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Emprego do enxerto cortical autólogo retardado na correção de falhas ósseas diafisárias, com ênfase no membro superior / Use of delayed autogenous cortical bone graft with rigid fixation to correct diaphyseal defects
Mazer, Marcos Rogério; Barbieri, Cláudio Henrique; Mazzer, Nilton.
Afiliação
  • Mazer, Marcos Rogério; USP. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Hospital das Clínicas. Ribeirão Preto. BR
  • Barbieri, Cláudio Henrique; USP. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Hospital das Clínicas. Ribeirão Preto. BR
  • Mazzer, Nilton; USP. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Hospital das Clínicas. Ribeirão Preto. BR
Rev. bras. ortop ; 34(5): 313-322, maio 1999. ilus, tab
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-360944
Biblioteca responsável: BR26.1
RESUMO
É relatada a experiência dos autores com o emprego do enxerto cortical autólogo retardado para a correção dedefeitos ósseos diafisários, principalmente no membro superior. O enxerto retardado e, por definição, aquele que é preparado três a quatro semanas antes do transplante para o local receptor. A técnica foi utilizada em 17 pacientes (seis mulheres e 11 homens, com idade média de 22 anos) para defeitos resultantes principalmente de fraturas fechadas ou expostas, que desenvolveram infecção e perda de tecido ósseo, afetando o úmero (1), o rádio (7), a ulna (4), rádio e ulna juntos (2), o primeiro metacarpiano (1) e o fêmur (2). O comprimento médio da falha foi de 5,7cm, com variação de 2 a 11cm, e o enxerto foi preparado na face ântero-medial de uma das tíbias com pelo menos 1,5cm a mais em comprimento do que o defeito. A aplicação do enxerto foi combinada com a fixação interna rígida com uma placa AO tipo DCP 3,5mm na maior parte dos casos, de modo a permitir mobilização precoce. O enxerto incorporou-se sem a necessidade de outro procedimento adicional de enxertia em 14 pacientes, num período médio de 22,9 semanas. A complicação mais freqüente foi a infecção (quatro casos), controlada por meio de desbridamento, limpeza cirúrgica e antibióticos. A análise comparativa das radiografias iniciais e finais dos enxertos mostrou um aumento na sua espessura, na maioria dos casos restaurando o diâmetro original da diáfise. Os autores concluem que o enxerto cortical retardado provê bom suporte mecânico e que se incorpora rapidamente, sendo o aumento da sua espessura provavelmente o resultado de osteoindução. E que é, portanto, uma técnica recomendável para corrigir falhas diafisárias dos ossos longos, principalmente do membro superior, sendo uma alternativa a procedimentos mais sofisticados como o transplante revascularizado de fíbula.
Assuntos
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Coleções: Bases de dados internacionais Base de dados: LILACS Assunto principal: Tíbia / Transplante Autólogo Limite: Animais / Feminino / Humanos / Masculino Idioma: Português Revista: Rev. bras. ortop Assunto da revista: Ortopedia Ano de publicação: 1999 Tipo de documento: Artigo País de afiliação: Brasil Instituição/País de afiliação: USP/BR

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