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Relação de apego entre crianças institucionalizadas que vivem em situação de abrigo
Florianópolis; s.n; 2003. 102 p.
Tese em Português | Index Psicologia - Teses | ID: pte-33233
Biblioteca responsável: BR85.1
Localização: BR1418.1; UFSC
RESUMO
O presente estudo se propôs a identificar a relação de apego entre crianças institucionalizadas que vivem em situação de abrigo. Participaram deste estudo quatorze crianças de ambos os sexos, com idade compreendida entre 3 e 9 anos, vítimas de abandono, violência doméstica e negligência parental, que vivem em abrigo. Os dados foram coletados através de observação direta, tendo como base um protocolo de observação e a técnica de registro utilizada foi amostragem de tempo com base em um sujeito focal. Os comportamentos foram registrados a cada 30 segundos, sendo realizadas 10 observações de 10 minutos para cada criança. A partir desses dados foram criadas as seguintes categorias de comportamento contato físico, olhar, rir, aproximar, falar e estender os braços. Em um Diário de Campo foram registrados 49 episódios de interações sociais entre as crianças observadas no abrigo. Para a análise dos dados foram utilizados os seguintes procedimentos a) análise das porcentagens de ocorrência de cada categoria de observação em relação ao total de intervalos considerados; b) análise qualitativa de episódios de interação; e c) análise de conteúdo. Os resultados principais nos permitiram identificar que 1) os irmãos mais velhos demonstraram-se responsivos às solicitações de afeto e cuidado dos irmãos mais novos; foi também registrada interação significativa entre as meninas mais velhas com os meninos mais novos; 2) a brincadeira mostrou-se ser uma situação favorável ao estabelecimento das interações afetivas com contato físico como afagos e abraços; também permitiu que a criança reproduzisse e representasse cenas do cotidiano; 3) a imagem da família aparece representada pela figura materna, evidenciando o desejo da criança de voltar para sua família biológica ou ser inserida em uma família substituta. Conclui-se que os resultados da presente pesquisa nos permitem afirmar que na falta de um adulto significativo, crianças em situação de abrigo acabam formando relações de apego com outras crianças (AU)
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Coleções: Bases de dados nacionais / Brasil Base de dados: Index Psicologia - Teses Tipo de estudo: Guia de prática clínica Idioma: Português Ano de publicação: 2003 Tipo de documento: Tese
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