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1.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44440

RESUMO

Ao perceber sinais e sintomas que são sugestivos de abuso/maus-tratos e/ou observações do comportamento da criança, o dentista deve ouvir a história relatada pelo responsável e pela criança, separadamente, e se estas forem discrepantes com os achados clínicos(1), o profissional deve  comunicar o Conselho Tutelar do município de moradia e, na falta deste, ao Juizado da Infância e da Juventude, conforme preceitua o artigo 13 do Estatuto da Criança e do Adolescente, sob pena de omissão e  penalidade de multa de 3 a 20 salários de referência, como observado no artigo 245 deste mesmo diploma legal(2,3).

No caso de notificação, é importante que o dentista anexe ao prontuário odontológico a documentação apropriada da criança agredida ou negligenciada incluindo a descrição do ferimento (aparência, severidade e posição), fotografias e radiografias das estruturas envolvidas, sempre que possível, assim como o registro do relato pelo responsável e pelo paciente(4).


Assuntos
Maus-Tratos Infantis , Assistência Odontológica para Crianças , Notificação
2.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44436

RESUMO

Deve armazenar o dente preferencialmente em leite, ou na impossibilidade deste, em solução salina. O armazenamento em água deve ser evitado. O dente também pode ser transportado na boca, mantendo-o nos lábios ou nas bochechas, se o paciente estiver consciente. Se houver risco de o paciente engolir o dente, é aconselhável que este seja colocado em um dos meios de armazenamento citados; no caso de inacessibilidade a estes, o paciente pode ser instruído a cuspir em um recipiente e colocar o dente dentro até a chegada o mais rápido possível no local de atendimento pelo dentista que irá deixar o dente em um meio de armazenamento enquanto realiza a anamnese e examina o paciente clínica e radiograficamente, a fim de proceder o reimplante do dente traumatizado(1,2).

Se o dente for estocado corretamente ou seco por menos de 60 minutos até a chegada ao dentista, este deverá anestesiar, lavar o alvéolo com solução salina, curetá-lo para remoção do coagulo, facilitando o reposicionamento, que deve ser realizado de forma lenta e com leve pressão digital, além de examiná-lo. Se houver fratura de parede alveolar, deve posicioná-la e, por fim, reposicionar o dente no alvéolo com leve pressão digital. A seguir deverá fazer uma contenção flexível (fio de nylon) por 2 semanas ou rígida por 4 semanas, a depender da ausência ou presença de fratura alveolar, respectivamente.

Se o dente for estocado inadequadamente ou a seco por mais de 60 minutos, deve-se remover cuidadosamente os tecidos moles não viáveis com uma gaze embebida em solução salina estéril.

O tratamento endodôntico deve ser iniciado dentro de 2 semanas após o reimplante e a proteção do paciente contra o tétano deve ser verificada(3).


Assuntos
Avulsão Dentária , Dentição Permanente , Traumatismos Dentários
3.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44431

RESUMO

As parcerias sexuais de gestantes com sífilis podem estar infectadas, mesmo apresentando testes imunológicos não reagentes; portanto, devem ser tratadas presumivelmente com apenas uma dose de penicilina benzatina IM (2.400.000 UI). No caso de teste reagente para sífilis, seguir as recomendações de tratamento da sífilis adquirida no adulto, de acordo com o estágio clínico da infecção, utilizando preferencialmente penicilina benzatina.(1)

Para o seguimento do paciente/parceiro, os testes não treponêmicos (ex.: VDRL) devem ser realizados mensalmente nas gestantes e, no restante da população (incluindo PVHIV), a cada três meses até o 12º mês do acompanhamento do paciente (3, 6, 9 e 12 meses). Verificando se há positividade ou aumento da titulação.(2)


Assuntos
Cuidado Pré-Natal , Sífilis , Gestantes
4.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44429

RESUMO

Sim. O diagnóstico da tatuagem por amálgama é feito essencialmente por meio de exame clínico e radiográfico, devendo a análise histológica ser realizada como diagnóstico diferencial, a fim de se detectar lesões potencialmente graves e de características semelhantes às da tatuagem por amálgama(1).


Assuntos
Amálgama Dentário/efeitos adversos , Doenças da Gengiva/induzido quimicamente , Transtornos da Pigmentação/induzido quimicamente
5.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44425

RESUMO

O tratamento deve estar direcionado ao fator etiológico envolvido na etiologia da prática do bruxismo. Assim, intervenções farmacológicas tradicionais ou alternativas (fitoterápicos), psicológicas, ortodônticas (uso de disjuntores e expansores) a fim favorecer o crescimento transversal da maxila, além do uso de placas oclusais rígidas podem reduzir o bruxismo em crianças, embora suas respectivas indicações, contraindicações e efeitos adversos devam ser analisados cuidadosamente e individualmente(1).

Quando  há  destruição extensa de tecido dentário, é feito o uso de restaurações temporárias ou permanentes, empregando técnicas de coroas indiretas ou diretas pediátricas.


Assuntos
Bruxismo/terapia , Assistência Odontológica para Crianças
6.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44373

RESUMO

O diagnóstico do bruxismo do sono, em crianças, depende inicialmente do relato dos responsáveis, durante a anamnese odontológica, de sons produzidos como resultado do aperto durante a noite, bem como de sensibilidade dos dentes aos alimentos quentes ou frios, dor facial, dor de cabeça ou desconforto matinal queixados pelo paciente infantil. Ao exame clínico intra e extraoral, a presença de sinais, como possível desgaste ou fratura de estruturas dentárias, mobilidade dentária e a observação de outras evidências clínicas, tais como hipertrofia dos músculos mastigatórios, dor na articulação temporomandibular ou fadiga nos músculos mastigatórios, pode auxiliar o dentista no diagnóstico desta condição(1).

O relato dos pais/responsáveis acerca da história médica da criança, ou ainda, a investigação de características comportamentais da criança, como o traço de personalidade ansiosa, a qualidade do sono, possíveis hábitos associados, como roer unhas e mordiscar objetos, além do uso frequente de dispositivos eletrônicos à noite fornecerá pistas ao dentista, auxiliando-o no diagnóstico. Um diário que fique em local próximo à cama da criança para ser preenchido pelos pais, logo ao despertar acerca do sono de seus filhos constitui-se numa ferramenta importante para um diagnóstico adequado.

Para a averiguação  de  sinais  e  sintomas  do  bruxismo,  a  aplicação  de  questionários  para  os  pais  e  cuidadores tem sido utilizada, mas têm a desvantagem de a  informação obtida  ser  de  natureza  subjetiva,  pois,  muitas  vezes,  os  responsáveis  dormem  em  ambientes afastados das crianças e não percebem adequadamente os ruídos, porém, os dados obtidos através destes são de suma importância para o  diagnóstico  do  bruxismo  infantil,  visto  que  os  sons são indícios da presença deste distúrbio(2).

Métodos  complementares  como  a  polissonografia e  a  avaliação  eletromiográfica também podem ser utilizados no diagnóstico do bruxismo do sono. A  polissonografia é considerada o método padrão-ouro, monitora  todos  os  eventos que ocorrem durante o sono, como a atividade muscular, por meio de eletromiografia (EMG) dos músculos mastigatórios temporal e masseter, incluindo eletroencefalograma, eletrocardiograma,  um registro da sensibilidade térmica (monitorização do fluxo de ar) e simultaneamente uma gravação audiovisual, mas possui custo elevado e, por se tratar de  crianças,  difícil  manejo(3,4).

A associação do relato dos pais/questionário com o exame clínico é o método de diagnóstico para o bruxismo infantil mais utilizado e relatado na literatura científica(3).


Assuntos
Bruxismo/diagnóstico , Assistência Odontológica para Crianças
7.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44394

RESUMO

Sim, por volta do terceiro a quarto dia da febre, surgem na cavidade  bucal inúmeras máculas branco-azuladas ou branco-acinzentadas, medindo de 1 a 3 mm, circundadas por um halo eritematoso, indolores, localizadas na mucosa jugal, próximo ao ducto de desembocadura das glândulas parótidas (ducto de Stenon). Estas máculas aumentam em número e coalescem para formar manchas patognomônicas desta infecção viral, denominadas de Manchas de Koplik, presentes em 97% dos pacientes acometidos pelo sarampo. Cerca de um a três dias após o surgimento das referidas manchas, surge a erupção cutânea,  que  começa usualmente  na  face,  e  linha  de implantação dos cabelos,  atrás da orelha, estendendo-se para o pescoço, peito, costas e extremidades(1).


Assuntos
Sarampo , Boca , Sinais e Sintomas
8.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44418

RESUMO

Sempre que possível manter a amamentação da mãe suspeita ou com diagnóstico de COVID- 19 se a mulher estiver em bom estado geral e se quiser amamentar. É importante respeitar o estado de saúde e o sentimento da mãe. No caso da mesma não estar bem podemos propor extrair/retirar o seu leite e oferecer ao seu filho em copinho, xícara ou colher. Em caso da opção pela extração/retirada do leite, devem ser observadas as orientações disponíveis na “Cartilha para a mulher trabalhadora que amamenta”, documento produzido pelo Ministério da Saúde e seguir rigorosamente as recomendações para limpeza das bombas de extração de leite após cada uso.

Quanto aos cuidados higiênicos sugere se algumas recomendações, como:

• Usar máscara facial (cobrindo completamente nariz e boca) durante as mamadas e evitar falar ou tossir durante a amamentação;

• A máscara deve ser imediatamente trocada em caso de tosse ou espirro ou a cada nova mamada;

• Lavar com frequência as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos, antes de tocar o bebê ou antes de retirar o leite materno (extração manual ou na bomba extratora). Se não for possível, higienize as mãos com álcool em gel 70%;

• Se for preciso cozinhar, use máscara de proteção, cobrindo boca e nariz todo o tempo.

Deve se orientar e estimular a rede de apoio para a mãe com Covid continuar a amamentação. As evidências são predominantemente de apoio a amamentação. O que se preconiza é que a mãe necessita lavar as mãos antes e após o aleitamento e usar mascara durante a amamentação.


Assuntos
Aleitamento Materno , COVID-19
9.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44413

RESUMO

Um dos principais fatores que fazem com que as mulheres interrompam a amamentação precocemente, é o uso de medicamentos seja pelo receio de causar algum dano à criança, pelo acesso a informações muitas vezes inadequadas, ou mesmo por orientações incorretas de profissionais de saúde. O Ministério da Saúde publicou em 2010, a segunda edição do manual “Amamentação e uso de medicamentos e outras substâncias”, disponível para download gratuito no site do Ministério da Saúde(1). Este manual utiliza as categorias de risco das drogas e seus respectivos marcadores Verde, Amarelo e Vermelho:

Verde = Uso compatível com a amamentação: Desta categoria fazem parte os fármacos cujo uso é potencialmente seguro durante a lactação, haja vista não haver relatos de efeitos farmacológicos significativos para o lactente.

Amarelo = Uso criterioso durante a amamentação: Nesta categoria estão os medicamentos cujo uso no período da lactação depende da avaliação do risco/benefício. Quando utilizados, exigem monitorização clínica e/ou laboratorial do lactente, devendo ser utilizados durante o menor tempo e na menor dose possível. Novos medicamentos cuja segurança durante a amamentação ainda não foi devidamente documentada encontram-se nesta categoria.

Vermelho = Uso contraindicado durante a amamentação: Esta categoria compreende as drogas que exigem a interrupção da amamentação, pelas evidências ou risco significativo de efeitos colaterais importantes no lactente.

Segundo o documento cientifico da Sociedade Brasileira de Pediatria(2), o princípio fundamental da prescrição de medicamentos para nutrizes baseia-se, sobretudo, na avaliação do risco versus benefício. Os aspectos a serem avaliados incluem os benefícios da amamentação, o alívio dos sintomas e da doença sobre a saúde materna e os riscos da terapêutica para o lactente e para a produção láctea.


Assuntos
Aleitamento Materno , Uso de Medicamentos , Lactação
10.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44392

RESUMO

Para diagnóstico diferencial de lesões suspeitas de sífilis o dentista poderá encaminhar o paciente para realizar o teste rápido para sífilis na própria unidade de saúde(2). E como seguimento protocolar, podem ser solicitados exames laboratoriais para HIV, hepatites B e C e o exame Venereal Disease Research Laboratory (VDRL), confirmatório para sífilis(2). A análise do exame clínico associado com exame físico e ensaios sorológicos, normalmente permite o diagnóstico da doença(2,3).

As manifestações orais da sífilis ocorrem especialmente no estágio secundário da doença, nesse estágio a doença é altamente contagiosa e seu diagnóstico diferencial é desafiador e amplo. O aspecto clínico das lesões pode ser bastante heterogêneo e até mimetizar algumas lesões orais e inclui úlceras traumáticas, infecções herpéticas, tuberculose, líquen plano, eritema multiforme e carcinoma de células escamosas(1,2,3).

 


Assuntos
Sífilis , Manifestações Bucais , Assistência Odontológica
11.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44390

RESUMO

Quanto as ocorrências de exposição a material biológico pelo profissional de saúde, segundo MS(1) pode-se agir da seguinte forma:

1- Acolhimento e registro do atendimento ao profissional acidentado;

2- Identificar fatores de maior e menor gravidade durante histórico do acidente de trabalho e risco da exposição;

3- Avaliar dados epidemiológicos do ambiente onde ocorreu a exposição e os dados epidemiológicos e sorológicos do paciente-fonte, se conhecido;

4- Realizar teste rápido (TR) HIV do paciente-fonte;

5- Coletar exames laboratoriais da pessoa exposta – momento zero:

• Sorologias: Anti-HIV, Anti-HCV, HBsAg, anti-HBs, VDRL;

• Bioquímicos: Hemograma, AST, ALT, Ureia, Creatinina ( se indicação de PEP);

6- Status da pessoa-fonte:

• Se TR ou sorologia reagente para HIV – indicado PEP;

• Se TR ou sorologia não reagente para HIV – sem indicação de PEP;

• Se status desconhecido para HIV – avaliar caso a caso;

• Se TR ou sorologia reagente para HCV – indicado acompanhamento pós exposição;

• Se TR ou sorologia não reagente para HCV – sem indicação para acompanhamento pós exposição;

• Se status desconhecido para HCV – avaliar caso a caso;

• Se TR ou sorologia reagente para HBV – indicar profilaxia;

• Se TR ou sorologia não reagente para HIV, HCV, HBV: sem indicação de profilaxia e acompanhamento pós exposição – Fechamento do protocolo de atendimento como: Alta – Paciente=fonte negativo.

7- Avaliar indicação de acompanhamento e profilaxias de acordo com status sorológico da pessoa fonte e/ou dados epidemiológicos da exposição;

8- Checar Fluxograma se Indicação de PEP ao HIV;

9- Indicação e prescrição da PEP – Esquema antirretroviral preferencial;

10- Se atendimento pelo enfermeiro, proceder interconsulta com médico, quando indicação de TARV para prescrição de esquema;

11- Registrar dados de identificação e da exposição em ficha Acidente de Trabalho com Material Biológico SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) – Notificação Compulsória;

12- Registrar Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) de acordo com o encaminhamento da empresa e vínculo empregatício do profissional (o empregador deve fazer a CAT).

13- Programar retornos ambulatoriais pós exposição para acompanhamento/seguimento;

Em uso de PEP:

• 07 dias: avaliar sinais, sintomas e reação adversa, adesão a PEP, avaliação de exames laboratoriais;

• 14 dias: caso necessário;

• 30 dias: avaliar soroconversão – Anti-HIV, avaliar adesão profilaxia PEP por 28 dias, avaliar exames laboratoriais: Hemograma, AST, ALT, Uréia, Creatinina, Anti-HIV e Anti-HBs (se houve indicação de vacinação para Hepatite B);

• 90 dias: avaliar soroconversão – Anti-HIV, Anti-HCV; outros exames de acordo com quadro clínico (avaliação caso a caso);

• 180 dias: avaliar soroconversão – Anti-HIV, Anti-HCV; outros exames de acordo com quadro clínico (avaliação caso a caso);

14- Preencher ficha SINAN (inicio, acompanhamento e fechamento do atendimento).


Assuntos
Profilaxia Pós-Exposição/normas , Riscos Ocupacionais , Acidentes de Trabalho , Ferimentos Perfurantes
12.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44386

RESUMO

Recomenda-se realizar o teste de tolerância oral a glicose (TTOG) entre 24 e 28 semanas de gestação, com o objetivo de rastrear Diabetes Mellitus gestacional.(1)


Assuntos
Teste de Tolerância a Glucose , Gestantes
13.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44384

RESUMO

Buscopan® está classificado na categoria B de risco na gravidez. Já o Buscopan composto, pertence a categoria D de risco na gravidez.


Assuntos
Brometo de Butilescopolamônio/classificação , Gestantes , Uso de Medicamentos
14.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44382

RESUMO

Mulheres submetidas à histerectomia total por lesões benignas, a exemplo do mioma, sem história prévia de diagnóstico ou tratamento de lesões cervicais de alto grau ou câncer de colo de útero, podem ser excluídas do rastreamento, desde que apresentem exames anteriores normais. Idealmente, solicitar que a mulher leve o relatório médico da cirurgia ou da alta médica após o procedimento realizado.


Assuntos
Colo do Útero , Mioma , Histerectomia , Programas de Rastreamento
15.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44380

RESUMO

Os antialérgicos ou anti-histamínicos podem ser usados durante a gravidez e com acompanhamento médico. Deve-se evitar nas duas últimas semanas de gravidez pois podem provocar retinopatia em prematuros. Nestes casos, sua prescrição levará em consideração o risco e o benefício diante do quadro clínico da mulher.

No momento da prescrição de algum medicamento durante a gestação, deve ser considerado a relação entre o risco e o benefício deste uso.


Assuntos
Gravidez , Antialérgicos/uso terapêutico
16.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44377

RESUMO

A presença de mioma evidenciado durante o exame ultrassonográfico, habitualmente não necessitará de intervenção imediata, pois a maioria das mulheres é assintomática. Durante a consulta de enfermagem, a mulher deve ser orientada quanto ao problema e tranquilizada quanto a ausência de implicações graves e urgentes. Após o atendimento habitual da enfermagem na assistência à saúde da mulher, caso esta apresente sintomas relacionados ao mioma, a conduta é recomendar uma avaliação com o médico da equipe (generalista ou médico de família e comunidade).(1)

Os fatores a investigar seriam as repercussões clínicas deste problema na saúde da mulher, como a presença de sangramento uterino anormal e sua intensidade, presença de anemia, dor, urgência miccional, quantidade de miomas, tamanho e volume uterino e se há desejo de engravidar, pois, a conduta levará em consideração esses fatores.(1)

Inicialmente, não há necessidade de encaminhamento direto ao ginecologista. As mulheres com queixas clínicas devem ter prioridade no agendamento para avaliação com o médico da equipe, generalista ou médico de família e comunidade.(1)


Assuntos
Mioma/diagnóstico por imagem , Atenção Primária à Saúde , Assistência Integral à Saúde
17.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44375

RESUMO

A notificação compulsória é obrigatória para os médicos, outros profissionais de saúde ou responsáveis pelos serviços públicos e privados de saúde, que prestam assistência ao paciente e deve ser realizada pelo profissional de saúde ou responsável pelo serviço assistencial que prestar o primeiro atendimento ao paciente, em até 24 (vinte e quatro) horas desse atendimento, pelo meio mais rápido disponível.(1)

Todos os profissionais envolvidos, desde a identificação de um caso suspeito ou confirmado até o encerramento do caso, são responsáveis pela notificação e investigação do caso.(1)


Assuntos
COVID-19 , Sistemas de Informação em Saúde , Notificação de Doenças , Vigilância em Saúde Pública
18.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44369

RESUMO

As seguintes orientações podem ser passadas ao paciente:(1,2)

-Manter a higiene local

-Orientar quanto à hidratação oral: beber bastante água.

-Orientar quanto ao uso de creme ou óleos hidratantes após o banho para evitar a desidratação e o ressecamento, porém, evite usá-los entre os dedos.

-Orientar quanto à vigilância sobre o aparecimento de fissuras (rachaduras), feridas e quaisquer outras anormalidades, principalmente na pele dos pés. Caso aconteça, orientar o paciente a procurar atendimento médico.


Assuntos
Complicações do Diabetes , Dermatopatias , Agentes Comunitários de Saúde
19.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44366

RESUMO

A imunossupressão ocorre geralmente em pessoas que fazem tratamento para doenças autoimunes como Lupos, artrite reumatoide, Doença de Crohn, anemia hemolítica, as espondiloartrites, a artrite psoriásica,  a esclerose sistêmica (esclerodermia), a síndrome de Sjögren, miopatias inflamatórias e as vasculites(1). Pessoas que estão em tratamento pós-transplante de órgãos ou células tronco ou ainda que façam quimioterapia também são consideradas como imunossuprimidas.

Pessoas com imunodepressão igualmente devem tomar a dose de reforço da vacina contra Covid-19, sendo essas as que têm imunodeficiência primária grave, que vivem com HIV/AIDS e que tenham contagem de células CD4+ <200 células/mm³ e pacientes que fazem hemodiálise(1).


Assuntos
Vacinas contra COVID-19 , Imunossupressão
20.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44364

RESUMO

O Manual de Procedimentos de Vacinação  do Ministério da Saúde(1) recomenda que dever ser utilizada na administração da vacina a mesma agulha que foi usada na aspiração da dose(Manual de Normas e Procedimentos para Vacinação, pág 76).

No entanto é sempre recomendável perguntar se a pessoa que irá receber a vacina tem alergia ao látex. Em caso positivo, deve ser feita a troca de agulha para a administração da dose do imunobiológico.

Importante também que a agulha utilizada seja de calibre adequado para administração da vacina, conforme a via de administração (intramuscular, intradérmica ou subcutânea).


Assuntos
Vacinas/administração & dosagem , Hipersensibilidade ao Látex
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