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Trabalho, racionalização e emancipação: de Marx ao Marxismo, e a volta / Work, rationalization, and emancipation: from Marx to Marxism, and the return / Trabajo, racionalización y emancipación: de Marx al Marxismo, y vuelta
Lucas, Marcílio Rodrigues.
Afiliação
  • Lucas, Marcílio Rodrigues; Universidade Federal da Grande Dourados. Faculdade de Ciências Humanas. Dourados. BR
Trab. educ. saúde ; 14(3): 653-677, Set.-dez. 2016.
Artigo em Português | LILACS | ID: lil-795108
Biblioteca responsável: BR15.3
Localização: BR15.3
RESUMO
Resumo Este ensaio propõe uma reflexão sobre a relação entre trabalho e emancipação no pensamento marxista, à luz dos dilemas enfrentados pela esquerda e pelas organizações da classe trabalhadora no século XX. O objetivo central foi indicar como importantes pensadores e grupos vinculados ao marxismo contribuíram, de diferentes formas, na formação das bases ideológicas e na constituição concreta dos dois modelos de organização da produção e da vida social que predominaram após a Segunda Guerra Mundial o compromisso fordista nos países de capitalismo avançado e o modelo soviético implantado na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e difundido pelos países-satélites que formavam o bloco socialista. Nesse sentido, buscou-se mostrar que essa atuação implicou dilemas e tensões importantes, sobretudo quanto ao posicionamento em relação à racionalização do trabalho e aos métodos tayloristas de organização da produção. Além disso, indicou-se que a tendência predominante foi uma interpretação da teoria de Marx que reduzia a importância da crítica ao trabalho industrial e assalariado, legitimando um projeto de 'sociedade do trabalho' estranho aos fundamentos essenciais do legado marxiano. No entanto, a crise desses modelos, verificada nas últimas décadas do século passado, abre espaço para o revigoramento dos aspectos mais férteis da crítica de Marx à sociabilidade capitalista.
ABSTRACT
Abstract This essay proposes a reflection on the relationship between work and emancipation in Marxist thought in the light of the dilemmas the left and working class organizations faced in the twentieth century. The main goal was to show how important thinkers and groups linked to Marxism contributed, in different ways, to forming the ideological foundations and to the concrete constitution of the two organizational models of production and social life that prevailed after the Second World War The Fordist commitment in the advanced capitalist countries, and the Soviet model implemented in the USSR and disseminated by satellite countries that made up the socialist bloc. In this sense, the aim was to show that this action implied important dilemmas and tensions, particularly in the position in relation to the rationalization of work and the Taylorist methods of organizing production. Moreover, also shown was that the prevailing trend was an interpretation of Marx's theory that reduced the importance of the critique of industrial labor and of the wage earner, legitimizing a 'work society' project foreign to the essential foundations of the Marxian legacy. However, the crisis faced by these models, witnessed in the last decades of the last century, makes room for the reinvigora-tion of the most fertile aspects of Marx's critique of capitalist sociability.
RESUMEN
Resumen Este ensayo propone una reflexión sobre la relación entre trabajo y emancipación en el pensamiento marxista, a la luz de los dilemas enfrentados por la izquierda y las organizaciones de la clase trabajadora en el siglo XX. El objetivo central fue señalar cómo importantes pensadores y grupos vinculados al marxismo contribuyeron, de distintas maneras, para la formación de las bases ideológicas y para la constitución concreta de dos modelos de organización de la producción y de la vida social que predominaron tras la Segunda Guerra Mundial el compromiso fordista en los países de capitalismo avanzado y el modelo soviético implantado en la URSS y difundido por los países satélite que componían el bloque socialista. En tal sentido, se buscó mostrar que esta actuación implicó dilemas y tensiones importantes, sobre todo al adoptar una posición con rela-ción a la racionalización del trabajo y los métodos tayloristas de organización de la producción. Además de ello, se seãaló que la tendencia predominante fue una interpretación de la teoría de Marx que reducía la importancia de la crítica al trabajo industrial y asalariado, justificando un proyecto de 'sociedad del trabajo' ajeno a los fundamentos esenciales del legado marxista. Sin embargo, la crisis de estos modelos, observada en las últimas décadas del siglo pasado, abre espacio para revitalizar los aspectos más fértiles de la crítica de Marx a la sociedad capitalista.
Assuntos

Texto completo: Disponível Coleções: Bases de dados internacionais Base de dados: LILACS Assunto principal: Trabalho / Comunismo Idioma: Português Revista: Trab. educ. saúde Assunto da revista: Educação / Medicina / Saúde Ambiental / Saúde Pública Ano de publicação: 2016 Tipo de documento: Artigo País de afiliação: Brasil Instituição/País de afiliação: Universidade Federal da Grande Dourados/BR

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