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1.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45180

RESUMO

As terapias tópicas são indicadas para casos com sintomas leves a moderado, já as terapias orais são indicadas para sintomas graves e como manutenção para prevenir as recidivas. O tratamento da candidíase vulvovaginal recorrente (RVVC) envolve a terapia inicial de indução, com a utilização de azóis tópicos ou orais, seguida de terapia supressiva, por seis meses. Na maioria das diretrizes de prática clínica, o fluconazol oral é recomendado como tratamento de primeira linha, tanto de indução como de manutenção. No tratamento inicial, de indução, é recomendada a dosagem de 150 a 200 mg VO de fluconazol, por dia, nos dias 1, 4 e 7, ou até a cessação dos sintomas. O tratamento local com imidazóis é outra opção, com duração de 7 a 14 dias. Para a terapia supressiva, 150 a 200 mg via oral de fluconazol uma vez por semana, por seis meses. Outra opção de terapia supressiva é o itraconazol via oral, na dose de 400 mg por um dia, uma vez por semana por 6 meses ou clotrimazol óvulos de 500 mg duas vezes por semana por 6 meses.


Assuntos
Candidíase Vulvovaginal/tratamento farmacológico , Recidiva
2.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45171

RESUMO

As medicações mais comumente utilizadas são  benzodiazepínicos (BZ), antidepressivos, agonista dos receptores benzodiazepínicos (BZRA), anti-histamínicos e antipsicóticos. Os BZ mais utilizados são alprazolam, bromazepam, clonazepam e diazepam. Na RENAME, 2022, estão disponíveis o diazepan 2mg e 5 mg sulcado,  dose de 5 a 10 mg; e o clonazepam comprimidos de 0,5 mg e 2 mg/ml e dose inicial de 0,5 mg, não ultrapassar 1,5 mg/dia. Os BZRA  são indicados para tratamento de curta duração.  São hemitartarato de zolpidem, comprimido  de 5 e 10 mg, dose para idoso 5 mg; e zopiclona,  dose inicial  é de 3,75 mg para idosos.

Contudo, as evidências sobre a eficácia e tolerabilidade dessas medicações variam e devem ser avaliadas no momento da prescrição sobretudo na população idosa. Os anti-histamínicos sedativos e antidepressivos são as vezes utilizados para tratar insônia; entretanto falta evidência da eficácia destas medicações no tratamento da insônia primária.


Assuntos
Distúrbios do Início e da Manutenção do Sono/tratamento farmacológico , Idoso , Preparações Farmacêuticas
3.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45157

RESUMO

De acordo com o Caderno de Atenção Primária, Rastreamento Nº 29, de 2010, a realização do exame eletrocardiograma em pessoas que não apresentam fatores de risco associados está indicado para mulheres acima de 50 anos e homens acima dos 40 anos no mínimo uma vez ao ano, como é o caso de adultos jovens saudáveis, não sedentários.


Assuntos
Eletrocardiografia , Atenção Primária à Saúde , Telemedicina , Telediagnóstico
4.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45151

RESUMO

Sobre os fatores genéticos da depressão, a herdabilidade da depressão ainda não é consenso na literatura cientifica. No entanto, segundo alguns estudos estima-se que 37% dos casos possam ter uma relação genética, mesmo que essas relações sejam posteriormente moduladas pelo ambiente – ou seja, embora os genes possam ser relevantes para o surgimento do transtorno depressivo maior (TDM), fatores ambientais conferem um efeito de modificação da suscetibilidade (maior ou menor ativação dos genes)(1-2).


Assuntos
Assistência à Saúde Mental , Depressão , Transtornos Mentais
5.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45143

RESUMO

É importante considerar que no comportamento suicida os transtornos mentais são apenas um dos fatores associados. O suicídio, portanto, é um fenômeno multideterminado, ou seja, determinado por diversos fatores(1). Ainda assim, dentre as condições (transtornos) psiquiátricas que devem ser consideradas destacam-se:
-Transtorno de personalidade;
-Transtornos por uso de substâncias psicoativas (fator predisponente ou gatilho);
-Transtornos relacionados ao trauma e/ou estresse (por exemplo, o Transtorno do Estresse Pós-Traumático);
-Transtornos dissociativos;
-Transtornos de ansiedade (principalmente ansiedade social, transtorno do pânico e transtornos de ansiedade generalizada);
-Transtornos obsessivo-compulsivos (quanto maior a gravidade dos sintomas maior o risco);
-Esquizofrenia e outros transtornos psicóticos;
-Transtornos alimentares; -Declínio cognitivo (jovens com deficiência intelectual – menor risco – e idosos com prejuízos cognitivos por quadros neurodegenerativos – maior risco);
-Transtornos de sexualidade (principalmente quando associadas a vítimas de violência sexual por parceiro íntimo e casos de abuso sexual infantil);
-Transtornos de sono (insônia e pesadelos)(2).


Assuntos
Suicídio , Transtornos Mentais , Psicoterapia , Assistência à Saúde Mental
6.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45126

RESUMO

Sim. Carbamazepina e oxcarbazepina são drogas de primeira escolha no tratamento da neuralgia do trigêmeo e oferecem controle inicial significativo da dor em quase 90% dos pacientes. Possuem o mesmo mecanismo de ação, o bloqueio do canal de sódio voltagem-dependente de forma dependente da frequência, resultando na estabilização de membranas neurais hiperexcitadas e na inibição de disparos repetitivos.


Assuntos
Carbamazepina/uso terapêutico , Neuralgia do Trigêmeo
7.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45116

RESUMO

A dosagem recomendada de dipirona para crianças é de 20 mg/Kg, por via oral, até 4 vezes ao dia em caso de dor de leve a moderada e febre. Considerando que a solução oral contém 500 mg/ml, uma criança de 20 Kg deve receber 400 mg ou 0,8 ml. Deve-se evitar a prescrição em gotas, pois a dosagem obtida no gotejamento pode não ser a prescrita.


Assuntos
Dipirona/administração & dosagem , Prescrições de Medicamentos , Saúde da Criança
8.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45111

RESUMO

Segundo o Ministério da Saúde(1) as urgências em saúde mental podem ser consideradas, no contexto da Atenção Primária em Saúde (APS), como situações de crise.   No geral, os vários tipos de crise têm como expressões mais comuns o alvoroço, desorganização, confusão, comportamento violento, insegurança, tristeza, apatia, medo, dentre outros. Ou seja, independentemente do tipo, a crise é caracterizada por intenso sofrimento vivenciado pelo usuário diante do seu conflito(1). No entanto, para fins didáticos podemos delinear dois tipos de crises. A primeira trata-se de situações relacionadas ao sofrimento mental comum, caracterizado por sintomas mais “leves” que estão associados a conflitos/quebras relacionais, como por exemplo, brigas familiares e/ou conjugais, casos de violência psicológica/sexual, perda de familiares (luto), perda de emprego etc(1,2). O segundo tipo de crise refere-se aos quadros de crises psiquiátricas (urgências e emergências psiquiátricas), ou seja, os casos em que os sintomas podem ser considerados mais graves e/ou persistentes, com potencial para evolução catastrófica, no qual abordagens anteriores foram insuficientes ou ausentes, requerendo atendimento especializado, com contraindicação de postergação dessa assistência(3,4).  Alguns exemplos desses quadros (urgências e emergências psiquiátricas) para atendimento.
-Agitação/agressividade.
-Transtornos ansiosos/conversão/somatização.  
-Ideação/tentativa de suicídio.
-Transtornos relacionados ao uso de álcool e outras substâncias.
-Distúrbios amnésicos.
-Reação aguda ao estresse e estresse pós-traumático.
-Doenças clínicas que levam a alterações de comportamento.
-Quadros psiquiátricos que cursam com doenças clínicas associadas.
-Quadros psiquiátricos graves (p.ex. crises paranoides ou psicóticas associadas a esquizofrenia)(3,4).


Assuntos
Assistência à Saúde Mental , Serviços de Emergência Psiquiátrica , Atenção Primária à Saúde
9.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45106

RESUMO

Tratamento Restaurador  Atraumático  (TRA) é uma técnica com ampla aceitação por crianças na terapêutica do atendimento, principalmente para pacientes com alguma dificuldade comportamental como pacientes não-colaboradores ou com alguma necessidade especial. De forma diferenciada dos tratamentos invasivos, preconizados por muito tempo, o TRA consiste na remoção do tecido que foi colonizado por agentes patológicos causadores da doença cárie, e na manutenção de tecido com  condições de remineralização, sendo representado pela dentina afetada.

Por não necessitar de equipamentos, é indicada, inclusive, aos pacientes que eventualmente se encontrem acamados, sem possibilidade de locomoção, institucionalizados e crianças em idade escolar. Dentes decíduos vitalizados, desde que tenham acompanhamento, também merecem esse tipo de abordagem terapêutica. O TRA pode, também, ser uma ferramenta útil para reduzir a prevalência de cárie em populações com alta susceptibilidade, até que o agendamento individualizado seja feito. Idosos podem ser beneficiados com o TRA, objetivando maior alcance ao restabelecimento da saúde, nessa população.

De um modo mais pontual, a indicação clínica do TRA, e clássica, é para dentes decíduos. Porém, dentes permanentes também podem receber esse tipo de terapêutica. Outras características se relacionam às indicações desse tipo de tratamento: restaurações de classes I e II, pacientes com alto índice de cárie, quando da ausência de instrumentais que possibilitem outra abordagem, para condicionamento de pacientes infantis, especiais e idosos. Salienta-se que a indicação do TRA deva ser criteriosa, já que não atende a qualquer tipo de cavidade. Restaurações compostas devem ter sua indicação cautelosa, embora o TRA, nesses casos, não se configure como inviável. A situação ideal é que a profundidade da cavidade esteja bastante aquém da polpa e não haja sintomatologia clínica, mas existem relatos de êxito em casos específicos de pulpite com reversibilidade duvidosa e restaurações profundas.


Assuntos
Tratamento Dentário Restaurador sem Trauma , Atenção Primária à Saúde
10.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45101

RESUMO

Para poder orientar essa paciente, temos que primeiro tentar entender porque da falta de adesão: medo do exame, medo do diagnóstico, se sente constrangida, ou seria o parceiro responsável pela negativa? É fundamental conseguir ganhar a sua confiança para poder ter abertura para começar a entender e enfatizar a importância da realização do exame, e o que poderá acontecer se ela não o fizer.


Assuntos
Teste de Papanicolaou/psicologia , Serviços de Saúde da Mulher , Prevenção de Doenças
11.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45092

RESUMO

A transmissão da hanseníase ainda não é totalmente conhecida. A principal via de transmissão é a respiratória, por inalação de gotículas contendo o agente causador, Mycobacterium leprae (M. leprae). Uma pessoa doente que apresenta a forma infectante da doença (multibacilar – MB), estando sem tratamento, elimina o bacilo pelas vias respiratórias (secreções nasais, tosses, espirros), podendo assim transmiti-lo para outras pessoas suscetíveis. A transmissão via contato com a pele ou outros meios não pode ser totalmente excluída. O bacilo tem capacidade de infectar grande número de pessoas, mas poucas pessoas adoecem porque a maioria tem capacidade de se defender contra o bacilo. Assim que a pessoa doente começa o tratamento deixa de transmitir a doença. O contato direto e prolongado com a pessoa doente aumenta a chance de se infectar.


Assuntos
Hanseníase/transmissão
12.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45080

RESUMO

A escolha do tratamento para acne compreende uma série de opções que irão variar de acordo com a gravidade do quadro. Essas opções incluem o uso de substâncias de limpeza de pele, retinóides e fármacos antibacterianos tópicos para os casos mais leves até o uso de antibióticos sistêmicos, terapias hormonais e o uso da isotretinoína para casos mais graves e resistentes.


Assuntos
Acne Vulgar , Atenção Primária à Saúde
13.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-43749

RESUMO

Não, pois não há suporte na literatura científica para indicação de colutórios (bochechos) à base de peróxido de hidrogênio (água oxigenada) para controle da infecção viral como um todo, e do SARS COV2, em particular, associado com a falta de substantividade desses produtos, portanto, sua indicação em odontologia e protocolos de atendimento durante a COVID-19 pandemia devem ser revisadas(1).


Assuntos
COVID-19 , Peróxido de Hidrogênio , Procedimentos Cirúrgicos Bucais , Produtos para Higiene Dental e Bucal
14.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45058

RESUMO

Infecções por herpesvírus são frequentemente encontradas em amostras de lesões orais de pacientes com quadros graves de Covid-19, porém o SARS-CoV-2 também pode ser detectado nessas amostras, sugerindo um possível papel desse novo vírus na patogênese das lesões orais(1).

Das infecções da mucosa oral decorrentes do Sars-Cov-2, podemos citar úlceras, bolhas, gengivite necrosante, coinfecções oportunistas e alterações das glândulas salivares. Placas brancas e eritematosas e disfunção gustativa foram as mais relatadas manifestações clínicas orais em pacientes com Covid-19. Em geral, as lesões aparecem concomitante com a perda de olfato e paladar. Até o momento, os principais locais de aparecimento de lesões bucais descritos na literatura foram: língua, lábio, mucosa e gengiva(2,3,4).


Assuntos
COVID-19 , Manifestações Bucais , Assistência Odontológica
15.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45023

RESUMO

As vacinas recomendas a todas as gestantes são(1-3):

  • Vacina dTpa – protege a gestante e o bebê contra tétano, difteria e coqueluche e deve ser tomada entre a 27ª e a 36ª semana de gestação ou Vacina antitetânica (dT) que protege contra o tétano no bebê e na gestante. Se a gestante nunca foi vacinada, deve iniciar a vacinação o mais precocemente possível. Se já é vacinada e a última dose foi há mais de 5 anos, deve tomar um reforço.
  • Vacina contra a hepatite B: caso a gestante não tenha sido vacinada, deve tomar 3 doses para ficar protegida.
  • Vacina contra gripe (influenza): recomenda-se para toda gestante durante a campanha de vacinação.
  • Vacina contra a covid-19: as gestantes são consideradas grupo prioritário de risco para vacinação e podem ser vacinadas em qualquer estágio gestacional(4).


Assuntos
Esquemas de Imunização , Gestantes , Período Pós-Parto
16.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45013

RESUMO

Atualmente, existem cinco tipos de produtos que atuam como AE, dos quais dois são aprovados pelo Ministério da Saúde para uso no Brasil:

– Método Yuzpe – compreende uma dose de 0.50 mg de levonorgestrel + 100 μg de Etinilestradiol em duas tomadas com intervalo de 12 horas e deve ser usado até 72 horas após a relação sexual desprotegida.

– Levonorgestrel – um comprimido de 1,5 mg ou dois comprimidos de 0,75 mg em uma única dose ou 1 comprimido a cada 12 horas. O seu uso deve ser feito até 5 dias após a relação sexual desprotegida, mas a eficácia é maior quanto antes for utilizado(1-3). Esta opção está disponível no SUS.

Outros tipos de AE não disponíveis no Brasil:

– Pílula de Acetato de Ulipristal 30 mg – é um modulador do receptor de estrogênio,  indicado em uma única dose até 120 horas (5 dias) da relação sexual desprotegida(1,2,4).

– Pílula de Mifepristona – um modulador do receptor de progesterona, em baixa dose (10-25 mg) e administrado em uma única dose(4).

– Dispositivo intrauterino (DIU) de cobre – o DIU de cobre pode ser usado como AE e deve ser inserido em até 5 dias após a relação desprotegida ou ovulação, fornecendo proteção por até 10 anos da sua inserção(1,2,4).


Assuntos
Anticoncepção , Anticoncepcionais
17.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-45002

RESUMO

O resultado do teste do pezinho permanece inalterado após o 5º dia de vida. Contudo, mesmo após o período ideal, o teste deve ser coletado de forma mais precoce possível, na tentativa de prevenir sequelas graves e iniciar imediatamente o tratamento, se for o caso(1-2). O período ideal de coleta da primeira amostra do teste do pezinho é entre o 3º e o 5º dia de vida do bebê. Considerando que vários fatores podem influenciar no resultado do teste, como idade inadequada para coleta, prematuridade, dieta, transfusões e nutrição parenteral total, a coleta não deve ser inferior a 48 horas de alimentação proteica (amamentação) e nem superior a 30 dias.


Assuntos
Triagem Neonatal , Diagnóstico Tardio
18.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44994

RESUMO

As gestantes devem receber uma dose de dTpa (vacina Tríplice Bacteriana Acelular) a cada gestação, a partir da vigésima semana (20a) de gestação e até 20 dias antes da data provável do parto, independente do histórico de vacinação com dT (vacina dupla adulto difteria e tétano)(1,2).

A gestante não vacinada ou com histórico vacinal desconhecido deve tomar duas doses de dT e uma dose de dTpa, sendo que a dTpa deve ser aplicada a partir da 20ª semana de gestação, respeitando intervalo mínimo de um mês entre elas(2,3). A dT pode ser administrada a partir da comprovação da gravidez, em qualquer período gestacional.


Assuntos
Esquemas de Imunização , Gestantes , Vacinas contra Difteria, Tétano e Coqueluche Acelular , Idade Gestacional
19.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44988

RESUMO

Evitar exercícios extremos como academia é recomendado a fim de evitar algum tipo de dano às veias superficiais afetadas. O quadro clínico é típico e consiste em dor, edema, eritema, hipersensibilidade e endurecimento da veia afetada. O processo em geral segue um curso benigno e autolimitado com remissão completa(1-4). Durante o tratamento da tromboflebite, os pacientes são encorajados a evitar a imobilidade, ficar ativo para manter a circulação do sangue e continuar suas atividades diárias normais, incluindo o caminhar normal.



Assuntos
Exercício Físico , Tromboflebite
20.
Pergunta e resposta em Português | SOF - Segunda opinião formativa | ID: sof-44982

RESUMO

De forma geral, os usuários soropositivos podem receber todas as vacinas do calendário nacional, desde que não apresentem deficiência imunológica importante. Maior imunodepressão está associado a maior risco relacionado a vacinas de agentes vivos. O soropositivo deverá ser avaliado por um médico antes de tomar qualquer vacina: se imunocompetente e anti-HBs negativo, não apenas pode como deve ser vacinado. Recomenda-se adiar a vacinação em pacientes sintomáticos ou com imunodeficiência avançada (CD4 < 200 cel/mm³).(1,2)


Assuntos
Infecções por HIV , Vacinas contra Hepatite B
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