, a razão de chances é de aproximadamente três vezes maior de apresentar Confusão (BRUMS - Escala de Humor de Brunel). Conclui-se que os estudantes universitários do curso estudado, em sua maioria, foram insuficientemente ativos fisicamente e apresentam algumas alterações no estado de humor, sonolência diurna e um consumo alimentar insatisfatório.


Starting a university course leads to significant changes in the student's lifestyle and routine, with an impact on physical activity, mental health, sleeping habits and eating habits. The objective of the study was to verify the level of physical activity of young university students and its associations with mood, sleep quality and food consumption. This is a cross-sectional survey, carried out with university students studying Medicine at a Public Higher Education Institution. Anthropometric measurements, physical activity level (PAL) were assessed using the GT3x accelerometer (Actigraph), food consumption (24-hour inventory), and using the BECK and BRUMs / POMS questionnaires, health disorders were assessed. sleep and mood. Using SPSS software, comparative analysis was carried out with Student's t test for independent groups, Pearson correlation inferential analysis and binary logistic regression. Of the university students analyzed (n=75), 54.7% (n=41) were male and, when compared to women, they had a higher physical activity level (PAL). Approximately 1/3 of the entire study sample performed less than 300 minutes of moderate/vigorous physical activity. The dietary profile of university students was not satisfactory. For both sexes, the POMS Total Score (Profile of Mood States) was found to be associated with university students who perform less than 300 minutes of physical activity per week. Women are 65% more likely to present with Tension Scale (POMS) when they are less active, and in men, the odds ratio is approximately three times greater for presenting Confusion (BRUMS - Brunel Mood Scale). It is concluded that the majority of university students on the course studied were insufficiently physically active and presented some changes in mood, daytime drowsiness and unsatisfactory food consumption.

3.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 40(2): e00009923, 2024. tab
Artigo em Inglês | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1534116

RESUMO

The habit of eating specific meals has been addressed in several studies, but the evaluation of meal patterns has received less attention. This study aimed to describe the meal patterns of the Brazilian population. A complex sampling design was used to select the 46,164 ≥ 10-year-old individuals examined in the Brazilian National Dietary Survey. Food consumption was assessed by two non-consecutive 24-hour recalls applied throughout a one-week period. The exploratory data analysis approach was used to determine the meal patterns, i.e., how individuals combined the main meals (breakfast, lunch, dinner) and snacks (morning, afternoon, evening/night) throughout the day. The most common meal patterns were three main meals + one snack, reported by 25.1% of the individuals, and three main meals + two snacks (24.6%). Other meal patterns identified were: three main meals + three snacks (18.5%); three main meals and no snacks (10.9%); one or two main meals + two snacks (7.4%); one or two main meals + one snack (6.9%); one or two main meals + three snacks (4.2%); and one or two main meals and no snacks (2.3%). Meal patterns varied according to gender and age group, and on typical versus atypical food consumption days. We found that eight patterns characterized the daily meal consumption in Brazil. Furthermore, around 80% of the population had three main meals every day and about 13% did not report having any snacks. The characterization of meal habits is important for tailoring and targeting health promotion actions.


Os hábitos de consumo de refeições específicas têm sido abordados em diversos estudos, no entanto, a avaliação dos padrões refeições tem recebido menos atenção. O objetivo deste estudo foi descrever os padrões de refeições da população brasileira. Um desenho amostral complexo foi utilizado para selecionar os 46.164 indivíduos de ≥ 10 anos examinados no Inquérito Nacional de Alimentação de 2017-2018. O consumo alimentar foi avaliado por meio de dois recordatórios de 24 horas não consecutivos, aplicados durante um período de uma semana. A análise exploratória de dados foi utilizada para determinar os padrões de refeições, ou seja, como os indivíduos combinam as principais refeições (café da manhã, almoço, jantar) e lanches (manhã, tarde, noite) ao longo do dia. Os padrões de refeições mais frequentes foram três refeições principais + um lanche, conforme relatado por 25,1% dos indivíduos, e três refeições principais + dois lanches (24,6%). Outros padrões de refeições identificados foram: três refeições principais + três lanches (18,5%); três refeições principais e nenhum lanche (10,9%); uma ou duas refeições principais + dois lanches (7,4%); uma ou duas refeições principais + um lanche (6,9%); uma ou duas refeições principais + três lanches (4,2%); e uma ou duas refeições principais e nenhum lanche (2,3%). Os padrões de refeições variaram de acordo com o sexo e a faixa etária, e nos dias típicos em comparação com os atípicos de consumo alimentar. Verificou-se que oito padrões caracterizaram o consumo diário de refeições no Brasil. Além disso, cerca de 80% da população realizava três refeições principais diárias e cerca de 13% reportaram não lanchar. A caracterização dos padrões de refeições é importante para adequar e direcionar ações de promoção da saúde.


Los hábitos alimenticios específicos se han abordado en varios estudios, sin embargo, poco se sabe sobre la evaluación de los patrones de alimentación. El objetivo de este estudio fue describir el patrón de alimentación de la población brasileña. Se utilizó un diseño de muestra complejo para seleccionar a 46.164 individuos de ≥ 10 años quienes participaron en la Encuesta Nacional de Alimentación 2017-2018. El consumo alimentario se evaluó mediante dos registros de 24 horas no consecutivos, aplicados durante una semana. Para determinar el patrón de alimentación, se aplicó el análisis exploratorio, es decir, cómo las personas combinan las comidas principales (desayuno, almuerzo, cena) y las meriendas (mañana, tarde, noche) a lo largo del día. Los patrones de alimentación más frecuentes fueron tres comidas principales + una merienda según informan el 25,1% de los individuos, y tres comidas principales + dos meriendas (24,6%). Otros patrones identificados destacaron tres comidas principales + tres meriendas (18,5%); tres comidas principales sin merienda (10,9%); una o dos comidas principales + dos meriendas (7,4%); una o dos comidas principales + una merienda (6,9%); una o dos comidas principales + tres meriendas (4,2%); y una o dos comidas principales sin merienda (2,3%). Los patrones de alimentación tuvieron una variación según el sexo y el grupo de edad, y en días típicos en comparación con los atípicos de consumo de alimentos. Se encontró que ocho patrones caracterizan el consumo diario de comidas en Brasil. Por lo tanto, aproximadamente el 80% de la población tienen tres comidas principales al día y aproximadamente el 13% informan que no tienen merienda. Es importante caracterizar los patrones de alimentación para adaptar y orientar las acciones de promoción de la salud.

4.
Arch. latinoam. nutr ; 73(supl. 2): 84-91, sept. 2023. tab
Artigo em Português | LILACS, LIVECS | ID: biblio-1537117

RESUMO

Introdução. A COVID-19 impactou a garantia de uma alimentação adequada e saudável, inclusive entre universitários, que parecem constituir um grupo suscetível à Insegurança Alimentar (IA). Objetivo. Verificar a associação entre IA e marcadores de consumo alimentar em universitários durante a pandemia de COVID-19. Materiais e métodos. Estudo transversal com 5407 estudantes de instituições de ensino superior de todas as regiões do Brasil. Os dados foram coletados entre agosto/2020 e fevereiro/2021. O consumo alimentar foi avaliado por marcadores de alimentação saudável utilizados num inquérito nacional de saúde (VIGITEL). Os níveis de IA foram classificados pela Escala Brasileira de Insegurança Alimentar em Segurança Alimentar (SA) e IA leve, moderada e grave. A associação entre IA e marcadores de consumo foi avaliada por meio de regressão logística, considerando frequência semanal de consumo < 3 dias e ≥ 3 dias. Resultados. 37% dos universitários estavam em algum grau de IA. Verificou-se maior chance de baixa frequência de consumo de feijão (OR 1,81), verduras e legumes (OR 4,76), frutas (OR 3,99), lácteos (OR 3,98) e carnes (OR 3,41), e maiores chances de maior consumo de frango (OR 1,14) e ovos (OR 2,04) entre aqueles em IA (p<0,05). Em sua maioria, os valores foram mais expressivos quanto maior o grau de IA. Conclusões. Maiores níveis de IA mostraram-se associados a uma menor chance de consumo alimentar saudável por universitários. Instituições de ensino superior podem executar papéis importantes no combate e assistência à IA nessa população(AU)


Introduction. COVID-19 has impacted access to an adequate and healthy diet, including university students, who seem to constitute a group susceptible to Food Insecurity (FI). Objective. To verify the association between FI and food consumption markers in university students during the COVID-19 pandemic. Materials and Methods. We conducted a cross- sectional study with 5407 students from higher education institutions from all regions of Brazil. Data were collected between August/2020 and February/2021. We evaluated food consumption using the healthy eating markers from a Brazilian national health survey (VIGITEL). We classified the FI levels according to the Brazilian Food Insecurity Scale into Food Security (FS) and mild, moderate, and severe FI. We evaluated the association between FI and consumption markers using logistic regression, considering the weekly frequency of consumption of < 3 days and ≥ 3 days. Results. 37% of the university students had in some degree of FI. We found a greater chance of lower frequency of consumption of beans (OR 1.81), vegetables (OR 4.76), fruits (OR 3.99), dairy products (OR 3.98), and meat (OR 3. 41), and greater chances of increased consumption of chicken (OR 1.14) and eggs (OR 2.04) among those in FI (p<0.05). Overall, the values were more expressive the higher the degree of FI. Conclusions. Higher FI levels were associated with a lower chance of healthy food consumption in university students. Higher education institutions can play a relevant role in addressing and administering the FI in this population(AU)


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Adolescente , Adulto , Ingestão de Alimentos , Insegurança Alimentar
5.
Rev. baiana saúde pública ; 47(2): 123-143, 20230808.
Artigo em Português | LILACS | ID: biblio-1451801

RESUMO

A alimentação tem efeitos diretos na saúde do binômio mãe-filho, bem como nos desfechos da gravidez, o que torna necessária a análise do consumo alimentar durante a gestação, principalmente considerando as mudanças nos hábitos alimentares ocorridas nas últimas décadas. O objetivo deste estudo foi analisar o consumo alimentar de gestantes atendidas pela Estratégia Saúde da Família, segundo o grau de processamento e a adequação de macro e micronutrientes. Trata-se de um estudo de corte transversal realizado com 239 gestantes atendidas pela Estratégia Saúde da Família durante o pré-natal. A análise do consumo alimentar foi feita utilizando o questionário de frequência alimentar reduzido, considerando a classificação NOVA. Foram calculados média e desvio padrão, com intervalo de confiança de 95%, porcentagem de contribuição de energia, macro e micronutrientes e adequação aos níveis de consumo recomendados. A maior contribuição energética e de nutrientes derivou de alimentos processados (59%), a maioria das gestantes apresentou elevado consumo de sódio (76,15%), e a contribuição de energia proveniente de alimentos in natura ou minimamente processados (20,3%) e ultraprocessados (20,1%) alcançou valores aproximados. O consumo de proteínas (86,19%), carboidratos (91,63%), fibras (71,55%), sódio (76,15%), zinco (58,16%), magnésio (64,44%), vitaminas A (80,75%), D (52,3%), B12 (69,87%), B9 (51,46%) e C (95,82%) foi acima do recomendado. Houve maior prevalência de consumo de alimentos processados, embora a ingestão de alimentos in natura ou minimamente processados e ultraprocessados tenha atingido níveis aproximados. O consumo de macronutrientes foi inadequado, assim como da maioria dos micronutrientes, segundo as recomendações para gestantes.


Eating has direct effects on the health of the mother-child binomial, as well as on pregnancy outcomes, which makes it necessary to analyze food intake during pregnancy, especially considering the changes in eating habits that have occurred in recent decades. This study aimed to analyze the food intake of pregnant women assisted by the Family Health Strategy according to the degree of processing and the adequacy of macronutrients and micronutrients. This is a cross-sectional study conducted with 239 pregnant women assisted by the Family Health Strategy during prenatal care. The food consumption analysis was done using the reduced food frequency questionnaire, considering the NOVA classification. Mean and standard deviation, with 95% confidence interval, percentage of energy, macronutrients and micronutrients contribution, and adequacy to the recommended consumption levels were calculated. The highest energy and nutrient contribution was derived from processed foods (59%), most pregnant women presented high sodium intake (76.15%), and the energy contribution from in natura or minimally processed (20.3%) and ultra-processed (20.1%) foods reached approximate values. The consumption of proteins (86.19%), carbohydrates (91.63%), fibers (71.55%), sodium (76.15%), zinc (58.16%), magnesium (64.44%), vitamins A (80.75%), D (52.3%), B12 (69.87%), B9 (51.46%), and C (95.82%) was above the recommendations. Higher prevalence of consumption of processed foods was observed, despite the ingestion of in natura or minimally processed and ultraprocessed foods reaching approximate levels. The consumption of macronutrients was inadequate, as well as most micronutrients, according to the recommendations for pregnant women.


La alimentación tiene efectos directos sobre la salud del binomio madre-hijo, así como sobre los resultados del embarazo, lo que hace necesario analizar el consumo de alimentos durante el embarazo, principalmente por los cambios en los hábitos alimentarios ocurridos en las últimas décadas. El objetivo de este estudio es analizar el consumo de alimentos por las mujeres embarazadas atendidas en la Estrategia Salud Familiar según el grado de elaboración y adecuación de macronutrientes y de micronutrientes. Este es un estudio transversal, realizado con 239 mujeres embarazadas atendidas por la Estrategia Salud Familiar durante el prenatal. El análisis del consumo de alimentos se realizó mediante un cuestionario de frecuencia alimentaria reducida, considerando la clasificación NOVA. Se calcularon la media y la desviación estándar con un intervalo de confianza del 95%, el aporte porcentual de energía, macronutrientes y micronutrientes y la adecuación a los niveles de ingesta recomendados. El mayor aporte de energía y de nutrientes se derivó de los alimentos procesados (59%), la mayoría de las embarazadas presentaron alto consumo de sodio (76,15), y el aporte de energía de los alimentos in natura o mínimamente procesados (20,3%) y ultraprocesados (20,1%) alcanzó valores aproximados. El consumo de proteínas (86,19%), carbohidratos (91,63%), fibras (71,55%), sodio (76,15%), zinc (58,16%), magnesio (64,44%), vitaminas A (80,75%), D (52,3%), B12 (69,87%), B9 (51,46%) y C (95,82%) estuvo por encima de las recomendaciones. Hubo una mayor prevalencia de consumo de alimentos procesados, aunque la ingesta de alimentos in natura o mínimamente procesados y ultraprocesados alcanzaron niveles aproximados. El consumo de macronutrientes resultó ser inadecuado, así como la mayoría de los micronutrientes recomendados para embarazadas.

6.
Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 28(7): 1927-1936, jul. 2023. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1447838

RESUMO

Abstract The aim of this study was to analyze the association between adherence to school meals and the co-occurrence of the regular consumption of healthy and unhealthy eating markers among Brazilian adolescents. Data from 67,881 adolescents in Brazilian public schools who participated in the 2015 National School Health Survey, were used. From the 7-day FFQ, the dependent variable was constructed, co-occurrence of regular consumption (≥ 5x/week) of healthy and unhealthy food markers, which was categorized as regular consumption of none, one or two, or three eating markers. We performed an ordinal logistic regression with adjustment for sociodemographic, eating habits outside of school, and school characteristics variables. The prevalence of the co-occurrence of the regular consumption of three healthy eating markers was 14.5%, and that of three unhealthy markers was 4.9%. High adherence to school meals (every day) was positively associated with regular consumption of healthy eating markers and inversely associated with regular consumption of unhealthy eating markers. The school meals provided by PNAE contribute to the promotion of healthy eating habits among Brazilian adolescents.


Resumo Este estudo tem como objetivo analisar a associação entre a adesão à alimentação escolar e a coocorrência do consumo regular de marcadores de alimentação saudável e não saudável entre adolescentes brasileiros. Foram avaliados 67.881 adolescentes de escolas públicas brasileiras participantes da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) de 2015. A partir do QFA de sete dias, construiu-se a variável dependente, coocorrência do consumo regular (≥ 5x/semana) de marcadores de alimentação saudável e não saudável, que foi categorizada em consumo regular de nenhum; um ou dois; ou três marcadores de alimentação. Realizou-se regressão logística ordinal com ajuste para variáveis sociodemográficas, hábitos alimentares fora da escola e características da escola. A prevalência da coocorrência do consumo regular de três marcadores de alimentação saudável foi de 14,5%, e de três marcadores de alimentação não saudável foi de 4,9%. A alta adesão à alimentação escolar (todos os dias) foi positivamente associada ao consumo regular de marcadores de alimentação saudável e inversamente associada ao consumo regular de marcadores de alimentação não saudável. A alimentação escolar fornecida pelo PNAE contribui para a promoção de hábitos alimentares saudáveis entre os adolescentes brasileiros.

7.
Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 28(7): 1891-1902, jul. 2023. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1447859

RESUMO

Abstract This cross-sectional study aimed to evaluate the association between food consumption (meat, fish, and fruits and vegetables), anthropometric indicators (body mass index, waist circumference, and waist-to-height ratio), and frailty; and to verify whether these associations vary with edentulism. We used data from 8,629 participants of the Brazilian Longitudinal Study of Aging (ELSI-Brazil) (2015-16). Frailty was defined by unintentional weight loss, weakness, slow walking speed, exhaustion, and low physical activity. Statistical analyses included multinomial logistic regression. Of the participants, 9% were frail and 54% pre-frail. Non-regular meat consumption was positively associated with pre-frailty and frailty. Non-regular fish consumption, and underweight were associated only with frailty. Models with interactions reveled a marginal interaction between meat consumption and edentulism (p-value = 0.051). After stratification, non-regular meat consumption remained associated with frailty only in edentulous individuals (OR = 1.97; 95%CI 1.27-3.04). Our results highlight the importance of nutritional assessment, oral health, and public health-promoting policies to avoid, delay and/or reverse frailty in older adults.


Resumo Este estudo transversal teve como objetivo avaliar a associação entre consumo alimentar (carnes, peixe e frutas e hortaliças), indicadores antropométricos (índice de massa corporal, circunferência da cintura e relação cintura/estatura) e fragilidade; e verificar se essas associações variam com o edentulismo. Usamos dados de 8.629 participantes do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil) (2015-16). A fragilidade foi definida por perda de peso não intencional, fraqueza, baixa velocidade da marcha, exaustão e baixa atividade física. As análises estatísticas incluíram regressão logística multinomial. Dos participantes, 9% eram frágeis e 54% pré-frágeis. O consumo não regular de carnes foi positivamente associado à pré-fragilidade e fragilidade. O consumo não regular de peixe e o baixo peso foram associados apenas à fragilidade. Modelos com interações revelaram uma interação marginal entre consumo de carnes e edentulismo (p-valor = 0,051). Após estratificação, o consumo não regular de carnes permaneceu associado à fragilidade apenas em indivíduos edêntulos (OR = 1,97; IC95% 1,27-3,04). Nossos resultados destacam a importância da avaliação nutricional, saúde bucal e políticas públicas de promoção da saúde para evitar, retardar e/ou reverter a fragilidade em adultos mais velhos.

8.
Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 28(4): 1219-1228, abr. 2023. tab, graf
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1430180

RESUMO

Resumo A alimentação adequada tem profundo impacto na saúde dos idosos, e uma especial atenção deve ser dada ao consumo de açúcares de adição na dieta, que em excesso está associado a pior controle das doenças crônicas nesta fase. O objetivo do estudo foi avaliar a prevalência do consumo de açúcares de adição de idosos da região de Campinas-SP, seus fatores associados e suas principais fontes alimentares. Trata-se de estudo transversal realizado na região de Campinas-SP, com amostra de conveniência de 586 idosos. O consumo foi obtido por meio de dois recordatórios de 24 horas, sendo inadequado se >5% do consumo energético total. Também foi calculada a contribuição dos alimentos em relação ao teor total de açúcares. Considerou-se nível crítico de p<0,05. O consumo médio de açúcares de adição estava acima do recomendado (7,0%), inadequado em mais da metade da população estudada, sendo o açúcar de mesa e o mel as principais fontes dietéticas. A prevalência de inadequação do consumo foi maior entre mulheres (69,8%; p=0,004) e em indivíduos com baixo peso (83,7%; p=0,014), e o consumo foi menor em portadores de diabetes (47,8%; p<0,001). Os resultados apontam para que sejam elaboradas ações de saúde e nutrição a fim de garantir um consumo adequado de açúcares nesta fase.


Abstract Adequate nutrition has a profound impact on older adults' health. Therefore, special attention should be given to the dietetic intake of added sugars, which in excess is associated with poorer control of chronic diseases in this phase. The aim of the study was to evaluate the prevalence of consumption of added sugars in older adults in the Campinas-SP region, its associated factors, and its main dietary sources. A cross-sectional study was conducted in the region of Campinas-SP, with a convenience sample of 586 older individuals. Intake was obtained using two 24-hour food recalls, and values >5% of total energy consumption were considered inadequate. The contribution of the groups and foods in relation to the total content of sugars was also calculated. A critical level of p<0.05 was considered. The average intake of added sugars was higher than recommended (7.0%), and this inadequacy was observed in more than half of the sample, being table sugar and honey the main dietary sources. The prevalence of inadequate consumption was higher among women (69.8%; p=0.004) and individuals with low weight (83.7%; p=0.014), and lower in those with diabetes (47.8%; p<0.001). Results indicate that health and nutrition actions should be developed to ensure adequate sugar intake at this stage.

9.
Saude e pesqui. (Impr.) ; 16(1): e-11128, jan.-mar. 2023.
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1438103

RESUMO

Este estudo teve o objetivo de verificar a prevalência de sarcopenia em idosos e sua associação com a ingestão de nutrientes dietéticos. Estudo quantitativo, transversal e analítico desenvolvido com 114 idosos adscritos em uma Unidade Básica de Saúde localizada em Mossoró (RN). A coleta foi realizada por meio de um questionário sociodemográfico, inquérito dietético, avaliação nutricional e antropométrica. Para determinação da sarcopenia, utilizou-se testes como o Timed up and go, de preensão manual e equação preditiva de massa muscular esquelética. Identificou-se prevalência de sarcopenia de 26,32%, concomitante à presença de depleção de massa muscular, baixo peso, fator de risco aumentado com o avançar da idade e desempenho físico inadequado. Constatou-se que a chance dos idosos com idade até 70 anos apresentar sarcopenia diminuiu em 73%, contraposto aos com idade acima de 70 anos e que as chances dos usuários com Timed up and go adequado apresentarem a doença diminui em 75% comparada aos participantes que apresentaram inadequação no desempenho físico. Verificou-se que os idosos sarcopênicos consu-miam quantidades reduzidas de muitos micronutrientes, como: vitamina D, E, C, B2, B3, B12, magnésio, selênio e zinco, além de apresentarem dieta inadequada em energia e proteínas, comparados aos não sarcopênicos. Ressalta-se a necessidade da expansão de conhecimentos sobre alimentação, prevenção e tratamento da sarcopenia.


This study aimed to verify the prevalence of sarcopenia in the elderly and its association with dietary nutrient intake. Quantitative, cross-sectional and analytical study developed with 114 elderly enrolled in a Basic Health Unit located in Mossoró (RN). Data were collected using a sociodemographic question-naire, dietary survey, nutritional and anthropometric assessment. To determine sarcopenia, tests such as Timed up and go, handgrip and predictive equation of skeletal muscle mass were used. A prevalence of sarcopenia of 26.32% was identified, concomitant with the presence of muscle mass depletion, low weight, increased risk factor with advancing age and inadequate physical performance. It was found that the chance of elderly people aged up to 70 years to present sarcopenia decreased by 73%, compared to those aged over 70 years and that the chances of users with adequate Timed up and go to present the disease decreased by 75% compared to participants who showed inadequate physical performance. It was found that sarcopenic elderly consumed reduced amounts of many micronutrients, such as: vitamin D, E, C, B2, B3, B12, magnesium, selenium and zinc, in addition to having an inadequate diet in terms of energy and protein, compared to non-sarcopenic individuals. It emphasizes the need to expand knowledge about food, prevention and treatment of sarcopenia.

10.
Saude e pesqui. (Impr.) ; 16(1): e-11202, jan.-mar. 2023.
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1438124

RESUMO

Analisar a situação da alimentação de crianças atendidas nos serviços de Atenção Primária à Saúde. Os dados foram provenientes dos relatórios públicos do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional, referentes ao consumo alimentar de crianças de 5 a 9 anos de idade, assistidas pela Atenção Primária à Saúde do estado de Minas Gerais, entre 2015 a 2019. Os dados foram apresentados em percentual, variação percentual média e pontos percentuais, obtidos por meio da regressão linear simples. O consumo alimentar de 120.666 crianças caracterizou-se inadequado, com crescente tendência no hábito de realizar as refeições assistindo à televisão, em ambos os sexos (p = 0,045 para o sexo feminino, p = 0,008 no sexo masculino). Faz-se necessária maior atenção à população estudada para promoção de alimentação adequada e saudável, incluindo o cuidado multiprofissional, na rede de Atenção Primária à Saúde.


To analyze the dietary situation of children assisted in Primary Health Care services. Data originated from public reports from the Food and Nutritional Surveillance System, referring to the food consumption of children aged 5 to 9 years old and assisted by Primary Health Care in the state of Minas Gerais between 2015 and 2019. Data was presented in percentage, average percentage variation, and percentage points, found using a simple linear regression. The food intake of 120,666 children was characterized as inadequate, with a growing tendency towards the habit of having meals while watching television in both sexes (p=0.045 for females, p=0.008 for males). Greater focus on the population studied here is necessary to promote adequate and healthy eating in children, including the provision of multidisciplinary care in the Primary Health Care network.

11.
Estud. interdiscip. envelhec ; v. 27(n. 1 (2022)): 181-198, jan.2023. tab
Artigo em Português | LILACS, Index Psicologia - Periódicos | ID: biblio-1426844

RESUMO

O Estado Nutricional (EN) exerce grande influência na morbimortalidade de idosos institucionalizados, e a sua avaliação permite definir uma intervenção nutricional individualizada. Esse estudo objetivou avaliar o estado nutricional e o consumo alimentar de idosos residentes de uma instituição de longa permanência. Trata-se de um estudo transversal, realizado com 37 idosos institucionalizados residentes, no ano de 2019. O EN foi avaliado pelo questionário da Mini Avaliação Nutricional (MAN). O consumo alimentar foi obtido através da pesagem total dos alimentos, verificando sua adequação de acordo com as recomendações para idade. As diferenças entre variáveis foram testadas por meio do teste t de Student e o teste de Mann-Whitney. As associações entre variáveis foram investigadas com auxílio dos coeficientes de correlação de Pearson e Spearman. As prevalências de desnutrição e risco de desnutrição nos idosos foram de 21,6% e 73%, respectivamente. O Índice de Massa Corporal (IMC) demonstrou predominância de baixo peso nos homens (38,9%) e sobrepeso nas mulheres (47,4%). Foi encontrado consumo excessivo de carboidratos e proteínas na população, sendo que, a ingestão de energia, proteínas e lipídios foi superior entre o grupo masculino. A circunferência do braço (p= 0,007), necessidade energética estimada (p= 0,049) e IMC (p <0,001) foram associados positivamente com a MAN. Os resultados demonstraram que, esses idosos são caracterizados por alto risco nutricional associado a alterações na composição corporal, e inadequações nutricionais. Sugerindo que, independente do consumo alimentar estar adequado em quantidade, não foi suficiente para prevenir o quadro de desnutrição nos idosos institucionalizados.(AU)


The Nutritional Status (NS) has a great influence on the morbidity and mortality of institutionalized elderly, and its evaluation allows to define of an individualized nutritional intervention. This study aimed to assess the nutritional status and food consumption of elderly residents of a long-term institution. This is a cross-sectional study carried out with 37 institutionalized elderly residents in 2019. The NS was assessed by the Mini Nutritional Assessment (MNA) questionnaire. Dietary intake was obtained through total weighing of the food, checking its adequacy according to the recommendations for age. Differences between variables were tested using the Student's t-test and the Mann-Whitney test. Associations between variables were investigated with the aid of Pearson and Spearman correlation coefficients. The prevalence of malnutrition and risk of malnutrition in the elderly was 21.6% and 73%, respectively. The Body Mass Index (BMI) showed a predominance of low weight in men (38.9%) and overweight in women (47.4%). Excessive consumption of carbohydrates and proteins was found in the population, and the intake of energy, proteins, and lipids was higher among the male group. Arm circumference (p = 0.007), estimated energy requirement (p = 0.049) and BMI (p <0.001) were positively associated with MAN. The results demonstrate that these elderly people are characterized by the high nutritional risk associated with changes in body composition, and nutritional inadequacies. Suggesting that, regardless of whether food intake was adequate in quantity, it was not enough to prevent malnutrition in institutionalized elderly.(AU)


Assuntos
Idoso , Avaliação Nutricional , Estado Nutricional , Ingestão de Alimentos , Saúde do Idoso Institucionalizado
12.
Ciênc. Saúde Colet. (Impr.) ; 28(1): 243-255, jan. 2023. tab
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1421148

RESUMO

Resumo O consumo excessivo de carnes, em especial as vermelhas e processadas, está associado ao aumento da morbi-mortalidade. O padrão de consumo de carnes varia no Brasil e no mundo influenciado por fatores econômicos e culturais. O estudo buscou analisar o consumo de carnes por adultos e idosos de uma cidade de colonização alemã do sul do Brasil. Trata-se de estudo populacional seccional. Foram coletados dados sociodemográficas e de consumo de carne por Questionário de Frequência Alimentar previamente validado. Foram analisadas as frequências, e as quantidades por tipo de carne e processamento. A associação entre o consumo excessivo de carne e as variáveis de estudo foi estimada por Razão de Prevalência. Entre os 1.941 participantes, a média de carne consumida foi de 250 g/dia, sendo a carne não processada branca (138 g/dia) a mais consumida, com destaque para as aves (80 g/dia). A prevalência de consumo excessivo de carne vermelha e processada (mais que 500 g/semana) foi de 63%, principalmente entre os homens (RP=1,6; IC95% 1,5-1,8), de 20 a 29 anos (RP=1,4; IC95% 1,2-1,5), e mais alta classe econômica (RP=1,2; IC95% 1,0-1,3). O consumo excessivo de carne vermelha e processada entre homens jovens de classe econômica alta deve ser alvo de ações de saúde pública para a adequação no consumo alimentar.


Abstract Excessive meat consumption, especially red and processed meats, is associated with increased morbidity and mortality. The pattern of meat consumption varies in Brazil and is influenced by economic and cultural factors in the world. The study aimed to analyze the consumption of meat by adults and the elderly in a city colonized by Germans in the south of Brazil. It involved a cross-sectional population study. Sociodemographic and meat consumption data were collected using a previously validated Food Frequency Questionnaire. Frequencies and amounts were analyzed by type of meat and processing. The association between excessive meat consumption and the study variables was estimated by Prevalence Ratio. Among the 1,941 participants, the average amount of meat consumed was 250 g/day, the most consumed being white unprocessed meat (138 g/day), especially poultry (80 g/day). The prevalence of excessive consumption of red and processed meat (more than 500 g/week) was 63%, mainly among men (PR=1.6; 95%CI 1.5-1.8), aged 20 to 29 years (PR=1.4; 95%CI 1.2-1.5), and higher economic class (PR=1.2; 95%CI 1.0-1.3). Excessive consumption of red and processed meat among young men of upper economic class should be the target of public health actions for the adequacy of food consumption.

13.
Cad. saúde colet., (Rio J.) ; 31(3): e31030189, 2023. tab
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1513944

RESUMO

Resumo Introdução A rotulagem de alimentos é uma importante ferramenta de promoção da saúde e de escolhas alimentares saudáveis. Objetivo Estimar a prevalência do hábito de verificar os rótulos de alimentos e fatores associados em adolescentes e adultos, bem como identificar as informações observadas nos rótulos. Método Estudo transversal de base populacional com amostra probabilística por conglomerados em dois estágios, realizado em Campinas/SP (n = 1.792, 10-59 anos). Foram estimadas razões de prevalência e os respectivos intervalos de confiança de 95% e foi desenvolvido modelo de regressão múltipla de Poisson. Resultados A prevalência do hábito de verificar os rótulos de alimentos foi de 49,4% (IC95%: 45,2-53,6). As prevalências foram superiores no sexo feminino, nos adultos, em indivíduos com maior renda, com maior frequência semanal de consumo de frutas, hortaliças cruas, alimentos integrais, com menor frequência de consumo de refrigerantes e que tinham se pesado há menos de um mês. Data de validade, calorias, sódio e gordura foram as informações mais buscadas nos rótulos. Conclusão Os resultados destacam a necessidade de orientar e estimular o uso da rotulagem nutricional, identificam os segmentos prioritários e contribuem para preencher uma das lacunas científicas brasileiras sobre a prevalência de consulta aos rótulos de alimentos e fatores associados.


Abstract Background Food labeling is an important tool for encouraging health and healthy food choices. Objective To estimate the prevalence of food label consultation and associated factors in adolescents and adults, and to identify the information taken from food labels. Method Cross-sectional study with data from population-based surveys with a probabilistic sample, by clusters and in two-stages, conducted in Campinas, São Paulo, Brazil (n=1.792, 10-59 years). Prevalence ratios and respective 95% confidence intervals were estimated and a Poisson multiple regression model was developed. Results 1,792 individuals aged 10 to 59 years participated in the study. The prevalence of reading food labels was 49.4% (95%CI: 45.2-53.6) for the whole population. Prevalence was higher in females, adults, in those with higher income, with more frequent weekly consumption of fruits, raw vegetables, and whole foods, with less frequent consumption of soft drinks, and those who had weighed themselves less than a month ago. Expiration date, calories, sodium and fat were the most searched for information on food labels. Conclusion The results highlight a need to guide and encourage the use of nutrition labeling, identify priority segments and help to fill a scientific gap in Brazil regarding the prevalence of food label consultation and associated factors.

14.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 39(12): e00247222, 2023. tab, graf
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1528197

RESUMO

Resumo: O objetivo deste estudo foi investigar a relação entre a adesão à dieta planetária com a situação de segurança alimentar e nutricional e renda familiar per capita, utilizando amostra representativa da população brasileira. Entre os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) de 2017-2018, os indicadores de desigualdade selecionados para a análise foram as informações sobre renda familiar per capita e segurança alimentar e nutricional. Também foram considerados dados de consumo alimentar individual de 46.164 brasileiros com idade ≥ 10 anos, obtidos por meio de recordatórios alimentares de 24 horas, no Inquérito Nacional de Alimentação, conduzido junto à POF 2017-2018. O Índice de Dieta Planetária (PHDI) foi empregado para mensurar a adesão à dieta planetária. Dados sociodemográficos foram expressos como frequência (%), com análise da média e intervalo de 95% de confiança (IC95%) do escore do PHDI. A relação entre segurança alimentar e nutricional e renda com o escore do PHDI foi testada em modelos de regressão linear múltipla. Os cálculos foram executados no software Stata, adotando uma significância de 5%. Menores médias do PHDI foram observadas entre indivíduos em insegurança alimentar, do sexo masculino, < 20 anos, pardos e indígenas, com renda < 0,5 salário mínimo, domiciliados na zona rural e das regiões Norte e Nordeste. Na regressão linear múltipla, a insegurança alimentar foi inversamente relacionada ao escore do PHDI (ꞵ = -0,56; IC95%: -1,06; -0,06), sendo as menores pontuações associadas à insegurança alimentar grave (β = -1,31; IC95%: -2,19; -0,55). As categorias de renda não foram independentemente associadas com o escore PHDI (p de tendência = 0,900). Portanto, a insegurança alimentar demonstrou afetar negativamente a adesão dos brasileiros à dieta planetária.


Resumen: El objetivo de este estudio fue investigar la relación entre la adherencia a la dieta planetaria con la situación de seguridad alimentaria y nutricional y el ingreso familiar per cápita en un estudio con una muestra representativa de la población brasileña. Entre los datos de la Encuesta de Presupuestos Familiares (POF) 2017-2018, los indicadores de desigualdad seleccionados para el análisis fueron la información sobre el ingreso familiar per cápita y la seguridad alimentaria y nutricional. También se utilizaron los datos de consumo alimentario individual de 46.164 brasileños ≥ 10 años, obtenidos mediante registros de alimentos de 24 horas, en la Encuesta Nacional Alimentaria, realizada con POF 2017-2018. Se utilizó el Índice de Dieta Planetaria (PHDI) para medir la adherencia a la dieta planetaria. Los datos sociodemográficos se expresaron como frecuencia (%), con análisis de la media e intervalo de 95% de confianza (IC95%) de la puntuación del PHDI. La relación entre el seguridad alimentaria y nutricional y los ingresos con la puntuación del PHDI se probó en modelos de regresión lineal múltiple. Los cálculos se realizaron en el software Stata, con el nivel de significación del 5%. Se observaron medias más bajas del PHDI entre individuos con inseguridad alimentaria, hombres, < 20 años, pardos e indígenas, con ingresos < 0,5 salario mínimo, residentes en zonas rurales y en las regiones Norte y Nordeste de Brasil. En la regresión lineal múltiple, la inseguridad alimentaria se relacionó inversamente con la puntuación del PHDI (ꞵ = -0,56; IC95%: -1,06; -0,06), y las puntuaciones más bajas estaban asociadas con la inseguridad alimentaria grave (β = -1,31; IC95%: -2,19; -0,55). Las categorías de ingresos no se asociaron de forma independiente con la puntuación PHDI (p de tendencia = 0,900). Por lo tanto, la inseguridad alimentaria afecta negativamente la adherencia de los brasileños a la dieta planetaria.


Abstract: This study aimed to investigate the relation of adherence to the planetary diet with food and nutrition security status and per capita household income in a study with a representative sample of the Brazilian population. Among the data from the 2017-2018 Brazilian Household Budgets Survey (POF), the inequality indicators selected for the analysis were data on per capita household income and food and nutrition security. We also considered data on the individual food consumption of 46,164 Brazilians aged ≥ 10 years, obtained through 24-hour dietary recalls, in the National Food Survey, conducted with the POF 2017-2018. The Planetary Health Diet Index (PHDI) was used to measure adherence to the planetary diet. Sociodemographic data were expressed as frequency (%), with analysis of the mean and 95% confidence interval (95%CI) of the PHDI score. The relation of food and nutrition security and income with the PHDI score was tested in multiple linear regression models. The calculations were performed in the Stata software, adopting a 5% significance. Lower PHDI means were observed among food insecure individuals, male, < 20 years old, mixed-race and indigenous, with income < 0.5 minimum wage, residing in rural areas and in the North and Northeast regions. In the multiple linear regression, food insecurity was inversely related to PHDI score (ꞵ = -0.56; 95%CI: -1.06; -0.06), with the lowest scores associated with severe food insecurity (β = -1.31; 95%CI: -2.19; -0.55). Income categories were not independently associated to PHDI score (p-trend = 0.900). Therefore, food insecurity has been shown to negatively affect Brazilians' adherence to the planetary diet.

15.
Artigo em Inglês | LILACS | ID: biblio-1523836

RESUMO

OBJECTIVE: Daily fruit and vegetable consumption is a critical factor in health, especially aging. This study aimed to evaluate the association between socioeconomic factors and daily fruit and vegetable consumption in men and women aged ≥ 50 years. METHODS: This cross-sectional study used 2015-2016 data from the Brazilian longitudinal study of aging (ELSI-Brazil), which included 8665 individuals aged ≥ 50 years. Daily fruit and vegetable consumption was the dependent variable, and income, education, sex, age, and race were the independent variables. Associations between fruit and vegetable consumption and the independent variables were determined using Poisson regression. RESULTS: Individuals who had completed higher education (OR 2.40; 95% CI 2.07-2.78), whose income was > 3 times the minimum wage (OR 2.42; 95% CI 2.18-2.68), and those aged > 80 years (OR 1.44; 95% CI 1.27-1.63) were more likely to consume fruits and vegetables. However, men (OR 0.63; 95% CI 0.58-0.67), Blacks (OR 0.74; 95% CI 0.65-0.84), and people of mixed race (OR 0.68; 95% CI 0.63-0.73), were less likely to consume fruits and vegetables. CONCLUSIONS: The results show inequality in fruit and vegetable consumption among people aged ≥ 50 years, which was lower among men, people of Black or mixed race, people with low income and education, and those with younger age. Interventions are needed to promote fruit and vegetable consumption, and thus healthy aging, among these groups


OBJETIVO: O consumo diário de frutas, legumes e verduras (FLV) é um fator primordial à saúde, especialmente no envelhecimento. Este estudo teve o objetivo de avaliar a associação entre fatores socioeconômicos e o consumo diário de FLV em pessoas com idade de ≥ 50 anos, de ambos os sexos. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo transversal, com dados do ELSI-Brasil 2015 - 2016, realizado com 8.665 indivíduos com idade acima de 50 anos. O consumo diário de FLV foi a variável dependente e renda, escolaridade, sexo, idade e cor de pele foram as variáveis independentes. A regressão de Poisson foi usada para verificar a associação entre o consumo de FVL e as variáveis independentes. RESULTADOS: Indivíduos que possuíam ensino superior (odds ratio ­ OR 2,40; intervalo de confiança ­ IC95% 2,07 - 2,78), que recebiam mais que três salários-mínimos (OR 2,42; IC95% 2,18 - 2,68) e com idade superior a 80 anos (OR 1,44; IC95% 1,27 - 1,63) tinham maior probabilidade de consumir FLV. Por outro lado, homens (OR 0,63; IC95% 0,58 - 0,67) de cor de pele parda (OR 0,68; IC95% 0,63 - 0,73) e preta (OR 0,74; IC95% 0,65 - 0,84) tiveram menor chance de consumo de FVL. CONCLUSÕES: Os resultados revelam desigualdades no consumo de FLV entre pessoas com idade acima de 50 anos, com maior magnitude entre os com baixa renda, baixa escolaridade, menor idade, sexo masculino e cor de pele parda e preta, demonstrando, assim, a necessidade de estratégias de intervenção para aumentar o consumo desses alimentos, buscando a promoção do envelhecimento saudável


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Pessoa de Meia-Idade , Idoso , Idoso de 80 Anos ou mais , Verduras , Dieta , Comportamento Alimentar , Frutas , Fatores Socioeconômicos , Estudos Transversais
16.
Demetra (Rio J.) ; 18: 67882, 2023. ^etab ilus
Artigo em Inglês, Português | LILACS | ID: biblio-1518644

RESUMO

Objetivo: Avaliar os marcadores de consumo alimentar e a diversidade alimentar mínima em lactentes de 12 meses de vida expostos a diferentes métodos de introdução alimentar. Métodos: Ensaio clínico randomizado com pares mãe-lactente submetidos à intervenção sobre introdução alimentar em três métodos: Método tradicional (MT), Baby-led Introduction to SolidS (BLISS) e misto (combinação das duas técnicas). Os marcadores de consumo alimentar foram avaliados por questionário online aos 12 meses com base nos alimentos consumidos no dia anterior, utilizando os marcadores de consumo alimentar para menores de 2 anos do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional. O estudo foi aprovado no comitê de ética. Resultados: Aos 12 meses foram avaliadas 136 crianças: 45 alocadas no MT, 48 no BLISS e 43 no misto. Os alimentos com maior prevalência de consumo foram: leite materno103 (75,7%), frutas, legumes e verduras 122 (89,7%), carnes ou ovos 135 (99,3%), feijão 115 (84,6%), cereais ou tubérculos 135 (99,3%). Alimentos ultraprocessados que estiveram presentes na dieta dos lactentes foram hambúrguer ou salsichas 3 (2,2%), bebidas açucaradas 2 (1,5%), macarrão instantâneo 4 (2,9%) e biscoito recheado 2 (1,5%).Não foram encontradas diferenças entre os métodos de introdução da alimentação complementar. A diversidade alimentar mínima esteve presente na alimentação de 22 lactentes (16,2%), sendo: 6 (13,3%) no MT, 8 (16,7%) no BLISS e 8 (18,6%) no misto (p=0,793). Conclusão: Leite materno,frutas, legumes e verduras, carne, feijão e arroz estiveram presentes na alimentação da maioria dos lactentes; no entanto, a prevalência de diversidade alimentar mínima foi baixa.O consumo de alimentos ultraprocessados também esteve presente na alimentação dos lactentes. Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos (ReBEC) identificação RBR-229scm.


Objective: To evaluate food consumption markers and minimum dietary diversity in 12-month-old infants exposed to different methods of food introduction. Methods: A randomized clinical trial with mother-infant pairs undergoing intervention on food introduction in three methods: Parent-Led Weaning (PLW), Baby-Led Introduction to SolidS (BLISS), and mixed (combination of the two techniques). Food consumption markers were evaluated by an online questionnaire at 12 months based on food consumed the previous day, using food consumption markers for children under 2 years of the Food and Nutrition Surveillance System. The study was approved by the ethics committee. Results: At 12 months, 136 children were evaluated: 45 allocated to PLW, 48 to BLISS, and 43 to mixed. The foods with the highest prevalence of consumption were breast milk 103 (75.7%), vegetables 122 (89.7%), meat 135 (99.3%), beans 115 (84.6%), rice, potatoes, or yam 135 (99.3%). Ultra-processed foods were present in the diet of infants, including hamburgers or sausages 3 (2.2%), sweetened beverages 2 (1.5%), instant noodles 4 (2.9%), and sandwich cookies 2 (1.5 %). No differences were found between the methods of introducing complementary feeding. The minimum dietary diversity was present in the diet of 22 infants (16.2%), being: 6 (13.3%) in the PLW, 8 (16.7%) in the BLISS, and 8 (18.6%) in the mixed (p=0.793). Conclusion: Breast milk, vegetables, meat, beans, and rice were present in the diet of most infants; however, the prevalence of minimal dietary diversity was low. The consumption of ultra-processed foods was also present in the diet of infants. Brazilian Registry of Clinical Trials (ReBEC) identification RBR-229scm.


Assuntos
Humanos , Lactente , Ingestão de Alimentos , Nutrição do Lactente , Dieta Saudável , Fenômenos Fisiológicos da Nutrição do Lactente
17.
Demetra (Rio J.) ; 18: 70197, 2023.
Artigo em Inglês, Português | LILACS | ID: biblio-1518645

RESUMO

Introdução: O número de adeptos ao vegetarianismo tem crescido consideravelmente. Observa-se que, entre as vantagens de se adotar uma dieta vegetariana, está o menor risco de desenvolver sobrepeso e obesidade, o que pode estar relacionado com o alto consumo de vegetais e práticas importantes de estilo de vida. Objetivos: Avaliar o estado nutricional e a frequência do consumo alimentar de vegetarianos não estritos e estritos. Métodos: Estudo transversal descritivo, realizado com participantes do grupo "Vegans SLZ", de ambos os sexos e com idade a partir de 18 anos. A coleta de dados ocorreu de janeiro a março de 2020. Foi realizada aplicação de questionários sobre dados de frequência do consumo alimentar, socioeconômico e de estilo de vida e a aferição de medidas de peso corporal, estatura e de percentuais de gordura corporal e massa muscular. Os dados foram tabulados no Excel 2010® e analisados no programa estatístico R Studio versão 3.6.1. Resultados: Dos 43 vegetarianos avaliados, a maioria seguia a dieta vegetariana estrita (55,81%) e era eutrófica (62,79%), 32,56% apresentaram alto percentual de gordura corporal e 53,49% percentual de massa magra corporal normal. Foi frequente o consumo de pães, cereais, tubérculos, leguminosas, oleaginosas, frutas e verduras, e 41% consumiam alimentos industrializados de 4 a 7 vezes por semana. Conclusões: A maioria da amostra tinha estado nutricional eutrófico e consumo regular de todos os grupos alimentares, porém com importante consumo de alimentos industrializados.


Introduction: The number of adherents to vegetarianism has grown considerably. It is observed that, among the advantages of adopting a vegetarian diet, there is a lower risk of developing overweight and obesity, which may be related to the high consumption of vegetables and important lifestyle practices. Objectives: To assess the nutritional status and frequency of food consumption of non-strict and strict vegetarians. Methods: Descriptive cross-sectional study carried out with participants of the "Vegans SLZ" group, of both sexes and aged 18 years and over. Data collection took place from January to March 2020. Questionnaires were applied to data on frequency of food, socioeconomic and lifestyle consumption and measurements of body weight, height and percentages of body fat and muscle mass were measured. Data were tabulated in Excel 2010® and analyzed in the statistical program R Studio version 3.6.1. Results: Of the 43 vegetarians evaluated, the majority followed the strict vegetarian diet (55.81%) and were eutrophic (62.79%), 32.56% had a high percentage of body fat and 53.49% percentage of lean body mass normal. The consumption of breads, cereals, tubers, legumes, oilseeds, fruits and vegetables was frequent, and 41% consumed processed foods 4 to 7 times a week. Conclusions: Most of the sample had a eutrophic nutritional status and regular consumption of all food groups, but with a significant consumption of industrialized foods.


Assuntos
Humanos , Masculino , Feminino , Dieta Vegetariana , Estado Nutricional , Ingestão de Alimentos , Vegetarianos
18.
Cad. Saúde Pública (Online) ; 39(7): e00179222, 2023. tab, graf
Artigo em Português | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1447795

RESUMO

Objetivou-se identificar diferenças alimentares e antropométricas entre adultos mais velhos brasileiros (≥ 50 anos) residentes em áreas urbano-rurais. Trata-se de um estudo transversal com dados da segunda onda (9.949 participantes) do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), de 2019-2021. Foram avaliados: consumo alimentar semanal de fruta/hortaliça, feijão e peixe; autopercepção do consumo de sal; ambiente alimentar (disponibilidade de fruta/hortaliça na vizinhança e produção própria de alimentos); e parâmetros antropométricos objetivos (índice de massa corporal [IMC] e circunferência da cintura [CC]). As análises foram ajustadas por escolaridade. Em comparação com as áreas urbanas, observaram-se nas rurais: menor consumo de fruta/hortaliça em cinco dias da semana ou mais (74,6% vs. 86,4%) e maior consumo adequado de sal (96,8% vs. 92,1%) - diferenças observadas para homens e mulheres. A CC elevada foi menor nas áreas rurais (61,9% vs. 68%), sendo significativa somente para homens. Houve menor disponibilidade de fruta/hortaliça na vizinhança (41,2% vs. 88,3%) e maior produção própria de alimentos (38,2% vs. 13,2%) nas áreas rurais. O consumo de fruta/hortaliça em cinco dias da semana ou mais foi menor nas áreas rurais quando houve disponibilidade de fruta/hortaliça na vizinhança e ausência de produção própria de alimentos. Há diversidade alimentar e nutricional entre áreas urbano-rurais. O incentivo ao consumo de fruta/hortaliça nas áreas urbanas deve considerar a disponibilidade de fruta/hortaliça na vizinhança, enquanto nas áreas rurais deve ser em conjunto com a produção do próprio alimento. O consumo adequado de sal e a manutenção da CC nos valores ideais devem ser reforçados nas áreas urbanas.


El objetivo fue identificar diferencias alimentarias y antropométricas entre adultos mayores brasileños (≥ 50 años) que viven en áreas urbano-rurales. Se trata de un estudio transversal con datos de la segunda ola (9.949 participantes) del Estudio Longitudinal Brasileño sobre el Envejecimiento (2019-2021). Se evaluaron el consumo semanal de alimentos, como frutas/verduras, frijoles y pescado; autopercepción del consumo de sal; entorno alimentario (disponibilidad de frutas/verduras en el barrio y la producción propia de alimentos); y parámetros antropométricos objetivos (índice de masa corporal [IMC] y circunferencia de la cintura [CC]). Los análisis se ajustaron por escolaridad. Se observó un menor consumo de frutas/verduras en las zonas rurales respecto a las urbanas en ≥ 5 días/semana (74,6% vs. 86,4%), mayor consumo adecuado de sal (96,8% vs. 92,1%), y estas diferencias se observaron para hombres y mujeres. La CC elevada fue menor en las zonas rurales (61,9% vs. 68%), y fue significativa solo para los hombres. Hubo una menor disponibilidad de frutas/verduras en el barrio (41,2% vs. 88,3%) y mayor producción propia de alimentos (38,2% vs. 13,2%) en las zonas rurales. El consumo de frutas/verduras en ≥ 5 días/semana fue menor en las zonas rurales cuando hubo frutas/verduras disponibles en el barrio y ausencia de producción del propio alimento. Existe una diversidad alimentaria y nutricional entre las zonas urbanas y rurales. Fomentar el consumo de frutas/verduras en las zonas urbanas debe tener en cuenta la disponibilidad de frutas/verduras en el barrio, mientras que en las zonas rurales debe tener en cuenta también la producción del propio alimento. Se debe reforzar el consumo adecuado de sal y el mantenimiento de la CC en valores ideales en las zonas urbanas.


This study aimed to identify dietary and anthropometric differences in older Brazilian adults (≥ 50 years old) living in urban-rural areas. This is a cross-sectional study with data from the second wave (9,949 participants) of the Brazilian Longitudinal Study of Aging (ELSI-Brazil) from 2019-2021. Weekly dietary intake of fruit/vegetables, beans, and fish; self-perception of salt consumption; food environment (availability of fruit/vegetables in the neighborhood and self-production of food); and objective anthropometric parameters (body mass index [BMI] and waist circumference [WC]) were evaluated. Analyses were adjusted for schooling level. Compared to urban areas, rural areas show lower consumption of fruit/vegetables five days or more per week (74.6% vs. 86.4%) and greater adequate salt intake (96.8% vs. 92.1%) - differences we observed for men and women. Rural areas showed lower high WC (61.9% vs. 68%), significant only for men. Considering food environment, rural areas had lower fruit and vegetable availability in the neighborhood (41.2% vs. 88.3%) and higher self-production of food (38.2% vs. 13.2%). We observed a lower consumption of fruit/vegetables five days or more per week in rural areas with fruit/vegetable availability in the neighborhood and no self-production of food. Urban and rural areas show food and nutritional diversity. Incentives for fruit or vegetable consumption among residents in urban areas should consider the greater availability of these foods in their neighborhood, whereas, in rural areas, self-production of food should be encouraged. Adequate salt intake and ideal WC maintenance should be reinforced in urban areas.

19.
Epidemiol. serv. saúde ; 32(2): e2022964, 2023. tab, graf
Artigo em Inglês | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1506221

RESUMO

Abstract Objective: to analyze the consumption of healthy eating markers among adolescent students in Pelotas, Rio Grande do Sul, Brazil, in 2019. Methods: this was a cross-sectional study carried out in schools taking part in the Health at School Program. Consumption of the five markers (beans, milk, fruit, cooked vegetables and raw salads) within five days prior to the study, obtained through a self-administered questionnaire, was defined as regular. Association between demographic, socioeconomic and behavioral variables and the outcomes was analyzed using Poisson regression. Results: among the 797 respondents, 2.8% (95%CI 1.8;4.1) reported regular consumption. Beans were the most regularly consumed food (48.3%); fruit, cooked vegetables and raw salads were consumed regularly by less than 30% of the students. Doing physical activities, having breakfast and having meals with the family were associated with regular consumption of the foods assessed. Conclusion: regular consumption of healthy foods was low in this population, and was associated with behavioral factors.


Resumen Objetivo: analizar el consumo de marcadores de alimentación saludable entre estudiantes adolescentes de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, en 2019. Métodos: estudio transversal realizado en escuelas vinculadas al Programa Salud en la Escuela. Se definió como regular el consumo de los cinco marcadores (porotos, leche, frutas, vegetales cocidos y ensaladas crudas) dentro de los cinco días previos al estudio, obtenidos a través de un cuestionario autoadministrado. La asociación entre variables demográficas, socioeconómicas y conductuales con los resultados se analizó mediante la regresión de Poisson. Resultados: entre los 797 encuestados, el 2,8% (IC95% 1,8; 4,1) informó un consumo regular. Los porotos fueron el alimento más consumido (48,3%). Frutas, verduras cocidas y ensaladas crudas fueron consumidas regularmente por menos del 30% de los estudiantes. La práctica de actividad física, el desayuno y las comidas en familia se asociaron con mayor consumo de los alimentos evaluados. Conclusión: el consumo regular de alimentos saludables fue bajo en esta población y se asoció con factores conductuales.


Resumo Objetivo: analisar o consumo de marcadores de alimentação saudável entre adolescentes escolares de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil, em 2019. Métodos: estudo transversal, realizado nas escolas vinculadas ao Programa Saúde na Escola; o consumo dos cinco marcadores (feijão, leite, frutas, vegetais cozidos, saladas cruas) em até cinco dias antecedentes ao estudo, obtido mediante questionário autoaplicado, foi definido como regular; a associação de variáveis demográficas, socioeconômicas e comportamentais com os desfechos foi analisada por regressão de Poisson. Resultados: entre os 797 entrevistados, 2,8% (IC95% 1,8;4,1) referiram consumo regular; o feijão foi o alimento mais consumido regularmente (48,3%); frutas, vegetais cozidos e saladas cruas foram consumidos regularmente por menos de 30% dos escolares; praticar atividade física, tomar café da manhã e realizar refeições com a família estiveram associados ao consumo regular dos alimentos avaliados. Conclusão: o consumo regular de alimentos saudáveis, encontrado baixo nessa população, associou-se com fatores comportamentais.

20.
Artigo em Inglês | LILACS-Express | LILACS | ID: biblio-1406954

RESUMO

Abstract Objective: To identify and map families' time of exposure to screens during the COVID-19 pandemic and to associate it with the frequency of children's food consumption. Methods: This is a cross-sectional study carried out with parents or guardians of children aged between 2 and 9 years through an online questionnaire. The participants answered questions about socioeconomic data, family's screen habits, and children's food consumption. Results: A total of 517 parents or guardians participated in the research. Children's median age when first exposed to screens was 6 months (interquartile range: 1-12 months). The average number of hours that children and guardians/parents were exposed to electronic devices was 3.9±2.3 and 9.0±2.9 respectively. As for food consumption, 60.9% of the guardians/parents and 54.3% of the children had the habit of having meals in front of screens. In addition, the consumption of snacks outside mealtimes, while using screens, was frequent in both groups. Conclusions: Children aged 2 to 9 years are excessively exposed to screens and the consumption of meals or snacks while using the devices is frequent. Considering the current demands of the pandemic, the necessity of using electronic devices is understandable. However, the authors emphasize the importance to educate families regarding limiting the use of screens, especially during meals, and monitoring the content of activities with electronic devices, as this exposure can influence food consumption and affect children's nutritional status and health.


RESUMO Objetivo: Identificar e mapear o tempo de exposição das famílias às telas durante a pandemia de COVID-19 e associá-lo com a frequência de consumo alimentar das crianças. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, realizado com pais ou responsáveis de crianças de dois a nove anos de idade por meio de um questionário online. Participantes responderam a perguntas sobre dados socioeconômicos, hábitos familiares de uso de telas e consumo alimentar das crianças. Resultados: Participaram da pesquisa 517 pais ou responsáveis. A mediana de idade em que as crianças foram expostas pela primeira vez às telas foi de seis meses (intervalo interquartil: 1-12 meses). A média de horas durante as quais as crianças e os responsáveis ficavam expostos aos aparelhos eletrônicos foi de 3,9±2,3 e 9,0±2,9, respectivamente. Sobre o consumo de alimentos, 60,9% dos responsáveis e 54,3% das crianças tinham o hábito de realizar refeições em frente às telas. Além disso, o consumo de petiscos fora do horário das refeições, durante o uso de telas, foi frequente em ambos os grupos. Conclusões: Crianças de dois a nove anos estão expostas excessivamente às telas e o consumo de refeições ou petiscos durante o uso dos aparelhos é frequente. Diante das demandas atuais da pandemia, entende-se a importância do uso dos eletrônicos, porém reforça-se a necessidade de educar as famílias em relação à importância de limitar o uso de telas, especialmente durante as refeições, e de monitorar o conteúdo das atividades com telas, pois essa exposição pode influenciar a alimentação e repercutir no estado nutricional e na saúde das crianças.

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